Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘São Paulo’

Caros leitores do MFC,

Primeiramente peço desculpas pela falta de postagens nos últimos dias. A correria está grande, mas é um por um ótimo motivo. No último domingo (08/08), as cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro foram premiadas com o lançamento do jornal diário Marca Campeão! (veja abaixo as informações sobre o periódico).

Por fazer parte da equipe do jornal, este blogueiro só tem a dizer que o mercado ganhou uma ótima opção, com material de alta qualidade, muita infografia e, principalmente, muitas informações para os leitores amantes dos esportes. Conto com o apoio de todos! Para conhecer o Marca Campeão! basta ir até a banca mais próxima e adquirir o exemplar. Além disso, acessem o portal do jornal: www.marcacampeao.com.br

EJESA LANÇA MARCA CAMPEÃO!

Resultado da aliança com o diário esportivo espanhol Marca, o jornal Campeão, editado pela Ejesa – Empresa Jornalística Econômico S.A – incorpora o título e passa a se chamar Marca Campeão!. O reposicionamento da publicação origina a nova versão carioca do jornal e o lançamento do título em São Paulo, com perspectiva para futura atuação nacional. Alterações editoriais e de operação tornam o veículo a plataforma de esportes para todos os títulos da editora, entre eles O Dia, Brasil Econômico e Meia Hora.

O Marca Campeão! circula diariamente no formato Novo Berliner, fullcolor, com pelo menos 32 páginas por dia. Vendido em bancas, o periódico custa R$ 1,00. Para a nova publicação paulista foi montada uma estrutura completa com uma equipe de mais de 20 profissionais, lideradas por Alexandre Freeland, diretor de redação, e Paulo Julio Clement, editor. Henrique Freitas, superintendente de Negócios Digitais, atua no Rio de Janeiro e São Paulo e também assumiu um papel decisivo na implantação da versão paulista do Marca Campeão!

Esta parceria com o diário espanhol resulta diretamente no conteúdo do Marca Campeão! Agora o título leva ao leitor notícias internacionais exclusivas, entrevistas com atletas e jogadores, dirigentes de clubes entre outras informações. Os torcedores brasileiros terão à mão novos mecanismos para acompanhar as jogadas, passo a passo, com infografias no impresso e na web. Com a reformulação do site, assinada por Aline Freire, editora do online, e André Falcão, coordenador de design do online, o público também poderá conferir vídeos exclusivos.

O Marca Campeão! é, hoje, um dos jornais mais bem desenhados do Brasil. Uma equipe de editores, incluindo arte e fotografia, passou uma temporada na Espanha, dentro do Marca, para se aprofundar e trazer ao Brasil um modelo internacional de operações, com um nível altíssimo de qualidade e inovação. Modalidades como automobilismo vão ganhar destaque.

CAMPANHA

Para marcar o lançamento do Marca Campeão!, a house da Editora O Dia preparou uma campanha completa, com uma estratégia que a divide em três pilares: cobertura junto ao público, cobertura geográfica e freqüência. Com o slogan “O mundo dos esportes na sua mão”, ela é veiculada em dois momentos, de lançamento e sustentação.

Com atuação nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, a campanha conta com rádio, televisão e mídia exterior. No Rio de Janeiro será incrementada a ação de mídia móvel, um ônibus envelopado, que circulará seis dias por semana, oito horas por dia. Em pontos de venda haverá móbile, expositor e banner.

A promoção “Juntou, trocou, ganhou”, lançada no primeiro dia do Marca Campeão! São Paulo, dará aos leitores o mascote do time do Corinthians. Para participar, basta juntar 15 selos que estarão na capa do jornal e trocar em banca credenciada.

FONTE: Adnews (http://www.adnews.com.br/negocios/107164.html)

Read Full Post »

Por: Erik Rodrigues

Internacional e São Paulo fizeram o primeiro duelo das semifinais da Taca Libertadores da América no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Antes da parada para a Copa do Mundo, o time gaúcho trocou de técnico, reforçou o elenco e venceu os quatro jogos do Campeonato Brasileiro. Já o Tricolor do Morumbi manteve o criticado Ricardo Gomes, trouxe o atacante Ricardo Oliveira e ganhou apenas um ponto dos 12 disputados no torneio nacional.

A torcida Colorada lotou o estádio e fez uma festa bonita para receber a equipe. E o resultado disso foi o domínio das ações em todo o primeiro tempo. Sim, eu disse TODO o primeiro tempo. Jogando em casa e contra um adversário covarde, o Inter partiu para cima. Taison e o argentino D’Alessandro comandavam as investidas no ataque, apoiados por Nei e Kléber nas laterais. Mas apesar da maior posse de bola, o time gaucho não chegava com perigo ao gol de Rogério Ceni. A primeira conclusão à meta tricolor foi aos 18 minutos, com D’Alessandro. Em uma bela troca de passes invertida da direita para a esquerda, Kléber recebeu e cruzou na área. O atacante Taison tocou de cabeça, mas o goleiro são-paulino voou e defendeu com segurança. Já o São Paulo nem dava sinais de que queria jogar futebol e praticava o antijogo em sua mais perfeita concepção. Fernandão e Dagoberto ficavam isolados na frente e todos os outros jogadores simplesmente davam bico para qualquer lado. Um horror!

