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A Seleção Brasileira estreará hoje na Copa do Mundo de 2010. O primeiro adversário será a enigmática Coreia do Norte. Assim como acontece no país, as informações sobre a equipe asiática são escassas, já que o treinador fechou a maioria dos treinamentos na África do Sul.

Dessa forma, o MFC foi atrás de informações sobre a misteriosa seleção norte-coreana. O entrevistado do dia é o ex-jogador e atual treinador, Edu Marangon. Edu jogou futebol profissional por quase quinze anos, tendo passado por Portuguesa; Torino, da Itália; Nacional, do Uruguai; Porto, de Portugal; Santos; Palmeiras; Yokohama Flugels, do Japão; Inter de Limeira; Coritiba e Bragantino; além de ter jogado com a camisa da Seleção Brasileira.

Depois de pendurar as chuteiras, Edu Marangon se tornou treinador e já esteve à frente de equipes como Paraná, Juventus, Rio Claro, Atlético de Sorocaba e atualmente é o técnico do Sport Club Barueri.

Nesta entrevista, Edu Marangon relata como foi o amistoso entre Atlético Sorocaba e a Seleção da Coreia do Norte, ocorrido em novembro de 2009, quando ele era o comandante do clube interiorano. Também conta as características dos jogadores, o motivo de tanto mistério por parte dos asiáticos e também se a equipe de Dunga corre algum risco na partida. Confira a entrevista exclusiva ao MFC:

MFC: Edu, conte como foi o amistoso contra a seleção da Coreia do Norte?
Edu Marangon: O amistoso foi disputado no dia 05 de novembro de 2009, em Pyongyang, capital da Coreia do Norte. Primeiramente, o que mais impressionou foi a paixão do povo norte-coreano pelo futebol. O estádio estava lotado com 80 mil torcedores e mais de 20 mil pessoas ficaram do lado de fora, sem ingressos. No placar eletrônico, estava escrito ‘Brazil’ ao invés de Atlético Sorocaba. Eles trataram o jogo como um amistoso contra a seleção brasileira.

MFC: Quais as características da seleção norte-coreana?
EM: Falando do jogo em si, foi uma partida diferente. A equipe deles marca forte e tem uma saída de bola rápida no contra-ataque. Nossos jogadores sentiram um pouco, já que o gramado era sintético. O empate em 0 a 0 não traduziu o que foi o jogo, já que fomos superiores durante toda a partida e o goleiro deles fez defesas incríveis.

MFC: Como é o preparo físico dos jogadores norte-coreanos?
EM: Como eles não são altamente capacitados técnica e taticamente, o preparo físico deles é muito bom, típico dos jogadores asiáticos. Eu joguei por três anos no Japão (Yokohama Flugels) e senti isso na pele. Eles correm muito, são capazes de correr os 90 minutos e não se cansarem. O biótipo deles é diferente do nosso, eles têm uma condição muscular muito boa, o que faz com que as contusões sejam raras.

MFC: Quais os principais jogadores?
EM: O time deles não é bobo, mas também não tem grandes talentos. Eles têm um centroavante bom na bola aérea e forte fisicamente. Mas o principal jogador é o Rooney Asiático (Jong Tae-Se) mesmo, como a imprensa vem dizendo há alguns dias. Ele destoa do grupo, até por ser japonês de origem. É habilidoso, mescla velocidade e força e tem bom chute. Foi o único que me chamou a atenção.

MFC: Você que esteve lá por uma semana, me diga o porquê de tanto mistério?
EM: Bom, o país deles é completamente diferente dos outros. Não tem jeito. No futebol é normal um treinador fechar esse ou aquele treino para treinar uma jogada específica ou ensaiada, como fez o Dunga esses dias. Mas eles não estão fechando o treino para esconder o jogo, não. É assim mesmo que eles vivem lá. Isso ocorre pelo sistema político do país. Eles são privados de fazer muitas coisas. Para você ter ideia, tem até racionamento de água e energia na Coreia do Norte. É um país que ainda vive em regime ditatorial, então eles precisam seguir inúmeras regras, não podem desobedecer aos mandamentos do ditador (Kim Jong-il está no comando do país desde 1994).

MFC: Eles podem surpreender o Brasil no jogo de hoje?
EM: Teoricamente, não. Não creio nisso, pelo contrário, aposto que o Brasil vencerá facilmente o jogo pela qualidade dos nossos jogadores. Mas a seleção precisa ter atenção para não ser surpreendida. Creio que a zebra ocorrida na Copa de 1966 (quando a Coreia do Norte eliminou a Itália e só foi eliminada nas quartas de final contra a Seleção Portuguesa) não acontecerá de novo.

MFC: A Coreia do Norte tem alguma chance de se classificar no grupo G?
EM: Creio que não, até porque os outros três concorrentes são fortíssimos. Lembro que quando terminou o jogo contra eles, fui conversar com o treinador (Kim Jong-Hun) e perguntei como ele estava preparando a equipe para a Copa do Mundo. Na ocasião, ele disse que aguardaria o sorteio para definir, provando mais uma vez que as informações por lá são escassas, mesmo que naquela época eles nem imaginassem quem iriam enfrentar. Eles tiveram azar de cair num grupo com três escolas de futebol diferentes: sul-americana, europeia e africana. Ambas muito fortes e tradicionais. Creio que não conseguirão vencer nenhum jogo no Mundial.

