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Posts Tagged ‘Luiz Gonzaga Belluzzo’

Por: Erik Rodrigues*

Kléber é um jogador muito bom. Brigador, raçudo, oportunista. Revelado pelo São Paulo, teve grande destaque no time do Palmeiras de 2008. O atleta se identificou com a torcida e caiu nas graças dos palmeirenses por sua dedicação e empenho durante as partidas, além da qualidade técnica.

Depois de dois anos, Kleber retorna ao Palestra com status de “salvador da pátria”. Embora ele mesmo já tenha dito que não é isso, o clube está utilizando a chegada do “Gladiador” para mostrar serviço a uma insatisfeita e preocupada torcida.

Está claro que a direção do clube quer encobrir os erros que tem cometido nos últimos tempos com a vinda do atacante. O presidente Luiz Gonzaga Belluzzo assumiu com grande expectativa de mudança e melhora no destino do Palmeiras. Mas sua inexperiência, somada a certo fanatismo de torcedor e brigas políticas intermináveis, causaram uma sucessão de erros.

A saída conturbada de Vanderlei Luxemburgo, a perda do título brasileiro quase ganho no ano passado e a saída do gerente de futebol Toninho Cecílio são alguns exemplos deste desequilíbrio que toma conta da direção alviverde. Isso sem contar o elenco fraco que não corresponde às tradições palmeirenses em campo.

A chegada de um jogador identificado com a torcida deve ser comemorada, mas não exaltada como a solução de todos os problemas. E nem deve servir para encobrir os erros do passado. O torcedor palmeirense, já há algum tempo muito atento aos males que rondam o clube nos últimos anos, deve ficar ligado e cobrar ainda mais empenho e trabalho sério de seus diretores.

* Erik Rodrigues é jornalista e são-paulino.

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O Palestra Itália é o estádio de futebol mais antigo em atividade no país. O campo surgiu em 1902 e o estádio ficou pronto no ano de 1933. Em pouco mais de setenta anos, a casa do Palmeiras foi palco de muitas partidas, vitórias e derrotas que estarão para sempre na lembrança da torcida alviverde e também de todos os amantes do futebol. Porém, por ser uma construção muito antiga e que pouco foi reformada durante esse período, a atual diretoria do Palmeiras negociou com a construtora WTorre a criação de uma arena multiuso. A ideia inicial surgiu nos anos 90, mas por falta de parceiros, ficou inviabilizada por mais de uma década.

Depois de muitos projetos, ficou definido que a Arena Palestra Itália começaria a ser construída em 2010 e as obras durariam dois anos. Como previsto no cronograma, o Palmeiras atuou pela última vez no estádio no último final de semana, quando venceu o Grêmio por 4 a 2. Entretanto, a construção ainda não está completamente aprovada, já que disputas políticas vêm causando discórdia dentro do clube.

Como não é novidade, há muito tempo a cartolagem palmeirense gera confusão constantemente por divergências de opiniões. Dessa vez não será diferente. Já circula pelas alamedas do Palestra Itália uma lista com aproximadamente 150 assinaturas de pessoas ligadas a oposição do Palmeiras, que não concordam com o planejamento definido pelos homens do presidente Luiz Gonzaga Belluzzo e a construtora. Através dessa lista, os oposicionistas conseguiram agendar para o próximo dia 31 de maio uma reunião no Conselho Deliberativo para que alterações no projeto sejam discutidas. Esse é o impasse que pode causar o atraso nas obras da Arena Palestra Itália ou, na pior das hipóteses, até mesmo o cancelar o projeto.

IMPONÊNCIA E LUXO
Enquanto dirigentes discutem esse ou aquele aspecto, a WTorre, empresa responsável pela construção da Arena Palestra Itália, já está com tudo definido e só aguarda o sinal verde para iniciar a obra. Com um custo aproximado de R$300 milhões, a nova casa do Palmeiras será um verdadeiro complexo esportivo que terá capacidade para 45 mil torcedores em dias de jogos e 60 mil espectadores em dias de shows.  O projeto ainda prevê a construção de 300 camarotes, lanchonetes, restaurantes e lojas, além de um estacionamento para 1.500 automóveis.

