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Posts Tagged ‘Santos’

Por: Erik Rodrigues

Na Vila Belmiro, Santos e Vitória disputaram a partida de ida da final da Copa do Brasil. O Peixe voltou da parada da Copa do Mundo sem apresentar o excelente futebol do primeiro semestre. Ganhou apenas uma partida e perdeu as outras três pelo Brasileirão. Já o time baiano voltou embalado, apesar de vencer apenas um jogo e empatar três no torneio nacional.

A partida começou com o Santos mostrando o ímpeto ofensivo do primeiro semestre, com Neymar, Ganso, Robinho e André se movimentando muito e confundindo a defesa adversária. Tanto que Schwenck e Anderson Martins levaram cartão amarelo com dez minutos. Aos 12, foi da vez de Ganso acertar a trave em cobrança de falta. Com a pressão aumentando, o gol saiu logo em seguida. Pará avançou pela direita e cruzou na medida para Neymar que, meio de peito e de barriga, empurrou para o fundo da rede. Foi o 11º gol dele na competição, artilheiro isolado.

O Peixe manteve-se no ataque e criou outras ótimas chances para ampliar. Aos 17 minutos, Alex Sandro cruzou e Robinho mandou para fora. Percebendo que seria massacrado se continuasse na defensiva, o Vitória adiantou a marcação no meio campo e conseguiu equilibrar um pouco a partida. O técnico Ricardo Silva teve que trocar Rafael Cruz, lesionado, por Bida. O time baiano conseguiu chegar ao gol santista, mas sem levar muito perigo. Antes do fim da primeira etapa, André ainda perdeu boa oportunidade.

No segundo tempo, o panorama não mudou. Os donos da casa continuaram no ataque, sem dar chances ao rubro-negro. Neymar e Ganso perderam chances claras de gol, praticamente dentro da pequena área. Acuado, o Vitória trocou o experiente Ramon por Renato Cajá, na tentativa de explorar os contra-ataques. Mas a troca não deu certo e o Peixe continuava mandando no jogo. Esse domínio teve resultado aos 28, quando Neymar pedalou dentro da área e foi derrubado por Wallace. Pênalti que o próprio Neymar cobrou, com cavadinha, para defesa tranquila do goleiro Lee. Alguns torcedores passaram a vaiar o atacante quando ele tocava na bola.

O técnico Dorival Junior mexeu no time e tirou Robinho e Ganso, para as entradas de Zé Eduardo e Marquinhos. E alguns torcedores gritaram “burro” para o treinador quando Ganso deixou o campo. Mas Marquinhos mostrou que poderia corresponder e marcou o segundo gol santista, aos 38 minutos, em bela cobrança de falta. Com a vantagem, o Santos passou a administrar o jogo e o Vitória não levou perigo ao gol de Rafael. Fim de jogo e vitória merecida do time da Vila, pois apresentou mais uma vez um futebol ofensivo e ousado, sempre em busca do gol e que dá gosto de ver. Na próxima quarta-feira (04/08), os dois times voltam a se enfrentar no Barradão, em Salvador, e o Peixe pode até perder por um gol de diferença que ficará com o título inédito da Copa do Brasil.

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O novo treinador da Seleção Brasileira, Mano Menezes, foi apresentado oficialmente hoje no Rio de Janeiro e logo de cara já fez sua primeira convocação, visando o jogo contra os Estados Unidos, no próximo dia 10 de agosto, em Nova Jersey. Como era esperado, o técnico reciclou completamente a equipe, abriu espaços para os jovens e deixou de lado a maioria dos jogadores que disputaram a última Copa do Mundo.

Acatando ordens da CBF e, principalmente, do torcedor brasileiro que clamava por mudança, Mano Menezes fez o que dele se esperava. A média de idade da atual Seleção Brasileira é de 23,1 anos, bastante inferior a da equipe que disputou o último Mundial, que era de 29,3 anos. O MFC considerou a lista positiva (veja abaixo uma análise dos selecionados) e agora é a hora dos jovens mostrarem serviço com a camisa brasileira. Os únicos remanescentes do fracasso brasileiro na África do Sul são os também jovens Ramires, Thiago Silva, Daniel Alves e Robinho.

Para o gol, o treinador convocou Victor, do Grêmio, Jefferson, do Botafogo, e Renan, do Avaí. Três boas escolhas. O goleiro gremista vem se destacando há um bom tempo e deveria ter ido à Copa do Mundo. Mesmo aos 27 anos, essa é uma idade madura para um goleiro. Jefferson e Renan foram as surpresas. Através do goleiro, o Botafogo conseguiu colocar um jogador no selecionado brasileiro após 12 anos, já que os últimos que jogaram pela Seleção e atuavam com a camisa do alvinegro foram o atacante Bebeto e o zagueiro Gonçalves, em 1998. Renan, o mais jovem dos três, vem apresentando muita qualidade no Campeonato Brasileiro e, mesmo ainda tendo muito a aprender, já demonstra ser um goleiro seguro e com um bom futuro pela frente.