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PAÍS: Itália
NOME DA CONFEDERAÇÃO: Federazione Italiana Giuoco Calcio
ANO DE FUNDAÇÃO: 1898
APELIDO: Azzurri
PARTICIPAÇÕES EM COPAS DO MUNDO:
16 (1934, 1938, 1950, 1954, 1962, 1966, 1970, 1974, 1978, 1982, 1986, 1990, 1994, 1998, 2002 e 2006)
RESULTADOS: A Seleção Italiana é a segunda maior vencedora da história das Copas do Mundo com quatro títulos mundiais (1934, 1938, 1982 e 2006). Além disso, os italianos foram vice-campeões em 1970 e 1994, nas duas vezes perdendo a decisão para o Brasil. Também chegaram às semifinais em 1978 e 1990.
COMO SE CLASSIFICOU PARA 2010: Líder do grupo 8 das eliminatórias europeias, a Itália conquistou a vaga no mundial com tranquilidade.
DESTAQUE DO TIME: Gianluigi Buffon (goleiro da Juventus, da Itália)
TREINADOR ATUAL: Marcello Lippi (Itália)
PERSPECTIVAS PARA O MUNDIAL:

– Como desprezar uma seleção tetracampeã mundial? É impossível. A Itália é a atual campeã da Copa do Mundo e irá à África do Sul para defender seu título e tentar igualar o número de conquistas do Brasil, maior campeão do torneio. Os italianos contam com um time experiente e com jogadores decisivos. Começando pelo goleiro Buffon, um dos grandes destaques do último mundial e um líder nato dentro do grupo. O defensor Fabio Cannavaro, mesmo aos 36 anos, faz da zaga italiana um dos pontos fortes da equipe. O meio-campo talvez seja o porto seguro da Itália com jogadores habilidosos e eficientes como Gennaro Gattuso, Andrea Pirlo e Danielle de Rossi. Mesmo sem contar com um grande jogador no ataque, os italianos devem se classificar com tranquilidade no grupo F e nos mata-matas sempre aparecem como favoritos.

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PAÍS: Eslováquia
NOME DA CONFEDERAÇÃO: Slovenský Futbalový Zväz
ANO DE FUNDAÇÃO: 1938
APELIDO: Narodny Tim
PARTICIPAÇÕES EM COPAS DO MUNDO: 0
RESULTADOS: Nunca participou de uma Copa do Mundo.
COMO SE CLASSIFICOU PARA 2010: Os eslovacos conseguiram a vaga na Copa do Mundo ao lideraram o difícil grupo 3 das eliminatórias europeias. O passaporte foi carimbado na partida decisiva contra a Polônia, quando venceram por 1 a 0 e conquistaram o direito de debutar em um mundial.
DESTAQUE DO TIME: Marek Hamsik (meia do Napoli, da Itália)
TREINADOR ATUAL: Vladimír Weiss (Tchecoslováquia)
PERSPECTIVAS PARA O MUNDIAL:

– Conseguir se classificar para a Copa do Mundo de 2010 já foi uma vitória para os eslovacos. O elenco é jovem e inexperiente e esse fator pode pesar numa competição tão disputada. O grupo também não é favorável, já que conta com a experiente Itália e o raçudo Paraguai. A Seleção Eslovaca tem tudo para ser coadjuvante no grupo F.

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PAÍS: Nova Zelândia
NOME DA CONFEDERAÇÃO: New Zealand Football
ANO DE FUNDAÇÃO: 1891
APELIDO: All Whites
PARTICIPAÇÕES EM COPAS DO MUNDO: 1 (1982)
RESULTADOS: No único mundial que disputou, os neozelandeses não passaram da primeira fase, já que perderam os três jogos e sofreram 12 gols.
COMO SE CLASSIFICOU PARA 2010: Como esperado, a Nova Zelândia liderou tranquilamente as eliminatórias da Oceania e, por isso, se qualificaram para disputar a repescagem contra o Bahrein, quinto colocado nas eliminatórias asiáticas. No jogo decisivo, os neozelandeses venceram por 1 a 0 e carimbaram o passaporte para a África do Sul.
DESTAQUE DO TIME: Ryan Nielsen (zagueiro do Blackburn, da Inglaterra)
TREINADOR ATUAL: Ricki Herbert (Nova Zelândia)
PERSPECTIVAS PARA O MUNDIAL:

– Sem tradição no futebol, a vida da Nova Zelândia na Copa do Mundo não será fácil. Com jogadores altos, a grande esperança no mundial são as jogadas aéreas com os atacantes Chris Wood e Rory Fallon. O zagueiro Ryan Nielsen é o grande astro do futebol neozelandês e sua experiência no futebol europeu pode ajudar o grupo a não se tornar um saco de pancadas no grupo F.