Na segunda etapa o cenário se manteve, mas desta vez o Inter conseguiu concluir a gol com mais perigo. Logo no início, Andrezinho arriscou de fora da área, mas Rogério defendeu. Logo depois, Kléber avançou na área, mas o goleiro são-paulino saiu bem e evitou a conclusão. O gol Colorado era questão de tempo. Aos 20 minutos, o técnico Celso Roth trocou Andrezinho pelo jovem Giuliano. E o talismã, que já tinha salvado o clube no duelo contra o Estudiantes nas quartas de final, trouxe mais uma vez a sorte para o time. Três minutos depois de entrar, D’Alessandro passou para Alecsandro na entrada da área. O atacante sofreu falta, mas o árbitro Hector Baldassi corretamente deu vantagem. Na sequência, Giuliano girou e bateu no canto direito de Rogério Ceni, que nem se mexeu.

O gol premiou a equipe que relmante jogou futebol e buscou o ataque com mais eficiência. E o Colorado não parou por ai. Taison, Kléber e Alecsandro tiveram boas oportunidades, mas não conseguiram ampliar o placar. Vendo seu time acuado, o treinador Ricardo Gomes tirou o inócuo Dagoberto e promoveu a reestreia de Ricardo Oliveira. Também colocou Cléber Santana no lugar de Richarlyson, a fim de reconquistar o meio campo. As mudanças, alinhados a um recuo do adversário, surtiram um pouco de efeito. O São Paulo conseguiu, enfim, após quase 70 minutos de partida, arriscar um chute a gol. Hernanes e Ricardo Oliveira tentaram, mas sem levar perigo à meta de Renan.

Vitória mais do que merecida do Internacional que, mesmo sem criar tantas chances claras, conseguiu dominar a partida. Ao São Paulo, cabe escolher se vai voltar a jogar futebol ou mais uma vez vai fazer este papelão e apresentar uma proposta de jogo covarde diante de seu torcedor. A partida de volta será na próxima quinta-feira (05/08), no Morumbi, em São Paulo.

Read Full Post »

O novo treinador da Seleção Brasileira, Mano Menezes, foi apresentado oficialmente hoje no Rio de Janeiro e logo de cara já fez sua primeira convocação, visando o jogo contra os Estados Unidos, no próximo dia 10 de agosto, em Nova Jersey. Como era esperado, o técnico reciclou completamente a equipe, abriu espaços para os jovens e deixou de lado a maioria dos jogadores que disputaram a última Copa do Mundo.

Acatando ordens da CBF e, principalmente, do torcedor brasileiro que clamava por mudança, Mano Menezes fez o que dele se esperava. A média de idade da atual Seleção Brasileira é de 23,1 anos, bastante inferior a da equipe que disputou o último Mundial, que era de 29,3 anos. O MFC considerou a lista positiva (veja abaixo uma análise dos selecionados) e agora é a hora dos jovens mostrarem serviço com a camisa brasileira. Os únicos remanescentes do fracasso brasileiro na África do Sul são os também jovens Ramires, Thiago Silva, Daniel Alves e Robinho.

Para o gol, o treinador convocou Victor, do Grêmio, Jefferson, do Botafogo, e Renan, do Avaí. Três boas escolhas. O goleiro gremista vem se destacando há um bom tempo e deveria ter ido à Copa do Mundo. Mesmo aos 27 anos, essa é uma idade madura para um goleiro. Jefferson e Renan foram as surpresas. Através do goleiro, o Botafogo conseguiu colocar um jogador no selecionado brasileiro após 12 anos, já que os últimos que jogaram pela Seleção e atuavam com a camisa do alvinegro foram o atacante Bebeto e o zagueiro Gonçalves, em 1998. Renan, o mais jovem dos três, vem apresentando muita qualidade no Campeonato Brasileiro e, mesmo ainda tendo muito a aprender, já demonstra ser um goleiro seguro e com um bom futuro pela frente.

Nas laterais, os escolhidos foram Daniel Alves, do Barcelona, Rafael, do Manchester United, André Santos, do Fenerbahçe, e Marcelo, do Real Madrid. Na direita, boas escolhas. Maicon é sem dúvidas o melhor lateral-direito do mundo, mas é importante testar outras peças. Daniel Alves é titular do Barcelona, já demonstrou potencial e deve ser o titular no amistoso. Rafael, por sua vez, tem apenas 20 anos, saiu do Fluminense muito cedo e, aos poucos, vem ganhando confiança na Inglaterra.

Marcelo fez o mesmo caminho. Saiu das Laranjeiras, tem 22 anos, e é titular do Real Madrid. Além disso, poderia ter ido à Copa como titular, não fosse a teimosia de Dunga. O caso de André Santos é um pouco mais complicado. Antes homem de confiança de Dunga, o lateral se envolveu em um escândalo sexual na Turquia e perdeu seu espaço. Entretanto, Mano Menezes o conhece bem dos tempos de Corinthians e lhe deu uma nova chance.

No setor defensivo, os selecionados foram os zagueiros Henrique, do Racing Santander, Thiago Silva, do Milan, Réver, do Atlético-MG, e David Luís, do Benfica. Henrique foi muito bem pelo Coritiba, chegou ao Palmeiras e também fez bons jogos, até que foi vendido ao Barcelona, que o emprestou ao Racing Santander. Zagueiro clássico e seguro que pode ajudar o Brasil. Thiago Silva dispensa apresentações, esteve na Copa do Mundo como reserva, mas já é titular do Milan e parece ser nosso melhor defensor da lista.

O zagueiro Réver é uma incógnita. Após fazer boas temporadas pelo Grêmio, o jogador foi vendido ao Wolfsburg, da Alemanha, mas não disputou um jogo sequer com a camisa do clube alemão, até ser cedido ao Atlético-MG, clube pelo qual o defensor se apresentará esta semana. Mano confia nele e o conhece desde a época do Grêmio, mas existem outros atletas no mercado mais qualificados que ele.  Desconhecido da grande maioria dos brasileiros, o zagueiro David Luís também foi lembrado. Jovem jogador do Benfica, o atleta começou a carreira no Vitória, da Bahia, e também passou pelas divisões de base da Seleção Brasileira. Uma boa aposta.