Nas laterais, os escolhidos foram Daniel Alves, do Barcelona, Rafael, do Manchester United, André Santos, do Fenerbahçe, e Marcelo, do Real Madrid. Na direita, boas escolhas. Maicon é sem dúvidas o melhor lateral-direito do mundo, mas é importante testar outras peças. Daniel Alves é titular do Barcelona, já demonstrou potencial e deve ser o titular no amistoso. Rafael, por sua vez, tem apenas 20 anos, saiu do Fluminense muito cedo e, aos poucos, vem ganhando confiança na Inglaterra.

Marcelo fez o mesmo caminho. Saiu das Laranjeiras, tem 22 anos, e é titular do Real Madrid. Além disso, poderia ter ido à Copa como titular, não fosse a teimosia de Dunga. O caso de André Santos é um pouco mais complicado. Antes homem de confiança de Dunga, o lateral se envolveu em um escândalo sexual na Turquia e perdeu seu espaço. Entretanto, Mano Menezes o conhece bem dos tempos de Corinthians e lhe deu uma nova chance.

No setor defensivo, os selecionados foram os zagueiros Henrique, do Racing Santander, Thiago Silva, do Milan, Réver, do Atlético-MG, e David Luís, do Benfica. Henrique foi muito bem pelo Coritiba, chegou ao Palmeiras e também fez bons jogos, até que foi vendido ao Barcelona, que o emprestou ao Racing Santander. Zagueiro clássico e seguro que pode ajudar o Brasil. Thiago Silva dispensa apresentações, esteve na Copa do Mundo como reserva, mas já é titular do Milan e parece ser nosso melhor defensor da lista.

O zagueiro Réver é uma incógnita. Após fazer boas temporadas pelo Grêmio, o jogador foi vendido ao Wolfsburg, da Alemanha, mas não disputou um jogo sequer com a camisa do clube alemão, até ser cedido ao Atlético-MG, clube pelo qual o defensor se apresentará esta semana. Mano confia nele e o conhece desde a época do Grêmio, mas existem outros atletas no mercado mais qualificados que ele.  Desconhecido da grande maioria dos brasileiros, o zagueiro David Luís também foi lembrado. Jovem jogador do Benfica, o atleta começou a carreira no Vitória, da Bahia, e também passou pelas divisões de base da Seleção Brasileira. Uma boa aposta.

No meio de campo, os nomes agradaram. O volante Lucas, do Liverpool, tem bom desempenho na Europa e também pela Seleção, já que participou dos Jogos Olímpicos, em 2008. Ramires continuou na equipe brasileira, já que foi um dos poucos que se destacou no Mundial e vem jogando bem pelo Benfica. Carlos Eduardo, do Hoffenheim, da Alemanha, também foi lembrado. O jogador atuou sob o comando de Mano Menezes no Grêmio e já fez três boas temporadas pelo clube alemão. Paulo Henrique Ganso, do Santos, dispensa comentários e, novamente, não fosse a teimosia do antigo treinador, era nome certo no time que foi à África do Sul. Sandro, do Internacional, e Hernanes, do São Paulo, já demonstram há um bom tempo serem jogadores maduros e que, ao que tudo indica, terão lugar cativo na Seleção Brasileira daqui pra frente.

Outro ‘desconhecido’ do povo brasileiro é o meia Ederson, do Lyon. O paulista começou sua carreira no Rio Grande do Sul, com passagens pelo RS Futebol, Internacional e Juventude, indo depois para o time francês. Titular absoluto e camisa 10 do Lyon, o jogador mereceu a chance muito pela boa campanha na Liga dos Campeões. Talvez o único nome pouco entendido foi o de Jucilei, do Corinthians. Mesmo sendo um bom jogador e versátil nos mais variados esquemas, o corintiano é reserva na equipe que Mano Menezes comandou até ontem, portanto, o mais sensato seria convocar o volante Elias, que se destaca há um bom tempo e que é o titular da posição no ex-clube do atual treinador do Brasil.

No ataque, ótimas apostas. O trio do Santos (Neymar, André e Robinho) fez um primeiro semestre incrível e virou manchete em todo o mundo. Robinho, mesmo jovem, já é bastante experiente. Já se demonstrou mais maduro durante a Copa do Mundo e, daqui para frente, será um dos líderes desta equipe. Neymar é outro que dispensa comentários e também deveria ter ido ao Mundial. André, companheiro dos dois no alvinegro praiano, pode ser considerado uma surpresa, mas o seu faro de gol e oportunismo já fez com que o Dínamo de Kiev, da Ucrânia, apostasse em seu talento e levasse mais uma joia do futebol brasileiro para o Velho Continente.

Aos 20 anos, Alexandre Pato, do Milan, é outro que despontou muito cedo no futebol, foi vendido ao Milan e atualmente é titular do time italiano. O mais velho dos atacantes é Diego Tardelli, do Atlético-MG, que há muitas temporadas demonstra ser um artilheiro nato e que chegou a ficar na lista de espera de Dunga para a Copa do Mundo.