Assista abaixo o vídeo com animações 3D que demonstram como ficará a Arena Palestra Itália quando concluída:

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O Palmeiras continua vivendo dias de crise e os momentos turbulentos parecem não ter fim. Já perdi as contas de quantas vezes escrevi esse tipo de texto aqui no MFC nos últimos meses. Mas é impossível não relatar o novo capítulo ocorrido no começo desta semana pelos lados do Palestra Itália. A nova crise ocorreu depois do último jogo da equipe pelo Campeonato Brasileiro, em partida jogada no Rio de Janeiro contra o Vasco. Conforme veiculado, mesmo após apresentar um futebol melancólico, alguns jogadores do Palmeiras foram curtir noitadas na Cidade Maravilhosa e retornaram para a concentração muito depois da hora combinada e ainda acompanhado por mulheres. Os envolvidos até onde se sabe eram os atacantes Robert e Ewerthon, além do meia Marquinhos.

Com o atraso dos três, o treinador Antonio Carlos Zago cobrou uma postura decente dos atletas e chegou as vias de fato com Robert. Resultado? Ambos foram mandados embora do Verdão. Esse é apenas mais um exemplo da bagunça que se tornou a equipe paulista.

Quando o economista Luiz Gonzaga Belluzzo assumiu a presidência alviverde, tudo levava a crer que dias melhores viriam. Além de ser uma pessoa esclarecida e inteligente, Belluzzo tinha o perfil que o torcedores palmeirenses queriam ver no comando do clube. Depois de anos de marasmo, queda para a segunda divisão e nenhum título conquistado, era a hora da mudança e da reformulação. Muita gente pensou dessa forma também quando ele foi eleito para comandar o clube no dia 26 de janeiro de 2009.

Um ano e meio depois, as coisas aconteceram totalmente diferente do imaginado. Neste período, o Palmeiras já teve quatro treinadores (Vanderlei Luxemburgo, Jorginho, Muricy Ramalho e Antonio Carlos Zago) e nada deu certo. Vagner Love e Diego Souza, os dois principais jogadores do elenco, pegaram as coisas e abandonaram o time.

Os resultados dentro de campo demonstram o tamanho da bagunça. Em 2009, eliminação no Campeonato Paulista e na Copa Libertadores da América, vexame no Campeonato Brasileiro, torneio esse que o Palmeiras liderou por muito tempo e por crises internas conseguiu perder um título ganho. Nesse ano a sina continua a mesma. Campanha pífia no Paulistão e eliminação da Copa do Brasil para o Atlético-GO. O Campeonato Brasileiro já começou e nada foi feito para salvar o Verdão.

Com tantos exemplos de bagunças, crises, brigas e resultados ruins, é fácil chegar a conclusão de que a culpa disso tudo não é da comissão técnica desse ou daquele treinador. O problema está na direção do Palmeiras. Belluzzo parece não ter pulso firme para comandar um clube do tamanho e das tradições alviverdes. Enquanto jogador briga com técnico, outros abandonam o elenco e o presidente da principal patrocinadora diz que tem dó do atual elenco, o presidente palestrino vê tudo de braços cruzados. É preciso tomar atitudes, urgentemente.

Dia após dia o Palmeiras se torna um time menor. O pensamento de Belluzzo é contratar o vencedor Luis Felipe Scolari. Pode ser uma boa chance para mudar as coisas e partir para um rumo melhor. Entretanto, Felipão é um técnico de prestígio e que deve ter propostas de todos os cantos do mundo. Será que ele, vendo o jeito que as coisas estão no Palmeiras, aceitará assumir essa bronca? É pouco provável.

Mas o Palmeiras não pode depender de Felipão, de Belluzzo, de Diego Souza ou de Traffic. O clube tem uma história brilhante no futebol e por si só é um gigante. Os torcedores não merecem uma situação preocupante como esta vivida atualmente. E nesse grande circo alviverde, existe apenas um ‘palhaço’ que sofre: o goleiro Marcos.