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PAÍS: Paraguai
NOME DA CONFEDERAÇÃO: Asociación Paraguaya de Fútbol
ANO DE FUNDAÇÃO: 1906
APELIDO: La Albirroja
PARTICIPAÇÕES EM COPAS DO MUNDO: 7 (1930, 1950, 1958, 1986, 1998, 2002 e 2006)
RESULTADOS: O Paraguai jamais conseguiu realizar uma campanha convincente em um mundial de futebol. O mais longe que chegou foi nas oitavas-de-final em três oportunidades (1986, 1998 e 2002).
COMO SE CLASSIFICOU PARA 2010: Os paraguaios chegaram a liderar as eliminatórias sul-americanas por um bom período, mas no final perderam o fôlego e terminaram na 3ª posição, atrás do Brasil e Chile.
DESTAQUE DO TIME: Roque Santa Cruz (atacante do Manchester City, da Inglaterra)
TREINADOR ATUAL: Gerardo Martino (Argentina)
PERSPECTIVAS PARA O MUNDIAL:

– A Seleção Paraguaia entra na Copa do Mundo como segunda força do grupo F. Mesmo não tendo obtido resultado satisfatórios em outros mundiais, os paraguaios sempre formaram equipes fortes e com muita garra. O atual elenco tem como ponto positivo a força defensiva. Os destaques da equipe são os goleiros Justo Villar e Aldo Bobadilla; os defensores Morel Rodríguez, Julio César Cáceres e Aureliano Torres; além dos meio-campistas Edgar Barreto, Jonathan Santana, Enrique Vera e Eduardo Ledesma. O ataque também é qualificado com Roque Santa Cruz, Nelson Haedo, Lucas Barrios e Óscar Cardozo. O que joga contra os paraguaios na África do Sul é o lado psicológico do grupo, já que não poderão contar com o atacante Salvador Cabañas, que ainda se recupera do triste incidente quando foi baleado na Cidade do México. Se superarem esse baque, podem sonhar com as quartas-de-final.

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Toda a expectativa criada para a convocação da Seleção Brasileira acabou na tarde desta terça-feira. Sem as surpresas imaginadas, Dunga convocou os 23 atletas que defenderão o Brasil na Copa do Mundo de 2010.

Ronaldinho Gaúcho, Paulo Henrique Ganso e Neymar não foram chamados. Dunga não abriu mão de seus ‘amigos’ para atender aos pedidos do povo brasileiro. As únicas mudanças foram a troca do goleiro Victor por Gomes, do Tottenham, que já esteve no grupo do treinador em outras oportunidades. Outra novidade foi a convocação do atacante Grafite, do Wolfsburg, que ganhou a vaga de Adriano e disputará a primeira Copa do Mundo de sua carreira.

Mesmo em meio a tantas críticas e pela teimosia tradicional de Dunga, uma coisa deve ser ressaltada: a promessa de que o comprometimento seria o maior diferencial foi evidenciada na convocação de hoje. Quando o treinador chegou à Seleção Brasileira, ele disse várias vezes que as coisas não seriam iguais foram na Copa de 2006, quando houve muita bagunça, baladas, noitadas, falta de comprometimento e, principalmente, falta de futebol. Hoje, mais de três anos depois de assumir o Brasil, Dunga manteve sua palavra e reformulou toda a equipe.

Atletas como Roberto Carlos, Ronaldinho Gaúcho e Adriano, que participaram efetivamente da bagunça de 2006, não foram lembrados e não terão a chance de disputar outro mundial. Nesse aspecto Dunga está certo e a aposta em jogadores comprometidos já é um sinal positivo. Mesmo achando que pelo menos Paulo Henrique Ganso pudesse ser convocado, a Seleção Brasileira é essa. Agora, o papel dos torcedores é confiar e torcer para que o hexacampeonato seja conquistado nos campos sul-africanos. Abaixo, veja um perfil sobre cada jogador brasileiro:

GOLEIROS

JÚLIO CÉSAR
Nome: Júlio César Soares Espíndola
Nascimento: 03/09/1979
Local: Duque de Caxias (RJ)
Clube: Internazionale (Itália)
Jogos pela Seleção: 46
Copas do Mundo: 2 (2006 e 2010)

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DONI
Nome: Doniéber Alexander Marangon
Nascimento: 22/10/1979
Local: Jundiaí (SP)
Clube: Roma (Itália)
Jogos pela Seleção: 10
Copas do Mundo: 1 (2010)

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GOMES
Nome: Heurelho da Silva Gomes
Nascimento: 15/02/1981
Local: João Pinheiro (MG)
Clube: Tottenham Hotspur (Inglaterra)
Jogos pela Seleção: 9
Copas do Mundo: 1 (2010)

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LATERAIS

MAICON
Nome: Maicon Douglas de Sisenando
Nascimento: 26/07/1981
Local: Novo Hamburgo (RS)
Clube: Internazionale (Itália)
Jogos pela Seleção: 51
Copas do Mundo: 1 (2010)