Num modo geral, a convocação de Mano Menezes foi satisfatória. Dos 24 jogadores convocados, apenas cinco têm idade superior a 25 anos, o que é algo importante. Além disso, outros sete atletas possuem idade olímpica, outro adendo importante, já que daqui a dois anos acontecerá as Olimpíadas de Londres. O trabalho será árduo, mas com tantos talentos, basta Mano Menezes ser sensato, chamar quem realmente merece ir e que não convoque este ou aquele por afinidade ou lealdade, como vimos recentemente.

E você torcedor, o que achou da lista? Quem você colocaria? Quem tiraria? A convocação foi justa? Opine!

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Ricardo Gomes é treinador do São Paulo desde o dia 20 de junho de 2009. Chegou ao Tricolor para apagar um incêndio e, mesmo contestado, vem seguindo no cargo. Porém, após uma série de três resultados negativos, o “francês”, como é conhecido, se tornou um dilema para a diretoria do São Paulo. Às vésperas da semifinal da Copa Libertadores da América, que começa a ser decidida a partir da próxima quarta-feira, os cardeais são-paulinos não sabem o que fazer. Muitos querem a cabeça do técnico, outros defendem a permanência por falta de tempo hábil para outro comandante assumir o posto e, o presidente Juvenal Juvêncio, aparentemente faz vistas grossas e não se pronuncia.

O ex-zagueiro do Fluminense e da Seleção Brasileira assumiu o cargo em 2009 num momento caótico, após o Tricolor ter sido eliminado pelo Cruzeiro na Copa Libertadores da América e a diretoria ter rompido o contrato com Muricy Ramalho. Ricardo Gomes pegou a equipe do Morumbi lá embaixo na tabela do Brasileirão-09 e, por muito pouco, não conseguiu o heptacampeonato nacional. Fez uma boa campanha, é verdade, mas desde sempre foi muito criticado pela torcida e também pela imprensa paulista.

Neste ano, mesmo perdendo todos os clássicos que disputou, o treinador conseguiu levar o time às semifinais do Campeonato Paulista (o único grande clube da Capital à chegar nesta fase). Na Copa Libertadores da América, apesar de o São Paulo estar na semifinal, a equipe passou por maus bocados na primeira fase, quase foi eliminada pelo inexpressivo Universitário, do Peru, nas oitavas de final e, só apresentou um futebol convincente nas duas vitórias sobre o Cruzeiro, na fase de quartas de final. No torneio nacional, o São Paulo figura na modestíssima 13ª posição e vem de uma série de três resultados negativos após a parada para a Copa do Mundo.

Tais resultados geraram muita reclamação da torcida são-paulina e também nos corredores do Morumbi, de gente influente que comanda o clube. Que o técnico não é unanimidade não é novidade, mas o caso que acontece desde ontem é muito curioso. Após o frustrante empate contra o Grêmio Prudente, na noite de quarta-feira, alguns membros da diretoria do Tricolor se reuniram e decidiram demitir o treinador. Porém, a divergência de opiniões se arrastou por toda a quinta-feira.

“Eu não tenho nenhuma definição. Pode acontecer uma mudança, uma transformação, mas longe do que estão dizendo”, disse Carlos Augusto de Barros Silva, vice-presidente de futebol e mais conhecido como Leco. Por outro lado, o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes continuou bancando o treinador: “Eu posso lhe garantir que nada mudará. Conversei pela manhã com o presidente Juvenal Juvêncio, que não está em São Paulo (está em Brasília) e o seguimos dando total respaldo ao trabalho do Ricardo. Estou lhe garantindo que ele comanda o time no próximo domingo, contra o Santos”.

Avesso as manifestações, Ricardo Gomes cumpriu suas obrigações, apareceu logo cedo no CT da Barra Funda e durante a tarde comandou o treino de seus jogadores. Foi embora sem dar entrevistas e, no início da noite, as especulações voltaram com tudo. O repórter da rádio Jovem Pan, Marcello Lima, que havia confirmado durante a tarde que o treinador Ricardo Gomes seria demitido, continuou defendendo sua notícia e ainda colocou mais um adendo. Segundo as fontes do jornalista, Dunga, o ex-técnico da Seleção Brasileira, já está contratado pelo São Paulo e se apresentará na próxima segunda-feira, dois dias antes da decisão com o Internacional. O comentarista Flávio Prado, também da Jovem Pan, confirmou a informação do colega e deu como certa a vinda do novo técnico.

Porém, um pouco depois, o São Paulo, por meio de João Paulo de Jesus Lopes, tratou de desmentir as informações e foi categórico em entrevista concedida ao repórter Alex Müller, da rádio Bandeirantes. “Existem pessoas querendo instaurar crise no clube. O Ricardo está garantido no cargo ao menos até o jogo de volta contra o Inter (dia 5 de agosto, pela Libertadores). O Dunga não tem o perfil do São Paulo. A entidade o respeita por ele ter um perfil vencedor como jogador, mas não tem o perfil para ser treinador do São Paulo”.