Pobre Marcos…

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Que o clima no Palmeiras não é dos melhores, todos sabem. Porém, no início deste mês, o mandatário palmeirense, Luiz Gonzaga Belluzzo, foi surpreendido e se assustou com quatro cartas que chegaram em seu gabinete. Os envelopes continham ameaças de morte e balas de revólver, assinados em nome da Torcida Independente, principal torcida organizada do São Paulo.

O fato causou estranheza na cúpula alviverde e, prontamente, o presidente procurou a Polícia Militar, que está cuidando do caso e tentando descobrir quais foram os autores dessas ameaças. O próprio presidente ressaltou que não acredita que tenha partido de uma torcida de um clube rival, mas sim da oposição do próprio Palmeiras.

Isso é um absurdo sem tamanho. Onde vamos parar? Independente de quem tenha feito essas ameaças imbecis, a investigação da PM tem obrigação de descobrir e prender os autores desse insano ato. É óbvio que o futebol palmeirense não está bem, mas nada justifica isso. É caso de polícia e, infelizmente, mais uma vez os noticiários policiais ganham destaque com assuntos relacionados ao esporte. Se isso for, de fato, obra de gente de dentro do Palmeiras, a situação é pior ainda. Aguardemos as investigações e as devidas providências.

O Palestra Itália está pegando fogo e algo precisa ser feito o mais rápido possível. Time, comissão técnica, diretoria e até oposição precisam mudar de atitude. Pra ontem, de preferência.

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Essa é a pergunta que todos os palmeirenses gostariam de fazer para o presidente palestrino.

O ano de 2009 começou muito bom para o Verdão. Empolgado, os torcedores vislumbravam um ano perfeito com o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo no comando do clube e o técnico Vanderlei Luxemburgo, comandando o time. A grande esperança era o jovem Keirrison e através de seus gols, a equipe terminou o Paulistão na primeira colocação e como favorita a conquista do título. Porém, com duas derrotas para o Santos na semifinal, o sonho do título terminou e gerou pequenos protestos, mas o importante, à época, era a Copa Libertadores. Entretanto, a equipe do Palestra Itália também foi eliminado da competição sul-americana e a chance de redenção seria o Campeonato Brasileiro.

Luxemburgo brigou com a torcida e com o presidente e foi embora. Belluzzo buscou o tricampeão Muricy Ramalho para levar a equipe ao fim do jejum no campeonato nacional – não vence desde 1994. Tudo parecia perfeito e, logo, o Palmeiras se encaixou, Diego Souza e Cleiton Xavier comandavam o time, Marcos era a segurança defensiva e no ataque, Obina e o ex-ídolo na campanha da série B, em 2003, Vagner Love, garantiam os gols. Após a metade da competição, o Verdão era apontado como o grande favorito para conquistar o título, depois de ficar 19 rodadas na liderança. Mas aos poucos, começou a perder pontos para equipes fracas e que figuravam na zona de rebaixamento do campeonato. Logo, a liderança foi perdida, assim como o título e, principalmente, o mais dolorido para todos no Palestra Itália, a vaga na Copa Libertadores desse ano. Como isso pode ter acontecido?

Muricy Ramalho não foi o mesmo treinador que era no São Paulo. Não teve o grupo nas mãos, não tinha peças de reposição para suprir as contusões e os atletas em má fase e, principalmente, não tinha uma zaga sólida como no Tricolor. Esses fatores fizeram o Palmeiras perder um título quase ganho. Mas o ano de 2010 prometia ser melhor. E até agora, não foi.

Logo no começo da temporada, Vagner Love, eleito como o ‘culpado’ pela derrocada no ano passado pela torcida organizada, foi agredido, pegou sua mala e partiu para o Flamengo. Enquanto isso, a diretoria tentava, tentava, tentava e não contratava ninguém, ao tempo que todos os rivais iam reforçando seus elencos. O Verdão ficou pra trás, perdeu o timing do mercado e ficou com o elenco praticamente igual o da temporada anterior.