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DANIEL ALVES
Nome: Daniel Alves da Silva
Nascimento: 06/05/1983
Local: Juazeiro (BA)
Clube: Barcelona (Espanha)
Jogos pela Seleção: 33
Copas do Mundo: 1 (2010)

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GILBERTO
Nome: Gilberto da Silva Melo
Nascimento: 25/04/1976
Local: Rio de Janeiro (RJ)
Clube: Cruzeiro (Brasil)
Jogos pela Seleção: 33
Copas do Mundo: 2 (2006 e 2010)

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MICHEL BASTOS
Nome: Michel Fernandes Bastos
Nascimento: 02/08/1983
Local: Pelotas (RS)
Clube: Lyon (França)
Jogos pela Seleção: 2
Copas do Mundo: 1 (2010)

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ZAGUEIROS

LÚCIO
Nome: Lucimar da Silva Ferreira
Nascimento: 08/05/1978
Local: Brasília (DF)
Clube: Internazionale (Itália)
Jogos pela Seleção: 90
Copas do Mundo: 3 (2002, 2006 e 2010)

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JUAN
Nome: Juan Silveira dos Santos
Nascimento: 01/02/1979
Local: Rio de Janeiro (RJ)
Clube: Roma (Itália)
Jogos pela Seleção: 74
Copas do Mundo: 2 (2006 e 2010)

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LUISÃO
Nome: Anderson Luís da Silva
Nascimento: 13/02/1981
Local: Amparo (SP)
Clube: Benfica (Portugal)
Jogos pela Seleção: 37
Copas do Mundo: 2 (2006 e 2010)

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THIAGO SILVA
Nome: Thiago Emiliano da Silva
Nascimento: 22/09/1984
Local: Rio de Janeiro (RJ)
Clube: Milan (Itália)
Jogos pela Seleção: 6
Copas do Mundo: 1 (2010)

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VOLANTES

GILBERTO SILVA
Nome: Gilberto Aparecido da Silva
Nascimento: 07/10/1976
Local: Lagoa da Prata (MG)
Clube: Panathinaikos (Grécia)
Jogos pela Seleção: 90
Copas do Mundo: 3 (2002, 2006 e 2010)

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FELIPE MELO
Nome: Felipe Melo de Carvalho
Nascimento: 26/06/1983
Local: Volta Redonda (RJ)
Clube: Juventus (Itália)
Jogos pela Seleção: 15
Copas do Mundo: 1 (2010)

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JOSUÉ
Nome: Josué Anunciado de Oliveira
Nascimento: 19/07/1979
Local: Vitória de Santo Antão (PE)
Clube: Wolfsburg (Alemanha)
Jogos pela Seleção: 26
Copas do Mundo: 1 (2010)

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RAMIRES
Nome: Ramires Santos do Nascimento
Nascimento: 24/03/1987
Local: Barra do Piraí (RJ)
Clube: Benfica (Portugal)
Jogos pela Seleção: 10
Copas do Mundo: 1 (2010)

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KLEBERSON
Nome: José Kleberson Pereira
Nascimento: 19/06/1979
Local: Uraí (PR)
Clube: Flamengo (Brasil)
Jogos pela Seleção: 33
Copas do Mundo: 2 (2002 e 2010)

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MEIAS

KAKÁ
Nome: Ricardo Izecson dos Santos Leite
Nascimento: 22/04/1982
Local: Brasília (DF)
Clube: Real Madrid (Espanha)
Jogos pela Seleção: 73
Copas do Mundo: 3 (2002, 2006 e 2010)

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ELANO
Nome: Elano Blumer
Nascimento: 14/06/1981
Local: Iracemápolis (SP)
Clube: Galatasaray (Turquia)
Jogos pela Seleção: 42
Copas do Mundo: 1 (2010)

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JULIO BAPTISTA
Nome: Julio César Baptista
Nascimento: 01/10/1981
Local: São Paulo (SP)
Clube: Roma (Itália)
Jogos pela Seleção: 43
Copas do Mundo: 1 (2010)

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ATACANTES

LUÍS FABIANO
Nome: Luís Fabiano Clemente
Nascimento: 08/11/1980
Local: Campinas (SP)
Clube: Sevilla (Espanha)
Jogos pela Seleção: 36
Copas do Mundo: 1 (2010)

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ROBINHO
Nome: Robson de Souza
Nascimento: 25/01/1984
Local: São Vicente (SP)
Clube: Santos (Brasil)
Jogos pela Seleção: 70
Copas do Mundo: 2 (2006 e 2010)

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NILMAR
Nome: Nilmar Honorato da Silva
Nascimento: 14/07/1984
Local: Bandeirantes (PR)
Clube: Villareal (Espanha)
Jogos pela Seleção: 10
Copas do Mundo: 1 (2010)

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GRAFITE
Nome: Edinaldo Batista Libânio
Nascimento: 02/04/1979
Local: Jundiaí (SP)
Clube: Wolfsburg (Alemanha)
Jogos pela Seleção: 2
Copas do Mundo: 1 (2010)

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Maicon, lateral direito titular da Seleção Brasileira, fez um gol daqueles que enchem os olhos dos amantes do futebol. Em um clássico muito disputado contra a rival Juventus, a Inter de Milão venceu por 2 a 0, o segundo gol foi anotado pelo camaronês Samuel Eto’o, chegou aos 70 pontos no Campeonato Italiano e assumiu provisioriamente a liderança da competição. A Roma pode voltar a liderança amanhã, se vencer o confronto contra a Lazio.