Diversos jornais e sites pelo Brasil afora dão como certa a contratação de Dunga e, principalmente, a demissão de Ricardo Gomes num momento crucial da temporada. Independente do que aconteça, o certo é que a diretoria do São Paulo, tão famosa pela organização e planejamento, está pisando na bola. Ricardo Gomes foi contratado às pressas. Já chegou ao clube com a fama de inexperiente e pouco a pouco comprovou isso. Não foi capaz de dar um padrão para o time, mexeu na equipe quando não precisava e, quando era necessário, não o fez.

Entretanto, isso quem teria que ter percebido era o presidente Juvenal Juvêncio e sua trupe. Se fosse para demitir o técnico, isso deveria ter sido feito antes da parada para a Copa do Mundo, já que o novo comandante assumiria o elenco e teria tempo de sobra para treinar e implantar seu estilo. Agora, a cinco dias do jogo mais importante da temporada, a mudança seria péssima. Em todos os aspectos. Dunga ou qualquer outro treinador que venha a assumir o cargo, não terá tempo para fazer nada. Apenas vestirá o agasalho e sentará no banco de reservas. Não terá intimidade com os jogadores e não conseguirá nem decorar o nome de todos. Isso é ruim para os atletas também, que já estão acostumados com o jeito de Ricardo Gomes e não terão o mínimo de abertura com o novato.

Os muitos erros de todas as partes podem custar caro para o São Paulo. O Internacional, adversário da próxima semana, fez o que o Tricolor deveria ter feito. Mudou o comando antes do Mundial, deu tempo para Celso Roth trabalhar e os resultados já começam a aparecer. Em três jogos foram três vitórias. Independente do que aconteça nesta sexta-feira e nos próximos dias no São Paulo, a equipe paulista chegará fragilizada no confronto, enquanto os gaúchos chegarão confiantes e com a faca e o queijo na mão. Aguardemos os novos capítulos.

E você torcedor, o que pensa sobre o assunto? O São Paulo fará certo em demitir Ricardo Gomes? Dunga é um bom nome para substituí-lo? Deixe sua opinião!

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A 9ª rodada do Campeonato Brasileiro apresentou uma predominância de triunfos das equipes que jogaram em casa. Vitória, Vasco, Corinthians, Avaí, Internacional, Cruzeiro e Grêmio Prudente fizeram valer o fato de serem mandantes e somaram três pontos na competição. As únicas exceções foram Atlético-GO, que perdeu em Goiânia para o Flamengo e o Santos, que em plena Vila Belmiro, foi derrotado pelo Fluminense. Botafogo e Guarani empataram. 

Dessa forma, o MFC apresenta a SELEÇÃO dos melhores jogadores da rodada, com destaque para o líder e invicto Corinthians, que colocou três jogadores na lista.  A começar pelo goleiro Júlio César, que fez boas defesas na vitória sobre o Atlético-MG e parece ter assegurado a vaga de titular do Timão, após a saída de Felipe. O sucesso alvinegro, que manteve a liderança do Brasileirão, também apareceu na zaga. O zagueiro e capitão Willian se destacou e fez com que seu time terminasse mais uma rodada sem sofrer gols. Como não podia deixar de ser, o meia Bruno César também está na SELEÇÃO da rodada. O ex-jogador do Santo André demonstrou muita habilidade, fez inúmeras assistências para seus companheiros e ainda fez o gol da vitória corintiana.

Completando o sistema defensivo da SELEÇÃO, estão o lateral-direito Paulo César, do Grêmio Prudente, que fez um gol na vitória contra o Grêmio e foi bastante participativo no jogo, o zagueiro Leandro Euzébio, do Fluminense, que demonstrou muita segurança e conseguiu conter o ímpeto do jovem time santista, além do lateral-esquerdo Egídio, do Vitória, que foi totalmente decisivo no triunfo dos baianos contra o São Paulo, já que deu duas assistências para gols.

A dupla de volantes é formada por Marcos Assunção, do Palmeiras, que repetiu o feito da última rodada e se manteve na SELEÇÃO por dois motivos: foi bem na marcação e continua sendo muito perigoso nas bolas paradas. Junto à ele está Arouca, do Santos, que mesmo com o insucesso do Peixe, fez uma ótima partida contra os cariocas, foi firme na marcação e muito eficiente na armação dos contra-ataques. O outro meio-campista eleito foi o meia Caio, do Avaí, que fez dois gols e comandou a equipe catarinense na vitória sobre o Palmeiras.

O ataque escolhido é formado por Alan, do Fluminense, que pouco apareceu no jogo, mas foi decisivo na hora mais necessária e fez o gol da vitória do Tricolor fora de casa, resultado esse que colocou os cariocas na vice-liderança do torneio. Seu companheiro no sistema ofensivo é o atacante Roberto, outro que garantiu seu lugar na lista por ter sido decisivo novamente, se movimentando bastante durante o jogo e deixando sua marca no final da partida.

Pelo conjunto da obra, o técnico Antônio Lopes, do Avaí, foi o mais eficiente. Além de ter armado de forma interessante sua equipe, o ‘Delegado’ venceu o duelo particular com o ex-companheiro de Seleção Brasileira, o palmeirense Luiz Felipe Scolari, e com as duas vitórias nas duas últimas rodadas, colocou os catarinenses na 6ª posição na tabela.