No meio de campo, os nomes agradaram. O volante Lucas, do Liverpool, tem bom desempenho na Europa e também pela Seleção, já que participou dos Jogos Olímpicos, em 2008. Ramires continuou na equipe brasileira, já que foi um dos poucos que se destacou no Mundial e vem jogando bem pelo Benfica. Carlos Eduardo, do Hoffenheim, da Alemanha, também foi lembrado. O jogador atuou sob o comando de Mano Menezes no Grêmio e já fez três boas temporadas pelo clube alemão. Paulo Henrique Ganso, do Santos, dispensa comentários e, novamente, não fosse a teimosia do antigo treinador, era nome certo no time que foi à África do Sul. Sandro, do Internacional, e Hernanes, do São Paulo, já demonstram há um bom tempo serem jogadores maduros e que, ao que tudo indica, terão lugar cativo na Seleção Brasileira daqui pra frente.

Outro ‘desconhecido’ do povo brasileiro é o meia Ederson, do Lyon. O paulista começou sua carreira no Rio Grande do Sul, com passagens pelo RS Futebol, Internacional e Juventude, indo depois para o time francês. Titular absoluto e camisa 10 do Lyon, o jogador mereceu a chance muito pela boa campanha na Liga dos Campeões. Talvez o único nome pouco entendido foi o de Jucilei, do Corinthians. Mesmo sendo um bom jogador e versátil nos mais variados esquemas, o corintiano é reserva na equipe que Mano Menezes comandou até ontem, portanto, o mais sensato seria convocar o volante Elias, que se destaca há um bom tempo e que é o titular da posição no ex-clube do atual treinador do Brasil.

No ataque, ótimas apostas. O trio do Santos (Neymar, André e Robinho) fez um primeiro semestre incrível e virou manchete em todo o mundo. Robinho, mesmo jovem, já é bastante experiente. Já se demonstrou mais maduro durante a Copa do Mundo e, daqui para frente, será um dos líderes desta equipe. Neymar é outro que dispensa comentários e também deveria ter ido ao Mundial. André, companheiro dos dois no alvinegro praiano, pode ser considerado uma surpresa, mas o seu faro de gol e oportunismo já fez com que o Dínamo de Kiev, da Ucrânia, apostasse em seu talento e levasse mais uma joia do futebol brasileiro para o Velho Continente.

Aos 20 anos, Alexandre Pato, do Milan, é outro que despontou muito cedo no futebol, foi vendido ao Milan e atualmente é titular do time italiano. O mais velho dos atacantes é Diego Tardelli, do Atlético-MG, que há muitas temporadas demonstra ser um artilheiro nato e que chegou a ficar na lista de espera de Dunga para a Copa do Mundo.

Num modo geral, a convocação de Mano Menezes foi satisfatória. Dos 24 jogadores convocados, apenas cinco têm idade superior a 25 anos, o que é algo importante. Além disso, outros sete atletas possuem idade olímpica, outro adendo importante, já que daqui a dois anos acontecerá as Olimpíadas de Londres. O trabalho será árduo, mas com tantos talentos, basta Mano Menezes ser sensato, chamar quem realmente merece ir e que não convoque este ou aquele por afinidade ou lealdade, como vimos recentemente.

E você torcedor, o que achou da lista? Quem você colocaria? Quem tiraria? A convocação foi justa? Opine!

Read Full Post »

A Confederação Brasileira de Futebol, por meio de seu eterno presidente, Ricardo Teixeira, anunciou Muricy Ramalho como o novo treinador da Seleção Brasileira. Dessa forma, o técnico está reunido com a diretoria do Fluminense neste momento para acertar sua rescisão de contrato e, a partir de seguinda-feira, iniciar seu mais desafiador trabalho na carreira.

Enquanto todos acreditavam que Mano Menezes seria o eleito, Muricy Ramalho correu por fora e foi o escolhido. Aliás, escolhido com todos os méritos. Amante do futebol, Muricy tem fama de trabalhador e é o treinador mais vitorioso no cenário nacional nos últimos anos.

Com o bordão “Aqui é trabalho, meu filho”, Muricy iniciou sua carreira como treinador do Puebla, do México, em 1993. Depois, virou discípulo do mestre Telê Santana e trabalhou no São Paulo entre 1994 e 1996. Após rodar por Guarani, Shenhua (China), Ituano, Botafogo-SP e Santa Cruz, em 2002, Muricy chegou ao Náutico, foi bicampeão pernambucano e se tornou ídolo da torcida, sendo até sócio do clube.

A guinada na carreira de Muricy Ramalho aconteceu no Internacional. Em 2003, o técnico levou o troféu do campeonato gaúcho pelo Colorado. Saiu e foi para o São Caetano, conseguindo levar o Azulão ao único título de sua história, o Campeonato Paulista de 2004. Voltou para o Inter, conquistou novamente o título gaúcho e levou a equipe ao vice-campeonato nacional, em 2005.

Os bons resultados fizeram Muricy desembarcar novamente no São Paulo, clube pelo qual ele foi um talentoso meio-campista nos anos 70 e no qual havia trabalho no início dos anos 90. A história de Muricy Ramalho com o Tricolor não poderia ser melhor. O treinador levou o clube paulista ao tricampeonato brasileiro (2006, 2007 e 2008) e colocou seu nome na história. Após tanto tempo, Muricy deixou o São Paulo e foi para o rival Palmeiras, único clube onde o técnico não conseguiu ter sucesso nos últimos tempos.