Gilberto Cipullo queria a saída de Muricy há muito tempo, mas Belluzzo ainda confiava em seu treinador. Porém, com a derrota vexatória para o São Caetano em casa pelo Paulistão, a situação se tornou insustentável e o treinador foi demitido. A crise interna no Palmeiras aumenta a cada dia. Belluzzo parece não ter conseguido comandar a equipe do seu coração. Há muitas críticas e acusações da oposição e, por mais que negue, isso o balança. Outro fator que o incomoda é a enorme pressão da torcida organizada, que protesta muito, cobra sempre e as vezes age até com violência quando os resultados não aparecem. O que Belluzzo poderia fazer para tirar o Palmeiras dessa crise? Ele também não sabe e, após a demissão do antigo treinador, contratou o novato e inexperiente técnico Antônio Carlos Zago.

Logo na primeira partida dele no comando, a equipe venceu o clássico contra o São Paulo e colocou panos quentes na insatisfação da torcida. Ganhou do fraquíssimo Flamengo-PI e avançou na Copa do Brasil. Porém, no último domingo, mesmo sem condições de jogo, o Verdão foi derrotado pelo Rio Claro, até então lanterna do Paulistão. E tudo voltou à tona novamente. A torcida questiona se Antônio Carlos realmente é o técnico ideal, porque Diego Souza sumiu nos últimos meses e tantas outras coisas que enlouquecem o culto presidente.

O Palmeiras corre sérios riscos de não conseguir se classificar para as semifinais do campeonato estadual e terá concorrentes fortíssimos nas próximas fases da Copa do Brasil. O mercado se fechou e o Verdão quase não se reforçou. Qual seria a fórmula para sair dessa situação? Belluzzo deveria ser mais autoritário em suas decisões, chamar a responsabilidade para si, além de conversar com o elenco e pedir comprometimento dos jogadores. Outro problema será resolver o entrave com a parceira Traffic, que não aposta mais no Palmeiras depois das seguidas desilusões. E na janela do meio do ano, tratar de trazer reforços com mais qualidade para não fazer feio no Campeonato Brasileiro novamente. A situação é complicada, mas dá para resolver. Basta Belluzzo ter pulso firme e usar sua inteligência. O Palmeiras não está morto, mas precisa se cuidar para não ter o mesmo final melancólico do ano passado.

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Pessoal, primeiramente gostaria de agradecer aos comentários e ao apoio de sempre ao MFC. Aliás, preciso me explicar para vocês. Há 11 dias não atualizo o blog. O motivo por essa ausência é o meu TCC. Como a grande maioria sabe, estou no último ano da faculdade e a correria com o TCC aumentou muito nos últimos meses. Como tirei férias do trabalho por duas semanas, aproveitei para dar uma boa agilizada no trabalho e, por esse motivo, deixei o blog um pouco de lado. Peço desculpas aos meus assíduos leitores e peço um pouco de compreensão, já que ainda ficarei um pouco distante nas próximas semanas. Acredito e sei da importância do blog e dessa interação com vocês, mas no momento estou totalmente focado em meu trabalho de conclusão de curso. O meu futuro também depende desse trabalho. De qualquer forma, tentarei não ficar tão distante como nessa última semana, farei o possível. Afinal, já estava com saudades de escrever aqui.

O futebol realmente é mágico. Quando escrevi meu último post aqui, o planeta bola estava de um jeito e hoje, apenas 11 dias depois, muitas coisas já mudaram. No Brasil, Muricy Ramalho foi contratado pelo Palmeiras e depois da longa novela, o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo novamente deu a ‘notícia’ pelo Twitter. Vanderlei Luxemburgo foi pela quarta vez para o Santos e, para variar, já criou polêmica. Como ele gosta de aparecer né? Precisava ter agido daquela maneira com o Roberto Brum? Enquanto isso, o contestado Tite continua no cargo no Internacional. O polêmico Leão já saiu do Sport e até o discreto Sérgio Guedes deixou o Santo André. Cuca, depois de colocar a cara a tapas e ser humilhado pela diretoria rubro-negra, enfim, pegou seu boné e saiu do Flamengo.