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Por: Erik Rodrigues*

Eslováquia 0 X 2 Paraguai

Eslováquia e Paraguai se enfrentaram pela segunda rodada do grupo F em busca da primeira vitória na Copa do Mundo, no estádio Free State, em Bloemfontein. Os paraguaios vinham de um bom empate na estreia contra a Itália. Os eslovacos também empataram na primeira rodada, com a Nova Zelândia. A novidade no time sul-americano era a escalação de mais um atacante, Roque Santa Cruz.

E a mudança surtiu efeito logo de cara, pois o time do técnico Gerardo Martino começou o primeiro tempo no ataque. Roque Santa Cruz arriscou da entrada da área, a bola desviou na zaga e o goleiro Mucha teve de se esforçar para fazer a defesa.

E este seria o panorama da primeira etapa, com domínio total dos paraguaios. A Eslováquia não arriscava e formava um paredão para evitar o gol do adversário. O Paraguai partia para cima com Riveros, Lucas Barrios e Nelson Valdez, mas a bola não entrava.

Até que aos 28 minutos, o zagueiro Skrtel falhou e a bola ficou com Barrios, que passou para Vera bater de primeira e abrir o placar. O gol fez justiça ao time que procurou mais o ataque. Mas os eslovacos acordaram e ao menos demonstravam mais vontade, mesmo errando muitos passes. Tanto que aos 37 minutos, a equipe da Europa conseguiu dar uma cabeçada ao gol, com Salata.

No segundo tempo, o Paraguai se acomodou com a vantagem e ficou esperando as chances de contra-ataque aparecerem. E não havia com o que se preocupar, pois a Eslováquia tinha como principal adversária sua própria dificuldade técnica. Mesmo em ritmo mais lento, os paraguaios chegavam com mais perigo e estavam próximos do segundo gol.

E ele veio aos 41, após confusão na área entre Da Silva e Cardozo. A bola sobrou para Riveros que, da entrada da área, chutou forte no canto direito, sem chances para o goleiro Mucha. Com o resultado, o Paraguai chegou a quatro pontos e só precisa de um empate contra a Nova Zelândia, no dia 24, em Polokwane, para ficar em primeiro no grupo. Já a Eslováquia precisa vencer a atual campeã do mundo, Itália, também na quinta-feira, em Joanesburgo.

Itália 1 X 1 Nova Zelândia

Também pelo grupo F, Itália e Nova Zelândia jogaram pela segunda rodada, em Nelspruit. Os italianos queriam se recuperar do empate na estreia contra o Paraguai. Já os neozelandeses vinham empolgados com o empate na partida inicial contra a Eslováquia, conquistado de forma emocionante no final do jogo.

A partida começou truncada, com o time da Nova Zelândia marcando forte e diminuindo os espaços. E no segundo ataque dos “All Whites”, a surpresa: após cobrança de falta no lado esquerdo, Reid desviou, Cannavaro ajeitou sem querer e Smeltz, impedido, abriu o placar.

O gol deixou os italianos atônitos, tanto no campo quanto nas arquibancadas. Daí em diante, o jogo foi ataque contra defesa. Porém, com um time sem inspiração e talentos individuais, a Itália insistia em uma única jogada, a bola aérea para seus atacantes.

Aos 16 minutos, a “Azzurra” teve boa chance com Chiellini, mas o zagueiro não soube aproveitar. Na base da pressão, Zambrotta e Montolivo arriscaram de fora da área, mas sem sucesso. Com quase todo o time na defesa, a Nova Zelândia chamava os italianos para seu campo e as chances de gol aumentavam.

Tanto que aos 28 minutos, Criscito cruzou para a área e o volante Smith puxou De Rossi pela camisa. Um lance polêmico, mas o árbitro marcou pênalti, convertido por Iaquinta. Com o empate, a Itália buscou a virada, sempre com bolas aéreas ou chutes de longe. Porém, o máximo que conseguiu foi consagrar o goleiro Paston.

Na segunda etapa, o técnico Marcello Lippi trocou o discreto Gilardino por Di Natale. E logo no início ele bateu de primeira, exigindo boa defesa de Paston. Camoranesi, que também entrou no time, ajudava no toque de bola do meio campo, mas sem muita objetividade.

O drama italiano continuou o mesmo. Os europeus pressionavam com bolas erguidas na área e chutes de longe, mas sem sucesso. A ameaça de um novo empate fazia com que os jogadores tentassem resolver as jogadas sozinhos. Mas a baixa qualidade técnica da equipe ficava evidente a cada minuto passado.

Em raro momento de ousadia, a Nova Zelândia foi ao ataque pela esquerda. O meio campo Wood driblou Cannavaro com facilidade e bateu cruzado, assustando o goleiro Marchetti e os torcedores italianos. Mas o empate persistiu até o final.