Veja a pintura feita por Maicon:

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Arthur Antunes Coimbra.

Mundialmente, Zico.

Nascido em 1953, na cidade do Rio de Janeiro, o ex-jogador e atual técnico foi um dos principais jogadores brasileiros em todos os tempos. Começou a carreira aos 14 anos no Flamengo e pelo clube da Gávea fez história. Foi o grande líder da célebre equipe rubro-negra dos anos 70 e 80, conquistando inúmeros títulos como seis campeonatos cariocas (1972, 1974, 1978, 1979, 1981 e 1986), quatro campeonatos brasileiros (1980, 1982, 1983 e 1987), além das principais conquistas do clube da Gávea na história, ambas em 1981, com os títulos da Copa Libertadores e do Mundial Interclubes. Zico é o maior artilheiro da história do Flamengo com 508 gols em 731 partidas disputadas. Com 333 tentos anotados, o ex-jogador também é o maior artilheiro de todos os tempos no Maracanã.

O ‘Galinho de Quintino’ (apelido recebido pelo corpo franzino e por ter nascido no bairro carioca de Quintino) também atuou pela Udinese, na Itália e pelo Kashima Antlers, no Japão, além de ter disputado três Copas do Mundo pela Seleção Brasileira, nos anos de 1978, 1982 e 1986.

Depois de pendurar as chuteiras, Zico teve uma passagem como Coordenador técnico da Seleção Brasileira na Copa de 1998 e se tornou treinador, tendo passado por Kashima Antlers, do Japão; CFZ (clube fundado por ele no Rio de Janeiro); Seleção Japonesa; Fenerbahçe, da Turquia; Bunyodkor, do Uzbequistão; CSKA, da Rússia e Olympiakos, da Grécia.

Em sabatina do jornal Folha de São Paulo, realizada na manhã desta terça-feira no Teatro Folha, Zico foi questionado sobre diversos assuntos pelos jornalistas presentes e também pela platéia. O MFC esteve presente na entrevista e abaixo reproduz os principais trechos da entrevista desde a fatídica partida contra a França na final da Copa de 1998, passando pelas possíveis convocações de Neymar, Ronaldinho Gaúcho e Adriano para o mundial de 2010, até a sua opinião contundente quanto ao continuísmo dos presidentes das principais entidades que gerem o esporte no país.

CASO ‘RONALDO’ NA COPA DO MUNDO DE 1998

Às cinco horas da tarde, o Ronaldo estava mais ou menos uns 50 metros na minha frente, ele parou na frente da porta do refeitório e ficou como se tivesse fazendo um aquecimento, levantando a perna e tal. Então eu falei: “Pô, Ronaldo. O jogo é às 21h e você está fazendo aquecimento agora? É muito cedo”. Ele respondeu: “Eu não sei o que me aconteceu. Estou todo dolorido, parece que eu recebi uma surra, minha musculatura está dura”. Depois do lanche das cinco horas, foi feita uma reunião entre a comissão técnica. O Dr. Lídio (Lídio Toledo, médico da Seleção Brasileira na época) explicou o que o Ronaldo teve para todos nós e falou: “Zagallo, ele não tem condição de jogo”. Então ele estava vetado para a decisão. Depois o Ronaldo foi para o hospital e o Zagallo escalou o Edmundo para jogar a final em seu lugar. Realmente fizemos o que devia ser feito. Fomos para o estádio, havia uma tensão muito grande.  No ônibus indo para o estádio, foi difícil o Zagallo explicar para o grupo porque o Ronaldo não iria jogar. Ele apenas deu muita força para o Edmundo e fez aquela preleção que ele sempre faz. Já no estádio, houve uma reunião no vestiário. Eu participei e quando cheguei lá, em um canto estava o Ronaldo, de calção e meia, no outro estava o Américo Faria (supervisor da CBF), Zagallo, Lídio Toledo, Ricardo Teixeira (presidente da CBF) e o Fábio Koff (chefe da delegação na Copa do Mundo de 1998 e atual presidente do Clube dos 13) todos sentados e o Ronaldo em pé, dizendo: “Eu fiz os exames, estou bem e não tenho nada, vou jogar”. Aí o Dr. Lídio ficou quieto e o Zagallo perguntou: “Você está bem mesmo?” Ele respondeu: “Estou!” Então o Zagallo disse para ele ir aquecer para entrar em campo. Com tudo isso, se tivesse alguém que poderia ter vetado o jogador para aquela partida, seria o médico. Mas como o médico não falou nada, acho que o Zagallo tomou a decisão que deveria ser tomada. Essa é a versão que eu vi, que eu participei. E essa minha versão vai ser a de 1998, de 2000, 2010 e eu vou ficar velhinho contando a mesma coisa, que foi o que eu vi. Eu não vi outras coisas. Aí cabe as pessoas acreditarem ou não. Com certeza essa questão toda foi fundamental para a Seleção ter se comportado daquela forma dentro de campo. Esse foi um problema que realmente foi difícil de solucionar e acho que o outro grande erro foi esconder isso, pois deu margem para cada hora surgir uma nova versão do caso. Eu escutei declarações que o Ronaldo não ia jogar porque tinha problema no tornozelo, depois que a culpa era de um cozinheiro marroquino, que a Nike pagou o Brasil para entregar a Copa do Mundo, etc. Cada um criou a sua versão da sua maneira e acho que faltou naquele momento, quando aconteceu o episódio, chamar todo mundo, inclusive o presidente da CBF e procurar uma solução para o caso. Se tivesse acontecido na véspera da partida, talvez fosse mais fácil de resolver o problema, mas como aconteceu depois do almoço no dia do jogo, foi difícil. Então, tudo isso contribuiu para aquela atuação pífia da Seleção, acho que poderíamos até perder, pois a Seleção Francesa tinha um ótimo time, mas é inadmissível que uma seleção que jogou o que jogou na semifinal contra a Holanda, numa partida brilhante e, de repente, quatro dias depois, não sabia o que fazia em campo. Eu acredito que aquilo foi um fator decisivo na atuação da Seleção Brasileira.