Jogadores também foram notícia nos últimos dias. O Corinthians iniciou um desmanche que ainda não tem prazo para terminar. André Santos e Cristian foram para o Fenerbahçe. Douglas foi vendido para o desconhecido Al Wasl, dos Emirados Árabes Unidos. A maior promessa corintiana da década saiu pelas portas do fundo. Lulinha foi emprestado por dez meses para o Estoril, de Portugal. Otacílio Neto foi para o Barueri. Wellington Saci para o Atlético-MG. Felipe, Elias e Chicão ainda podem sair. No meu último post aqui, o Corinthians estava na melhor das fases, mas o desmanche, a contusão de Ronaldo – ficará fora por pelo menos um mês – e, principalmente, a derrota para o Palmeiras, já mudaram o clima no Parque São Jorge.

Enquanto isso, Obina curte a boa fase. Chegou como piada no Palmeiras e bastaram os três gols contra o rival, para o atacante cair nas graças da torcida. Até quando esse amor durará? O Palmeiras subiu muito na tabela e já divide a liderança com o Galo. Será que Muricy conseguirá seu tetracampeonato nacional? Há 11 dias, o São Paulo vivia seu pior momento nos últimos seis ou sete anos. A crise instaurada depois da eliminação na Libertadores, aliada a demissão do treinador e ao péssimo futebol, deixavam os torcedores desacreditados. Com o dinamismo do futebol, isso já mudou um pouco. E agora, os mesmo torcedores, até em título já falam. Como pode acontecer isso? Ah, o Santos repatriou o volante Émerson, o mesmo que disputou duas Copas do Mundo pelo Brasil, em 1998 e 2006. Boa contratação. O Guarani perdeu a invencibilidade na série B do Brasileirão e vêm de três resultados ruins.

Fora do Estado de São Paulo, as coisas mudaram muito também. O mágico time do Internacional de dois meses atrás, já evaporou. Além de estar caindo na tabela, Tite parece ter perdido o comando do grupo. D’Alessandro e Taison viraram reservas. O primeiro, inclusive, está afastado por deficiência na parte física. Nilmar foi para o Villareal. O Atlético-MG perdeu em casa para o Goiás e já começaram as incertezas sobre a qualidade do elenco e, principalmente, do técnico Celso Roth. O Cruzeiro está tentando se reerguer depois da Libertadores e para isso contratou o lateral esquerdo Gilberto e o equatoriano Guerrón. O Vitória continua somando seus pontinhos e se mantém no G4. Fluminense, Náutico, Sport, Botafogo e Atlético-PR estão ainda mais ameaçados e demonstram não terem forças para saírem da parte debaixo da tabela.

No exterior, os milhões de euros continuam passando por cima da crise financeira. Samuel Eto’o deixou o Barcelona e foi para a Inter de Milão. O sueco Ibrahimovic fez o caminho inverso. Keirrison foi emprestado para o Benfica e deverá jogar a temporada inteira no futebol português. Os times europeus, diferente dos brasileiros, continuam fazendo suas pré-temporadas. Mesmo que os torneios disputados não valham nada, o treinamento é importante.

Resumindo, citei apenas as coisas que lembrei no momento, mas vocês já viram como o futebol é dinâmico né? Em pouco mais de uma semana, tudo pode mudar. Jogadores e treinadores trocam de clubes como trocam de roupas. O termo ‘crise’ no futebol não é uma coisa para ser levada tão a sério também. Hoje um time está em crise. Amanhã não está mais e vice-versa. Como é fantástico esse Planeta Bola. Mesmo com tantas coisas erradas, consigo me apaixonar cada vez mais pelo esporte.

Um grande abraço a todos!
Continuem sempre acessando o MFC.
Até logo!

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