O resultado deixa o time de Marcello Lippi em situação complicada, com apenas dois pontos em dois jogos. Na próxima rodada, a Itália joga sua sobrevivência no Mundial contra a Eslováquia, dia 24, em Joanesburgo, e precisa da vitória. A Nova Zelândia, também com dois pontos, encara o líder Paraguai no mesmo dia, em Polokwane.

Brasil 3 X 1 Costa do Marfim

Brasil e Costa do Marfim entraram em campo pela segunda rodada do grupo G. Os brasileiros venceram a Coreia do Norte na estreia e queriam o triunfo para garantir uma vaga. Já os marfinenses buscavam os primeiros três pontos no torneio. A seleção “Canarinho” escalou os mesmos jogadores da última partida. No time do técnico Sven-Göran Eriksson, a novidade era o atacante Didier Drogba, que começou como titular.

Logo no início, Kaká  mostrou que estava a fim de jogo e tabelou com Robinho. A bola ficou com o jogador do Santos que, mesmo com Kaká e Luis Fabiano bem posicionados, arriscou de fora da área e levou perigo ao gol de Barry. No entanto, a Costa do Marfim dominou os 15 minutos seguintes, não dando espaço para o time brasileiro elaborar as jogadas ofensivas.

O domínio dos “Elefantes” não resultava em conclusões a gol. O jogo ficou devagar, com a equipe de Dunga se defendendo e tentando o contra-ataque. Mas os erros de passe de seus meio-campistas não permitiam que as jogadas evoluíssem.

Aí, entrou em cena o talento e a movimentação de Kaká, que tantos esperavam. Em jogada pelo meio, ele tocou para Luis Fabiano, que devolveu de calcanhar e avançou. O meia do Real Madrid segurou um pouco e, no momento certo, lançou o centroavante brasileiro. Mesmo sem muito ângulo, o “Fabuloso” encheu o pé e abriu o placar.

O gol não melhorou o desempenho do Brasil, que continuou errando passes na intermediária. A Costa do Marfim, de forma contida, partiu para o ataque. Mas aí, o setor mais sólido do time brasileiro apareceu. Lúcio, Juan e Maicon evitaram que os adversários conseguissem uma conclusão mais perigosa ao gol de Júlio César. E assim terminou o primeiro tempo.

Na segundo etapa, nada de alterações. O time africano apertou a marcação e, mais uma vez, o Brasil não conseguia sair jogando. Até que Luis Fabiano, em dia inspirado, fez uma jogada bem ao seu estilo. Em uma mistura de trombada e habilidade, o atacante encarou a defesa marfinense e, usando os braços, saiu na cara do gol e bateu de pé esquerdo no canto de Barry.

O tento parece ter dado tranquilidade ao time de Dunga, que começou a encontrar espaços para trocar passes. A Costa do Marfim acusou o golpe e continuou sem ameaçar a meta brasileira. E, aos 17 minutos, esta superioridade se converteu no terceiro gol. Kaká, que voltou com mais disposição e atacando pelo lado esquerdo (como em seus bons tempos de Milan), levou a bola até a linha de fundo e cruzou rasteiro para o meio da área. Elano se antecipou à marcação e tocou para o fundo do gol.

Aos 33 minutos, a Costa do Marfim diminuiu com seu principal jogador, Drogba. O badalado atacante foi, mais uma vez, anulado por Lúcio, assim como o zagueiro brasileiro tinha feito pelas oitavas de final da UEFA Champions League deste ano. Mas encontrou um buraco na defesa brasileira e deixou seu gol.

Os marfinenses então passaram a apelar para a agressão. Sem espaço para avançar com perigo, distribuíram pancadas em Kaká, Luis Fabiano, Michel Bastos e Elano (que sentiu uma dividida e fui substituído por Daniel Alves). Aqui vale o registro para a omissão do árbitro francês Stephane Lannoy. O juiz literalmente deixou “o pau quebrar” em campo. Yaya Touré e Keita batiam em quem aparecesse pela frente

O nervosismo tomou conta dos brasileiros, que passaram a revidar. Para se ter uma ideia da raiva brasileira, Kaká levou dois amarelos e foi expulso. Com isso, o meia está fora do próximo jogo. Depois da confusão, o Brasil tocou a bola e esperou o final da partida.

Com seis pontos em dois jogos, o Brasil está classificado para a próxima fase da Copa do Mundo e aguarda apenas para saber se ficará em primeiro ou segundo lugar. No próximo dia 25, em Durban, o time brasileiro joga contra Portugal. A Costa do Marfim enfrenta a Coreia do Norte, em Nelspruit, no mesmo dia.

* Erik Rodrigues é jornalista e são-paulino.

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A Seleção Brasileira estreará hoje na Copa do Mundo de 2010. O primeiro adversário será a enigmática Coreia do Norte. Assim como acontece no país, as informações sobre a equipe asiática são escassas, já que o treinador fechou a maioria dos treinamentos na África do Sul.