NEYMAR

Em 1974, eu estava com 21 anos e já jogava o Campeonato Brasileiro, inclusive recebi o prêmio “Bola de Ouro”, da revista Placar. É lógico que eu estava totalmente preparado para jogar aquela Copa do Mundo, mesmo sendo jovem. (Zagallo era o treinador brasileiro e não convocou Zico para o mundial). O mesmo caso ocorre atualmente com o Neymar, do Santos. Ele está totalmente preparado para ir à Copa. Ele é um jogador diferenciado, do mais alto nível, da maior qualidade e, infelizmente, no processo de testes que o Dunga fez nos últimos anos, quando o treinador deu chances para muita gente nesse período, o Neymar não tinha aparecido ainda. Mas se ele apareceu agora e é bom, acho que tem que levar. Esse é o jogador que eu levaria e acho que ele poderia modificar e ajudar muito a Seleção. Não apenas levá-lo para adquirir experiência e amadurecê-lo para daqui quatro anos, não é isso. Então, se o cara é bom, pode servir como mais uma opção para o treinador, ele tem que ir independentemente da idade. Pela postura dele em campo, você percebe que ele está pronto e pode ser aproveitado.

ADRIANO

Eu levaria o Adriano para a Copa do Mundo. Se ele estiver com o estado de espírito consciente como um atleta para jogar uma competição dessas, ele tem que ir. E na Seleção me parece que até hoje ele não teve problemas. Agora, realmente hoje ele está mais pesado e, por isso, ele está numa condição abaixo para numa Copa do Mundo enfrentar os europeus. Então ele deve entrar num processo de perceber que é importante para o Brasil e que tem capacidade para isso. Se ele colocar isso na cabeça, nesses dois meses aí que faltam para o mundial, ele pode reunir condições e ajudar o Brasil.

RONALDINHO GAÚCHO

Eu não creio que o Dunga não convoque o Ronaldinho por uma questão pessoal. A questão que eu discuto é que você não pode abrir mão de um jogador que foi duas vezes o melhor jogador do mundo. Não é qualquer um que consegue isso. O Ronaldinho com toda essa qualidade, o que todo mundo espera é que ele continue fazendo o que sempre fez. Vendo o Messi fazer tudo o que está fazendo, a gente sabe que ele também pode fazer, tem capacidade para isso. O que eu não quero ver é o Ronaldinho limitado, como ele está hoje. Limitado a jogar numa certa faixa do campo, em pegar a bola, dar um drible pro meio e jogar a bola para a área. Quero que ele tenha uma participação intensa. O problema é que nos últimos dois anos, ele se acomodou muito em fazer duas ou três coisas numa partida e não ter uma participação intensa. O problema pode ter sido a participação dele nas Olimpíadas de 2008, quando ele não rendeu o esperado. Dali para cá, o Ronaldinho não teve muitas oportunidades. Será que aconteceu alguma coisa? Não sei. O problema está aí. Pode ter acontecido alguma coisa e o Dunga perdeu a confiança nele. Mas isso só o treinador pode responder. Como jogador, pelo o que ele já mostrou, deve ir. Mesmo não atravessando um bom momento assim como o Robinho, Nilmar e Luís Fabiano, que são titulares absolutos. Até mesmo o Kaká que não está jogando, o Felipe Mello está cheio de problemas na Juventus e na reserva. O Júlio Baptista, Doni e Josué também estão na reserva. Enfim, tudo isso é uma escolha do técnico.