Neste ano, Muricy foi contratado pelo Fluminense e, mesmo em pouco tempo, o técnico obteve sucesso. Muricy deixa as Laranjeiras pela porta da frente, deixando o time na liderança do Brasileirão-10 e segue para o maior desafio de um treinador de futebol.

A escolha do técnico foi surpreendente, mas positiva. Muricy Ramalho tem contra ele a fama de ser rabugento e enfrentar mais do que o necessário a imprensa. Entretanto, o paulistano parece estar mudado e tem sido mais maleável desde a época em que estava no Palmeiras.

Após o insucesso da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, muito se criticou o Dunga pela inexperiência e, com Muricy no comando, o cenário é completamente oposto. O novo treinador tem um currículo invejável, já trabalho nos principais clubes do Brasil e ainda conseguiu inúmeros títulos. 

De fato, o nome de Muricy Ramalho parece ser o ideal para a renovação pretendida pelo torcedor brasileiro. Muricy é um alucinado por futebol, acompanha todos os tipos de campeonatos e sabe muito bem quem têm e quem não têm condições de vestir a camisa mais tradicional do mundo. Mesmo criticado pela força defensiva de seus elencos e pela insistência com o tal ‘chuveirinho’, Muricy Ramalho é um ótimo trabalhador, não foge da pressão, não faz média com ninguém e, o principal, é honesto.

Por fim, um bom nome e que, ao que tudo indica, terá sucesso à frente da Seleção Brasileira. “A torcida paga ingresso para ver o time vencer. Quem quiser ver espetáculo que vá ao Teatro Municipal”, afinal “a bola pune, meu filho”.

E você torcedor, o que achou da escolha da CBF? Muricy Ramalho é um bom nome? Acredita no sucesso do treinador à frente da Seleção Brasileira? Opine!

Read Full Post »

Ricardo Gomes é treinador do São Paulo desde o dia 20 de junho de 2009. Chegou ao Tricolor para apagar um incêndio e, mesmo contestado, vem seguindo no cargo. Porém, após uma série de três resultados negativos, o “francês”, como é conhecido, se tornou um dilema para a diretoria do São Paulo. Às vésperas da semifinal da Copa Libertadores da América, que começa a ser decidida a partir da próxima quarta-feira, os cardeais são-paulinos não sabem o que fazer. Muitos querem a cabeça do técnico, outros defendem a permanência por falta de tempo hábil para outro comandante assumir o posto e, o presidente Juvenal Juvêncio, aparentemente faz vistas grossas e não se pronuncia.

O ex-zagueiro do Fluminense e da Seleção Brasileira assumiu o cargo em 2009 num momento caótico, após o Tricolor ter sido eliminado pelo Cruzeiro na Copa Libertadores da América e a diretoria ter rompido o contrato com Muricy Ramalho. Ricardo Gomes pegou a equipe do Morumbi lá embaixo na tabela do Brasileirão-09 e, por muito pouco, não conseguiu o heptacampeonato nacional. Fez uma boa campanha, é verdade, mas desde sempre foi muito criticado pela torcida e também pela imprensa paulista.

Neste ano, mesmo perdendo todos os clássicos que disputou, o treinador conseguiu levar o time às semifinais do Campeonato Paulista (o único grande clube da Capital à chegar nesta fase). Na Copa Libertadores da América, apesar de o São Paulo estar na semifinal, a equipe passou por maus bocados na primeira fase, quase foi eliminada pelo inexpressivo Universitário, do Peru, nas oitavas de final e, só apresentou um futebol convincente nas duas vitórias sobre o Cruzeiro, na fase de quartas de final. No torneio nacional, o São Paulo figura na modestíssima 13ª posição e vem de uma série de três resultados negativos após a parada para a Copa do Mundo.

Tais resultados geraram muita reclamação da torcida são-paulina e também nos corredores do Morumbi, de gente influente que comanda o clube. Que o técnico não é unanimidade não é novidade, mas o caso que acontece desde ontem é muito curioso. Após o frustrante empate contra o Grêmio Prudente, na noite de quarta-feira, alguns membros da diretoria do Tricolor se reuniram e decidiram demitir o treinador. Porém, a divergência de opiniões se arrastou por toda a quinta-feira.

“Eu não tenho nenhuma definição. Pode acontecer uma mudança, uma transformação, mas longe do que estão dizendo”, disse Carlos Augusto de Barros Silva, vice-presidente de futebol e mais conhecido como Leco. Por outro lado, o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes continuou bancando o treinador: “Eu posso lhe garantir que nada mudará. Conversei pela manhã com o presidente Juvenal Juvêncio, que não está em São Paulo (está em Brasília) e o seguimos dando total respaldo ao trabalho do Ricardo. Estou lhe garantindo que ele comanda o time no próximo domingo, contra o Santos”.

Avesso as manifestações, Ricardo Gomes cumpriu suas obrigações, apareceu logo cedo no CT da Barra Funda e durante a tarde comandou o treino de seus jogadores. Foi embora sem dar entrevistas e, no início da noite, as especulações voltaram com tudo. O repórter da rádio Jovem Pan, Marcello Lima, que havia confirmado durante a tarde que o treinador Ricardo Gomes seria demitido, continuou defendendo sua notícia e ainda colocou mais um adendo. Segundo as fontes do jornalista, Dunga, o ex-técnico da Seleção Brasileira, já está contratado pelo São Paulo e se apresentará na próxima segunda-feira, dois dias antes da decisão com o Internacional. O comentarista Flávio Prado, também da Jovem Pan, confirmou a informação do colega e deu como certa a vinda do novo técnico.