Dessa forma, o MFC foi atrás de informações sobre a misteriosa seleção norte-coreana. O entrevistado do dia é o ex-jogador e atual treinador, Edu Marangon. Edu jogou futebol profissional por quase quinze anos, tendo passado por Portuguesa; Torino, da Itália; Nacional, do Uruguai; Porto, de Portugal; Santos; Palmeiras; Yokohama Flugels, do Japão; Inter de Limeira; Coritiba e Bragantino; além de ter jogado com a camisa da Seleção Brasileira.

Depois de pendurar as chuteiras, Edu Marangon se tornou treinador e já esteve à frente de equipes como Paraná, Juventus, Rio Claro, Atlético de Sorocaba e atualmente é o técnico do Sport Club Barueri.

Nesta entrevista, Edu Marangon relata como foi o amistoso entre Atlético Sorocaba e a Seleção da Coreia do Norte, ocorrido em novembro de 2009, quando ele era o comandante do clube interiorano. Também conta as características dos jogadores, o motivo de tanto mistério por parte dos asiáticos e também se a equipe de Dunga corre algum risco na partida. Confira a entrevista exclusiva ao MFC:

MFC: Edu, conte como foi o amistoso contra a seleção da Coreia do Norte?
Edu Marangon: O amistoso foi disputado no dia 05 de novembro de 2009, em Pyongyang, capital da Coreia do Norte. Primeiramente, o que mais impressionou foi a paixão do povo norte-coreano pelo futebol. O estádio estava lotado com 80 mil torcedores e mais de 20 mil pessoas ficaram do lado de fora, sem ingressos. No placar eletrônico, estava escrito ‘Brazil’ ao invés de Atlético Sorocaba. Eles trataram o jogo como um amistoso contra a seleção brasileira.

MFC: Quais as características da seleção norte-coreana?
EM: Falando do jogo em si, foi uma partida diferente. A equipe deles marca forte e tem uma saída de bola rápida no contra-ataque. Nossos jogadores sentiram um pouco, já que o gramado era sintético. O empate em 0 a 0 não traduziu o que foi o jogo, já que fomos superiores durante toda a partida e o goleiro deles fez defesas incríveis.

MFC: Como é o preparo físico dos jogadores norte-coreanos?
EM: Como eles não são altamente capacitados técnica e taticamente, o preparo físico deles é muito bom, típico dos jogadores asiáticos. Eu joguei por três anos no Japão (Yokohama Flugels) e senti isso na pele. Eles correm muito, são capazes de correr os 90 minutos e não se cansarem. O biótipo deles é diferente do nosso, eles têm uma condição muscular muito boa, o que faz com que as contusões sejam raras.

MFC: Quais os principais jogadores?
EM: O time deles não é bobo, mas também não tem grandes talentos. Eles têm um centroavante bom na bola aérea e forte fisicamente. Mas o principal jogador é o Rooney Asiático (Jong Tae-Se) mesmo, como a imprensa vem dizendo há alguns dias. Ele destoa do grupo, até por ser japonês de origem. É habilidoso, mescla velocidade e força e tem bom chute. Foi o único que me chamou a atenção.

MFC: Você que esteve lá por uma semana, me diga o porquê de tanto mistério?
EM: Bom, o país deles é completamente diferente dos outros. Não tem jeito. No futebol é normal um treinador fechar esse ou aquele treino para treinar uma jogada específica ou ensaiada, como fez o Dunga esses dias. Mas eles não estão fechando o treino para esconder o jogo, não. É assim mesmo que eles vivem lá. Isso ocorre pelo sistema político do país. Eles são privados de fazer muitas coisas. Para você ter ideia, tem até racionamento de água e energia na Coreia do Norte. É um país que ainda vive em regime ditatorial, então eles precisam seguir inúmeras regras, não podem desobedecer aos mandamentos do ditador (Kim Jong-il está no comando do país desde 1994).

MFC: Eles podem surpreender o Brasil no jogo de hoje?
EM: Teoricamente, não. Não creio nisso, pelo contrário, aposto que o Brasil vencerá facilmente o jogo pela qualidade dos nossos jogadores. Mas a seleção precisa ter atenção para não ser surpreendida. Creio que a zebra ocorrida na Copa de 1966 (quando a Coreia do Norte eliminou a Itália e só foi eliminada nas quartas de final contra a Seleção Portuguesa) não acontecerá de novo.

MFC: A Coreia do Norte tem alguma chance de se classificar no grupo G?
EM: Creio que não, até porque os outros três concorrentes são fortíssimos. Lembro que quando terminou o jogo contra eles, fui conversar com o treinador (Kim Jong-Hun) e perguntei como ele estava preparando a equipe para a Copa do Mundo. Na ocasião, ele disse que aguardaria o sorteio para definir, provando mais uma vez que as informações por lá são escassas, mesmo que naquela época eles nem imaginassem quem iriam enfrentar. Eles tiveram azar de cair num grupo com três escolas de futebol diferentes: sul-americana, europeia e africana. Ambas muito fortes e tradicionais. Creio que não conseguirão vencer nenhum jogo no Mundial.

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As duas principais divisões do Campeonato Brasileiro tiveram seus últimos jogos antes da Copa do Mundo neste final de semana. Séries A e B tiveram sete rodadas e agora só terão os próximos jogos depois da decisão do mundial, dia 11 de julho.