FUTEBOL BRASILEIRO X FUTEBOL EUROPEU

Em termos de gestão, nós (brasileiros) perdemos nossos principais jogadores. É inadmissível que uma Seleção Brasileira não tenha cinco jogadores que atuem aqui no Brasil. Então isso aí é o que? Má gestão. Você não tem condições econômicas para manter esses jogadores. Isso é totalmente diferente do que acontece na Europa. Por exemplo, os jogadores da Holanda não saem de lá para jogar na Inglaterra ou na Espanha por uma má gestão dos clubes holandeses ou por questões financeiras. Eles saem por visibilidade. É diferente. A maioria dos jogadores brasileiros saem pela parte financeira acima de tudo. O Campeonato Brasileiro é um dos mais difíceis do mundo. Quando começa a competição, é fácil apontar 15 times favoritos. Ele pode ser o campeão ou ser o décimo quinto. Isso é o equilíbrio. Lá fora não acontece isso. Na Espanha, por exemplo, quantos anos o título ficou com o Barcelona e o Real Madrid? Uma vez ou outra aparece um time diferente como apareceu o La Coruña uma vez. Na Itália é Milan, Juventus ou Internazionale. E todo mundo fala do futebol italiano, mas são sempre os mesmos que ganham. Na Holanda é o PSV e o Ajax. Na Turquia é o Galatasaray, Besiktas ou Fenerbahçe. No Brasil não. Aqui é uma dificuldade muito maior. Essa é a questão. A CBF também tem uma parcela de culpa, pois não paga um tostão para trazer os jogadores para a Seleção. Imagina se tivesse que pagar ao Real Madrid para trazer o Kaká ou ao Sevilla pelo Luís Fabiano? Então, a CBF quer mais é que os jogadores vão para fora mesmo. Além disso, a entidade poderia ajudar mais os clubes e fazer um calendário melhor, porque o jogador brasileiro gosta de jogar no Brasil. Se eles tiverem uma estrutura boa para poder atuar bem, eles jogam aqui. Isso tudo é o motivo por termos que ficar assistindo os campeonatos dos outros países.

CONTINUISMO DOS DIRIGENTES BRASILEIROS

Eu penso que não é possível que só tenha uma pessoa para gerir as entidades em cada esporte brasileiro. As pessoas têm competência, mas ficar 20 anos como o Ricardo Teixeira está na CBF e o Carlos Arthur Nuzman no COB (Comitê Olímpico Brasileiro). Agora o Fábio Koff é reeleito no Clube dos 13. Pô, não é possível que só tenham essas pessoas para gerenciar e administrar. Que eles conseguiram resultados através da competência, isso é óbvio, mas existem outras pessoas também que podem dar sua contribuição. Com isso, nem surgem novos candidatos a esses cargos, pois sabem que vão perder e serão apenas mais um.

Nota: Ricardo Teixeira preside a CBF desde 1989, enquanto Carlos Arthur Nuzman comanda o COB desde 1995.

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Florentino Pérez retornou a presidência do Real Madrid em meados de 2009. E o retorno veio cercado de ambição, muita ambição. Ambição de reeditar um time galático, com grandes astros do futebol para ganhar tudo que disputar e, principalmente, não ficar para trás do maior rival, o Barcelona.

Para conseguir os títulos, o presidente merengue não mediu esforços e abriu os cofres. Foram várias contratações, mas em apenas quatro delas (Kaká, Cristiano Ronaldo, Xabi Alonso e Karim Benzema), foram gastos incríveis €228 milhões (aproximadamente R$550 milhões). Um investimento nunca antes visto na história por um time de futebol. Nem para os padrões europeus. Essa foi a aposta de Florentino Pérez, montando um time imbatível, mas somente no papel.

No Campeonato Espanhol 2009/2010, o Real Madrid aparece na liderança com 25 rodadas disputadas. Em segundo está o Barcelona, atual campeão, com o mesmo número de pontos (62), ficando atrás somente por ter uma vitória a menos. Na Liga dos Campeões, o time merengue entrou como forte favorito e chegou às oitavas-de-final. O adversário foi o Lyon, da França, com um elenco infinitamente inferior tática, técnica e financeiramente. No jogo de ida, os franceses ganharam por 1 a 0 em casa e ficaram com a vantagem para o confronto de volta na Espanha. Mas ninguém acreditava que o Real Madrid não conseguiria a classificação em pleno Santiago Bernabéu. E, de fato, não conseguiu.

Saiu na frente com um gol de Cristiano Ronaldo no primeiro tempo e tomou o empate com um gol do bósnio Pjanic no final da partida. O resultado levou o Lyon para as quartas-de-final da Liga dos Campeões e tirou as chances de título do Real Madrid pela sexta vez seguida nessa fase da competição. Nos anos anteriores, o time madridista já havia sido eliminado pela Juventus (04/05), Arsenal (05/06), Bayern Munique (06/07), Roma (07/08), Liverpool (08/09) e agora para o Lyon. O maior vencedor da Liga dos Campeões, com nove títulos, está eliminado novamente.