Porém, um pouco depois, o São Paulo, por meio de João Paulo de Jesus Lopes, tratou de desmentir as informações e foi categórico em entrevista concedida ao repórter Alex Müller, da rádio Bandeirantes. “Existem pessoas querendo instaurar crise no clube. O Ricardo está garantido no cargo ao menos até o jogo de volta contra o Inter (dia 5 de agosto, pela Libertadores). O Dunga não tem o perfil do São Paulo. A entidade o respeita por ele ter um perfil vencedor como jogador, mas não tem o perfil para ser treinador do São Paulo”.

Diversos jornais e sites pelo Brasil afora dão como certa a contratação de Dunga e, principalmente, a demissão de Ricardo Gomes num momento crucial da temporada. Independente do que aconteça, o certo é que a diretoria do São Paulo, tão famosa pela organização e planejamento, está pisando na bola. Ricardo Gomes foi contratado às pressas. Já chegou ao clube com a fama de inexperiente e pouco a pouco comprovou isso. Não foi capaz de dar um padrão para o time, mexeu na equipe quando não precisava e, quando era necessário, não o fez.

Entretanto, isso quem teria que ter percebido era o presidente Juvenal Juvêncio e sua trupe. Se fosse para demitir o técnico, isso deveria ter sido feito antes da parada para a Copa do Mundo, já que o novo comandante assumiria o elenco e teria tempo de sobra para treinar e implantar seu estilo. Agora, a cinco dias do jogo mais importante da temporada, a mudança seria péssima. Em todos os aspectos. Dunga ou qualquer outro treinador que venha a assumir o cargo, não terá tempo para fazer nada. Apenas vestirá o agasalho e sentará no banco de reservas. Não terá intimidade com os jogadores e não conseguirá nem decorar o nome de todos. Isso é ruim para os atletas também, que já estão acostumados com o jeito de Ricardo Gomes e não terão o mínimo de abertura com o novato.

Os muitos erros de todas as partes podem custar caro para o São Paulo. O Internacional, adversário da próxima semana, fez o que o Tricolor deveria ter feito. Mudou o comando antes do Mundial, deu tempo para Celso Roth trabalhar e os resultados já começam a aparecer. Em três jogos foram três vitórias. Independente do que aconteça nesta sexta-feira e nos próximos dias no São Paulo, a equipe paulista chegará fragilizada no confronto, enquanto os gaúchos chegarão confiantes e com a faca e o queijo na mão. Aguardemos os novos capítulos.

E você torcedor, o que pensa sobre o assunto? O São Paulo fará certo em demitir Ricardo Gomes? Dunga é um bom nome para substituí-lo? Deixe sua opinião!

Read Full Post »

A CBF irá anunciar o novo técnico da Seleção Brasileira ainda nesta semana, possivelmente entre sexta-feira e domingo, já que na segunda-feira, o escolhido será apresentado pela entidade e já terá que divulgar a lista dos jogadores convocados para o amistoso entre Brasil e Estados Unidos, jogo este que acontecerá no dia 10 de agosto, na cidade de New Jersey.

A contratação do novo técnico para o selecionado brasileiro vem gerando muita especulação da imprensa e curiosidade das pessoas. O nome mais cotado após o fracasso da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da África do Sul era o de Luiz Felipe Scolari. Porém, o treinador pentacampeão já havia firmado acordo verbal com o Palmeiras antes do Mundial e, dessa forma, cumpriu sua palavra e já está comandando a equipe do Palestra Itália.

Com o insucesso na recontratação de Felipão, os nomes surgiram aos montes. Mano Menezes, do Corinthians; Muricy Ramalho, do Fluminense; Ricardo Gomes, do São Paulo; Vanderlei Luxemburgo, do Atlético-MG; Leonardo, que atualmente está sem clube, entre outros. Mas até o momento, nenhum deles foi citado pelo presidente da CBF em seus depoimentos à imprensa. A única coisa que Ricardo Teixeira deixou claro foi que haverá uma renovação no grupo de jogadores e que, diferentemente da época de Dunga, os jovens talentos ganharão oportunidades de vestir a amarelinha.

Com a proximidade do anúncio, nesta semana o nome de Mano Menezes ganhou força e, ao que tudo inidica, o técnico deixará o Parque São Jorge e seguirá para um novo desafio na carreira. Aliás, que desafio. Se, de fato, ele for o escolhido para dirigir a Seleção Brasileira, o treinador, que já é bastante calejado no quesito pressão (visto que trabalhou em dois grandes clubes: Grêmio e Corinthians), terá que aumentar ainda mais o seu estoque de ‘paciência’ para suportar as cobranças.

Segundo o presidente da CBF, o treinador que assumir o cargo agora terá um projeto de seis anos para cumprir à frente da equipe, já que inúmeros torneios acontecerão neste prazo. A começar pelo amistoso contra os Estados Unidos e, possivelmente, outros dois jogos ainda em 2010. No ano que vem, a Seleção Brasileira disputará a Copa América, na Argentina. Em 2012, o Brasil terá os Jogos Olímpicos para buscar o inédito título. No ano seguinte, começam os torneios em território nacional com a Copa das Confederações. Em 2014 a Copa do Mundo e, em 2015, a Copa América. Por fim, em 2016, as Olimpíadas no Rio de Janeiro.

O processo é longo e, independente de quem seja o treinador, o trabalho não será fácil. A cobrança por resultados no Brasil é algo comum e agora não será diferente. Aliás, deverá haver mais cobrança ainda, já que muitos dos torneios dos próximos anos acontecerão por aqui.

O MFC acredita que Mano Menezes seja um bom nome para o comando, visto pelo ótimo trabalho desenvolvido no Grêmio e também no Corinthians. Além de tudo, Mano parece ter a cabeça aberta para trabalhar em cima da tal reformulação. É esperar para ver e fazer novas análises.