Na série A, o Corinthians fez o que dele se esperava. Depois de ser eliminado da Copa Libertadores, principal objetivo da temporada, o Campeonato Brasileiro se tornou obrigação para o time do Parque São Jorge. Com cinco vitórias e dois empates, o Timão somou 17 pontos e ficará, pelo menos nos próximos 38 dias, na liderança da competição.

A grande surpresa do torneio até o momento vem do Nordeste. Recém-promovido à primeira divisão, o Ceará surpreendeu e fez a mesma campanha que o Corinthians, ficando na segunda posição apenas por ter um gol a menos de saldo. Mesmo que não consiga se manter entre os primeiros até dezembro, o Vovô tem grandes chances de fazer campanha intermediária e conquistar a vaga na Copa Sul-Americana no ano que vem, o que já será uma vitória.

Na terceira posição, outra surpresa. Muricy Ramalho chegou ao Fluminense num período ruim, foi eliminado da Copa do Brasil e as coisas pareciam rumar para o mesmo fim que 2009, quando o clube lutou até a última rodada para se manter na primeira divisão. Ledo engano. Em pouco tempo, o tricampeão brasileiro mudou a forma do time jogar, os atletas melhoraram o rendimento e a confiança fez com que o Tricolor terminasse essa primeira etapa do Brasileirão com quatro vitórias consecutivas e a terceira colocação assegurada. Até aqui foram cinco vitórias e duas derrotas.

O Santos, apontado como o principal favorito para o título, também não fez feio. Com três vitórias, três empates e somente uma derrota, o Peixe passará a Copa do Mundo na quarta colocação. Depois do mundial, o alvinegro disputará a decisão da Copa do Brasil contra o Vitória e ainda tentará o terceiro título nacional.

Atrás do Santos aparece outra surpresa do campeonato, o Guarani. Também vindo da segunda divisão neste ano, o Bugre figura na quinta colocação, com 12 pontos e com o atacante Roger, artilheiro do certame com seis gols. Depois de tantos anos penando nas divisões inferiores, o Guarani tem grandes chances de se firmar na série A e manter o mesmo ritmo no segundo semestre.

Outros postulantes ao título também fazem campanha razoável como são os casos de São Paulo (), Flamengo () e Cruzeiro (11º). O Palmeiras (10º), em meio a tantas crises e polêmicas, até que não faz má campanha.

Os destaques negativos ficam por conta do Internacional (16º) que somou apenas sete pontos em sete jogos e depois do mundial, além de ter de se preocupar com a semifinal da Libertadores contra o São Paulo, terá que melhorar bastante seu rendimento para figurar nas primeiras posições da tabela. Além dos gáuchos, os três Atléticos passarão a Copa do Mundo na zona de rebaixamento do Brasileirão.

O Atlético-PR (17º), que nas últimas temporadas vêm colecionando fracassos e campanhas pífias, parece que fará o mesmo papel em 2010. Já o Atlético-MG (18º), que tem no banco de reservas um treinador todo confiante e que prometeu conquistar o título nacional para os mineiros, vai descendo ladeira abaixo. O Galo somou apenas seis pontos em sete rodadas, com duas vitórias e cinco derrotas.  Lá embaixo, na lanterna do torneio, figura o Atlético-GO (20º), que fez boa campanha na Copa do Brasil, perdeu a força e só venceu um jogo até aqui. No meio das três equipes atleticanas, aparece o Vasco (19º), que retornou à série A neste ano e, se não tomar jeito, voltará para a divisão inferior do Brasileirão.

SÉRIE B

O ‘Brasileirinho’ fechou a 7ª rodada sem nenhuma surpresa. O Paraná é líder com 15 pontos (5V e 2D), seguido por América-MG, Coritiba e Náutico, ambos com campanhas semelhantes (14 pts, 4V, 2E e 1D), separados apenas pelo saldo de gols.

Outras equipes que sonham em voltar à séria A precisam melhorar. Figueirense (), Portuguesa (), Bahia (), São Caetano (), Sport (14º), Santo André (15º) e Ponte Preta (16º) ainda fazem campanha irregular e têm a chance de melhorar durante a pausa para a Copa do Mundo.

Na zona do rebaixamento, figuram equipes medianas como América-RN (17º), Ipatinga (18º), Duque de Caxias (19º) e Vila Nova-GO (20º). No quesito artilharia, Eduardo, do São Caetano,  segue na frente, isolado, com seis gols anotados.

Agora, resta aos torcedores se prepararem para o início da Copa do Mundo e voltarem todas as energias positivas para a Seleção Brasileira. Aqueles não-patriotas, estarão ligados em sua seleção preferida. O Brasileirão e o Brasileirinho dão uma pausa, mas o futebol continuará acontecendo com altas doses de emoção nos gramados da África do Sul.

E aí torcedor, o que você achou dessas sete rodadas iniciais do Brasileirão e do Brasileirinho? Será que os que figuram na parte de cima da tabela se manterão lá até o final? E quem está embaixo, tem chances de melhorar? Opine!

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