E a crise galática está instaurada. O técnico Manuel Pellegrini já foi eleito um dos culpados pela derrota e os torcedores querem a sua demissão. Kaká vem sendo duramente criticado pelos torcedores e pela mídia espanhola, que o acusam de não chamar a responsabilidade nos jogos e não ter feito jus ao alto investimento do clube. O presidente Florentino Pérez terá muito trabalho pela frente para contornar essa situação e também para arcar com os milionários salários dos jogadores.

Os galáticos do Real Madrid ainda não saíram do papel. Em campo não se vê nada de mais, nenhum show e muito menos vitórias. É óbvio que o time merengue está forte na briga pelo título espanhol nessa temporada, mas a competição europeia, que era o maior objetivo, já foi para o espaço.

O jornal espanhol ‘El País’ publicou na edição de hoje uma frase que resume bem o que está ocorrendo com o clube mais rico do mundo: “O futebol não tem preço. Os títulos não se compram, são conquistados”.

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Kaká

Kaká surgiu no São Paulo, chegou à Seleção Brasileira, fez história e apareceu para o mundo atuando pelo Milan e a partir de hoje é oficialmente jogador do Real Madrid, procurando consolidar ainda mais sua brilhante carreira e também fazer história pelo clube merengue. Essa é a história que qualquer garoto sonha para sua carreira dentro do futebol. De inicio promissor a reserva de luxo na campanha no pentacampeonato em 2002 pelo Brasil. De seis anos e muitos títulos pela equipe Rossonera a um quase certo futuro brilhante na Espanha. Esse é Kaká, ídolo dos brasileiros e, principalmente, ídolo dos amantes do futebol.

A novela já se prolongava há alguns dias, mas hoje todas as partes envolvidas resolveram se pronunciar e confirmaram a segunda maior transação de um jogador de futebol na história do esporte, perdendo apenas para Zidane, que em 2001, foi vendido pela Juventus para o clube merengue pela bagatela de € 70 milhões (quase R$200 milhões). Mesmo não confirmado pelos clubes, especula-se que o Real Madrid pagou € 65 milhões (aproximadamente R$180 milhões) para contar com Kaká na próxima temporada. Alguns se chocam com esses valores astronômicos, outros pensam que vale a pena pelo futebol e principalmente pelo caráter de Kaká. Eu fico com a segunda opção, já que num mundo tão poderoso como é o futebol, se você pensar pelo lado da imagem que o atleta tem mundialmente, patrocínios, direitos de TV e outros tipos de renda não faltam para bancar uma estrela como Kaká num galáctico clube como o Real Madrid.

Pelo clube milanista, Kaká conquistou tudo que disputou. Em pouco mais de meia década foram 95 gols, duas Champions League, um Campeonato Italiano, duas Supercopas da Europa, uma Supercopa Italiana e um Mundial de Clubes. Foi um casamento perfeito e que deixará marcas eternas no torcedor do Milan, que vê Kaká como um dos maiores ídolos da história do clube e que gostaria de tê-lo até o fim de sua carreira. Mas com a crise econômica, a diretoria Rossonera viu que se desfazer de sua principal estrela era um modo de conseguir contornar os problemas financeiros e assim o fez. Venhamos e convenhamos, uma proposta como essa é irrecusável a qualquer clube de futebol do mundo, não?

O todo poderoso que bancou essa histórica contratação é Florentino Pérez, eleito pela terceira vez presidente do Real Madrid e dono de uma fortuna avaliada em nada mais nada menos que € 1.360 milhões. Está explicado como é possível contratar Kaká? Assim fica fácil. E o novo presidente quer transformar o clube merengue, que foi eleito em 2009 pela Deloitte Football Money League – pelo quarto ano seguido -, o clube mais rico do mundo com uma receita de € 365,8 milhões, novamente num time galáctico. Para isso, Kaká é a primeira de muitas possíveis contratações.

Com tantos números, cifras e valores altos, Kaká e Real Madrid têm tudo para formarem uma história de sucesso, sem dúvidas. Grande parte dessa aposta deve-se ao brasileiro, que além de ser um jogador completo, experiente, maduro e de um caráter exemplar, pode liderar a equipe em campo, ser decisivo quando for necessário e chamar as responsabilidades. Tudo indica que será mais um casamento de sucesso na trajetória de Kaká no futebol. Quem mais quer que isso aconteça são os dirigentes madrilenos e, principalmente, a torcida merengue. Enquanto o clube espanhol está festejando a chegada do craque (veja a nota oficial publicada no site do Real Madrid), os italianos do Milan já sentem saudades, reverenciam Kaká e deixam as portas abertas para seu grande ídolo que partiu (veja o comunicado no site do Milan).

Para quem não assistiu a entrevista coletiva concedida por Kaká na noite desta segunda-feira, no Recife, veja na íntegra as palavras do jogador no Globoesporte.com.

E você torcedor, o que achou dessa histórica contratação do Real Madrid? Kaká também será ídolo no clube espanhol? Esse casamento renderá bons frutos para as duas partes? Faça suas apostas e deixe sua opinião! 

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