Mas você, leitor deste blog, o que pensa? Quem você gostaria de ver no comando da Seleção Brasileira? Qual seu nome preferido e por qual motivo? Deixe sua opinião!  

Read Full Post »

A 9ª rodada do Campeonato Brasileiro apresentou uma predominância de triunfos das equipes que jogaram em casa. Vitória, Vasco, Corinthians, Avaí, Internacional, Cruzeiro e Grêmio Prudente fizeram valer o fato de serem mandantes e somaram três pontos na competição. As únicas exceções foram Atlético-GO, que perdeu em Goiânia para o Flamengo e o Santos, que em plena Vila Belmiro, foi derrotado pelo Fluminense. Botafogo e Guarani empataram. 

Dessa forma, o MFC apresenta a SELEÇÃO dos melhores jogadores da rodada, com destaque para o líder e invicto Corinthians, que colocou três jogadores na lista.  A começar pelo goleiro Júlio César, que fez boas defesas na vitória sobre o Atlético-MG e parece ter assegurado a vaga de titular do Timão, após a saída de Felipe. O sucesso alvinegro, que manteve a liderança do Brasileirão, também apareceu na zaga. O zagueiro e capitão Willian se destacou e fez com que seu time terminasse mais uma rodada sem sofrer gols. Como não podia deixar de ser, o meia Bruno César também está na SELEÇÃO da rodada. O ex-jogador do Santo André demonstrou muita habilidade, fez inúmeras assistências para seus companheiros e ainda fez o gol da vitória corintiana.

Completando o sistema defensivo da SELEÇÃO, estão o lateral-direito Paulo César, do Grêmio Prudente, que fez um gol na vitória contra o Grêmio e foi bastante participativo no jogo, o zagueiro Leandro Euzébio, do Fluminense, que demonstrou muita segurança e conseguiu conter o ímpeto do jovem time santista, além do lateral-esquerdo Egídio, do Vitória, que foi totalmente decisivo no triunfo dos baianos contra o São Paulo, já que deu duas assistências para gols.

A dupla de volantes é formada por Marcos Assunção, do Palmeiras, que repetiu o feito da última rodada e se manteve na SELEÇÃO por dois motivos: foi bem na marcação e continua sendo muito perigoso nas bolas paradas. Junto à ele está Arouca, do Santos, que mesmo com o insucesso do Peixe, fez uma ótima partida contra os cariocas, foi firme na marcação e muito eficiente na armação dos contra-ataques. O outro meio-campista eleito foi o meia Caio, do Avaí, que fez dois gols e comandou a equipe catarinense na vitória sobre o Palmeiras.

O ataque escolhido é formado por Alan, do Fluminense, que pouco apareceu no jogo, mas foi decisivo na hora mais necessária e fez o gol da vitória do Tricolor fora de casa, resultado esse que colocou os cariocas na vice-liderança do torneio. Seu companheiro no sistema ofensivo é o atacante Roberto, outro que garantiu seu lugar na lista por ter sido decisivo novamente, se movimentando bastante durante o jogo e deixando sua marca no final da partida.

Pelo conjunto da obra, o técnico Antônio Lopes, do Avaí, foi o mais eficiente. Além de ter armado de forma interessante sua equipe, o ‘Delegado’ venceu o duelo particular com o ex-companheiro de Seleção Brasileira, o palmeirense Luiz Felipe Scolari, e com as duas vitórias nas duas últimas rodadas, colocou os catarinenses na 6ª posição na tabela.

Read Full Post »

A Copa do Mundo é um fenômeno. Aqueles que gostam e acompanham diariamente futebol, esperam durante quatro (longos) anos até o próximo mundial. O tempo parece não passar. Sexta-feira começará um torneio especial. O primeiro no continente africano, a 19ª edição. O mundo ficará ligado no torneio entre as melhores seleções do planeta e até mesmo aqueles que não se ligam muito, quando chega essa época compram bandeiras, marcam encontros com os amigos para assistir aos jogos, etc.

Depois da introdução, vamos ao objetivo deste texto. Como um apaixonado por futebol, contarei aqui a história das ‘minhas’ Copas do Mundo. Como nasci nos primeiros dias do ano 1987, o primeiro mundial que esteve a minha alçada foi o de 1990, na Itália.

Com três anos, não me recordo de quase nada. Tudo que sei sobre a Copa que sagrou a Alemanha tricampeã do mundo, só sei por ler, assistir, ouvir e absorver todas as informações sobre aquele ano. Mas uma coisa deve ser ressaltada: tenho a vaga lembrança do jogo entre Brasil e Argentina, nas oitavas-de-final, quando nossos hermanos nos venceram por 1 a 0, com passe de Maradona e gol de Caniggia. Mesmo muito novo, lembro-me desse dia, de ter assistido ao jogo com meu pai. Curioso, não?

Depois disso, a minha primeira Copa do Mundo foi a de 1994, nos EUA. Ali, eu já com sete anos, recordo-me de tudo, de todos os lances e, principalmente, das alegrias. Me preparei para o mundial, colecionei o álbum de figurinhas, desenhei em inúmeros papéis escalações e coisas relacionadas as equipes que jogaram àquela Copa.

Desde criança, sempre fui apaixonado por uma posição em especial: os goleiros. Meus primeiros ídolos foram ninguém menos que Zetti e Taffarel. Queria ser como eles quando crescesse. Me inspirava neles e achava maravilhoso vê-los atuar. O Zetti no São Paulo e o Taffarel na Seleção Brasileira. Na Copa de 1994, minha felicidade foi em dobro, já que ambos foram convocados para o mundial. E o melhor: Taffarel foi um dos principais destaques da conquista do tetracampeonato. Lembranças maravilhosas!

Quatro anos mais tarde era a vez da Copa do Mundo da França, em 1998. Já tinha 11 anos, meu leque de informações sobre jogadores e equipes aumentara consideralvemente em relação ao último mundial. Taffarel lá estava novamente e, para variar, não fez feio. Foi brilhante em vários momentos, mas especialmente nas semifinais contra a Holanda, quando pegou tudo nos 120 minutos e defendeu dois pênaltis, levando o Brasil para mais uma final! O desfecho todos sabem, mas o eterno camisa 1 não pôde fazer nada.

Essa Copa ficou marcada na minha lembrança pela alegria de ver Taffarel honrando a posição de goleiro e pela tristeza  da derrota. Um pré-adolescente como era na época, não entenderia jamais os fatores extra-campo que fizeram nossa seleção perder de forma tão contundente. Infelizmente!

Em 2002, o mundial de futebol chegou à Ásia. Aos 15 anos, no auge da adolêscencia, este blogueiro teve o prazer de acompanhar mais uma Copa do Mundo de cabo a rabo. Como não trabalhava ainda, passei madrugadas em claro assistindo a jogos e mais jogos. Uma emoção sem igual. As lembranças? As melhores possíveis, novamente. Taffarel havia envelhecido e a troca na meta era necessária. Quem substituiria um arqueiro tão acostumado com a camisa amarela? Marcos!

Mesmo em meio a protestos, Marcos chegou calado, trabalhou, trabalhou e… venceu! Já gostava do ‘Marcão’ desde dos idos de 1998 e mesmo não sendo palmeirense, torci muito por ele na Copa Libertadores de 1999. Não pelo time arquirival, mas por um goleiro ainda novo que se transformaria numa lenda anos mais tarde. Marcos foi fundamental  na conquista do pentacampeonato. Calou os críticos e voltou para o Brasil como campeão do mundo. Fantástico e inesquecível.

A Copa do Mundo da Alemanha, em 2006, não me remete nada em especial. Se fosse o técnico brasileiro na época, colocaria Rogério Ceni como titular da equipe, já que o arqueiro tricolor vivia ótima fase naquele tempo. Isso é apenas uma observação, já que Dida em nada comprometeu, nada mesmo. Mas depois de tantas lambanças dos jogadores, da comissão técnica e dos dirigentes, a derrota para a França nas quartas-de-final não foi doída como a de 1998. Muito disso deveu-se ao fato de eu já ter 19 anos, ter ’vivido’ de tudo um pouco no futebol e saber ser coerente, não me enganar e saber apurar os fatos.

Bem, chegamos a 2010. Como já dito, será uma Copa do Mundo especial, em todos os aspectos. Nós, brasileiros, temos muitas coisas em comum com o povo africano e isso me fascina. Então, nada melhor do que a competição mais fascinante do planeta, ser disputada num continente maravilhoso e com uma natureza exuberante como a África. Mesmo não concordando em alguns aspectos com nosso treinador, confio na seleção e acho que a preparação mais organizada pode ser positiva. É óbvio que isso não nos garantirá o hexacampeonato, mas já é um bom começo.

Como vocês devem ter percebido, sou apaixonado pela genialidade, frieza e elasticidade dos goleiros. Dos nossos jogadores atuais, gosto bastante do Luís Fabiano, Nilmar, Daniel Alves e Juan. Mas o meu ídolo do momento é Júlio César. O melhor goleiro do mundo e nossa segurança lá atrás. Confio no nosso arqueiro e da mesma forma que Zetti (mesmo sem ter jogado uma partida sequer de Copa do Mundo), Taffarel e Marcos ganharam minha idolatria e através de suas conquistas se transformaram em ídolos eternos, gostaria muito que Júlio César tivesse o mesmo caminho. Para a minha felicidade e para todos os brasileiros.

Todas as ‘minhas’ histórias das Copas do Mundo, todo o fanatismo, paixão e reconhecimento, foram contemplados no ano passado, em 2009. Em questão de dois meses, tive o imenso prazer de conhecer pessoalmente Zetti, Taffarel, Marcos e Júlio César. Momentos inesquecíveis, únicos e que para sempre estarão guardados na minha lembrança.

Conte você também suas histórias das Copas do Mundo. Compartilhe conosco suas lembranças e aquilo que marcou sua vida nos mundiais. Comente!

Read Full Post »

Por: Erik Rodrigues*

Kléber é um jogador muito bom. Brigador, raçudo, oportunista. Revelado pelo São Paulo, teve grande destaque no time do Palmeiras de 2008. O atleta se identificou com a torcida e caiu nas graças dos palmeirenses por sua dedicação e empenho durante as partidas, além da qualidade técnica.

Depois de dois anos, Kleber retorna ao Palestra com status de “salvador da pátria”. Embora ele mesmo já tenha dito que não é isso, o clube está utilizando a chegada do “Gladiador” para mostrar serviço a uma insatisfeita e preocupada torcida.

Está claro que a direção do clube quer encobrir os erros que tem cometido nos últimos tempos com a vinda do atacante. O presidente Luiz Gonzaga Belluzzo assumiu com grande expectativa de mudança e melhora no destino do Palmeiras. Mas sua inexperiência, somada a certo fanatismo de torcedor e brigas políticas intermináveis, causaram uma sucessão de erros.

A saída conturbada de Vanderlei Luxemburgo, a perda do título brasileiro quase ganho no ano passado e a saída do gerente de futebol Toninho Cecílio são alguns exemplos deste desequilíbrio que toma conta da direção alviverde. Isso sem contar o elenco fraco que não corresponde às tradições palmeirenses em campo.

A chegada de um jogador identificado com a torcida deve ser comemorada, mas não exaltada como a solução de todos os problemas. E nem deve servir para encobrir os erros do passado. O torcedor palmeirense, já há algum tempo muito atento aos males que rondam o clube nos últimos anos, deve ficar ligado e cobrar ainda mais empenho e trabalho sério de seus diretores.

* Erik Rodrigues é jornalista e são-paulino.

Read Full Post »

As duas principais divisões do Campeonato Brasileiro tiveram seus últimos jogos antes da Copa do Mundo neste final de semana. Séries A e B tiveram sete rodadas e agora só terão os próximos jogos depois da decisão do mundial, dia 11 de julho.

Na série A, o Corinthians fez o que dele se esperava. Depois de ser eliminado da Copa Libertadores, principal objetivo da temporada, o Campeonato Brasileiro se tornou obrigação para o time do Parque São Jorge. Com cinco vitórias e dois empates, o Timão somou 17 pontos e ficará, pelo menos nos próximos 38 dias, na liderança da competição.

A grande surpresa do torneio até o momento vem do Nordeste. Recém-promovido à primeira divisão, o Ceará surpreendeu e fez a mesma campanha que o Corinthians, ficando na segunda posição apenas por ter um gol a menos de saldo. Mesmo que não consiga se manter entre os primeiros até dezembro, o Vovô tem grandes chances de fazer campanha intermediária e conquistar a vaga na Copa Sul-Americana no ano que vem, o que já será uma vitória.

Na terceira posição, outra surpresa. Muricy Ramalho chegou ao Fluminense num período ruim, foi eliminado da Copa do Brasil e as coisas pareciam rumar para o mesmo fim que 2009, quando o clube lutou até a última rodada para se manter na primeira divisão. Ledo engano. Em pouco tempo, o tricampeão brasileiro mudou a forma do time jogar, os atletas melhoraram o rendimento e a confiança fez com que o Tricolor terminasse essa primeira etapa do Brasileirão com quatro vitórias consecutivas e a terceira colocação assegurada. Até aqui foram cinco vitórias e duas derrotas.

O Santos, apontado como o principal favorito para o título, também não fez feio. Com três vitórias, três empates e somente uma derrota, o Peixe passará a Copa do Mundo na quarta colocação. Depois do mundial, o alvinegro disputará a decisão da Copa do Brasil contra o Vitória e ainda tentará o terceiro título nacional.

Atrás do Santos aparece outra surpresa do campeonato, o Guarani. Também vindo da segunda divisão neste ano, o Bugre figura na quinta colocação, com 12 pontos e com o atacante Roger, artilheiro do certame com seis gols. Depois de tantos anos penando nas divisões inferiores, o Guarani tem grandes chances de se firmar na série A e manter o mesmo ritmo no segundo semestre.

Outros postulantes ao título também fazem campanha razoável como são os casos de São Paulo (), Flamengo () e Cruzeiro (11º). O Palmeiras (10º), em meio a tantas crises e polêmicas, até que não faz má campanha.

Os destaques negativos ficam por conta do Internacional (16º) que somou apenas sete pontos em sete jogos e depois do mundial, além de ter de se preocupar com a semifinal da Libertadores contra o São Paulo, terá que melhorar bastante seu rendimento para figurar nas primeiras posições da tabela. Além dos gáuchos, os três Atléticos passarão a Copa do Mundo na zona de rebaixamento do Brasileirão.

O Atlético-PR (17º), que nas últimas temporadas vêm colecionando fracassos e campanhas pífias, parece que fará o mesmo papel em 2010. Já o Atlético-MG (18º), que tem no banco de reservas um treinador todo confiante e que prometeu conquistar o título nacional para os mineiros, vai descendo ladeira abaixo. O Galo somou apenas seis pontos em sete rodadas, com duas vitórias e cinco derrotas.  Lá embaixo, na lanterna do torneio, figura o Atlético-GO (20º), que fez boa campanha na Copa do Brasil, perdeu a força e só venceu um jogo até aqui. No meio das três equipes atleticanas, aparece o Vasco (19º), que retornou à série A neste ano e, se não tomar jeito, voltará para a divisão inferior do Brasileirão.

SÉRIE B

O ‘Brasileirinho’ fechou a 7ª rodada sem nenhuma surpresa. O Paraná é líder com 15 pontos (5V e 2D), seguido por América-MG, Coritiba e Náutico, ambos com campanhas semelhantes (14 pts, 4V, 2E e 1D), separados apenas pelo saldo de gols.

Outras equipes que sonham em voltar à séria A precisam melhorar. Figueirense (), Portuguesa (), Bahia (), São Caetano (), Sport (14º), Santo André (15º) e Ponte Preta (16º) ainda fazem campanha irregular e têm a chance de melhorar durante a pausa para a Copa do Mundo.

Na zona do rebaixamento, figuram equipes medianas como América-RN (17º), Ipatinga (18º), Duque de Caxias (19º) e Vila Nova-GO (20º). No quesito artilharia, Eduardo, do São Caetano,  segue na frente, isolado, com seis gols anotados.

Agora, resta aos torcedores se prepararem para o início da Copa do Mundo e voltarem todas as energias positivas para a Seleção Brasileira. Aqueles não-patriotas, estarão ligados em sua seleção preferida. O Brasileirão e o Brasileirinho dão uma pausa, mas o futebol continuará acontecendo com altas doses de emoção nos gramados da África do Sul.

E aí torcedor, o que você achou dessas sete rodadas iniciais do Brasileirão e do Brasileirinho? Será que os que figuram na parte de cima da tabela se manterão lá até o final? E quem está embaixo, tem chances de melhorar? Opine!

Read Full Post »

Older Posts »