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Posts Tagged ‘FIFA’

O MFC e a imprensa do mundo inteiro noticiaram no início da tarde desta sexta-feira que Muricy Ramalho era o novo treinador da Seleção Brasileira. Entretanto, algumas horas depois, o caso teve uma reviravolta incrível, a diretoria do Fluminense não liberou o treinador e, de quebra, aumentou seu salário e renovou seu contrato até 2012.

A CBF, famosa por sua desorganização e falta de planejamento, mais uma vez fez papel ridículo.  Convidou Muricy Ramalho para ocupar o cargo sem nem ter consultado Roberto Horcades,  presidente do Fluminense. Quando a notícia se espalhou, Horcades e Celso Barros, presidente da patrocinadora do clube carioca, trataram de conceder entrevista coletiva contrariando a vontade da CBF e decretando que Muricy continuará nas Laranjeiras.

Outro erro do manda-chuva Ricardo Teixeira. Eterno no cargo, Teixeira coleciona falcatruas, arrogância contra tudo e contra todos, além é claro das inúmeras investigações que envolvem seu nome. Agora, o cartola precisará contratar um treinador ainda neste final de semana, já que na segunda-feira, por ordens da Fifa, a Seleção Brasileira precisa ser convocada para o amistoso do próximo dia 10 de agosto, contra os Estados Unidos, em Nova Jersey.

Assim, conforme o MFC havia publicado no último dia 21 (https://macedofutebolclube.wordpress.com/2010/07/21/novo-tecnico/), o nome de Mano Menezes ganhou força de novo e, ao que tudo indica, o atual treinador corintiano aceitará o convite e assumirá o comando do futebol brasileiro. Aliás, Mano Menezes concederá entrevista coletiva na manhã deste sábado para anunciar sua saída do Timão.

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Com o término da Copa do Mundo da África do Sul, a Fifa divulgou hoje, em seu site oficial, a seleção com os melhores jogadores do Mundial. O “Time dos Sonhos” foi escolhido através dos votos dos internautas na página da entidade na internet. Como era provável, a campeã Espanha colocou seis jogadores na lista final, o maior número entre todas as seleções, além do técnico Vicente del Bosque. Em contrapartida, o lateral-direito Maicon foi o único representante do Brasil na eleição.

O goleiro eleito foi o espanhol Iker Casillas, que obteve 41% dos votos. A curiosidade da lista ficou por conta do setor defensivo. Como no site da Fifa a distinção é feita por defensores e não por laterais ou zagueiros, três laterais-direitos foram escolhidos: o espanhol Sérgio Ramos (30,21%), o alemão Philipp Lahm (43,81%) e o brasileiro Maicon (31,45%). O único zagueiro de origem foi o espanhol Carles Puyol, escolhido por ser um dos jogadores de referência da ‘Fúria‘.

No meio de campo, o “Time dos Sonhos” conta com o holandês Wesley Sneijder (60,60%), o alemão Bastian Schweinsteiger (39,96%) e os espanhóis Xavi Hernández (36,96%) e Andrés Iniesta, eleito por ter feito o gol na decisão do Mundial contra a Holanda.

A dupla de ataque foi formada pelo uruguaio Diego Forlán (vencedor do prêmio ‘Bola de Ouro’ de melhor jogador da Copa do Mundo) e o espanhol David Villa (61,33%), atleta mais bem votado na eleição e, talvez, o mais decisivo da trajetória da Seleção Espanhola rumo ao título.

Abaixo, veja os resumos de cada jogador retirados do site oficial da Fifa:

Iker Casillas: O erro do goleiro na partida de estreia contra a Suíça — que acabou com a derrota da Espanha — deu mais argumentos aos seus críticos. Porém, seis atuações impecáveis na sequência mudaram por completo essa impressão inicial. Casillas defendeu um pênalti e fez mais duas grandes defesas na vitória das quartas de final sobre o Paraguai. O seu reflexo rápido também foi fundamental para que os espanhóis superassem a Holanda na final, garantindo o quarto triunfo consecutivo por 1 a 0. Por isso, ele levou a Luva de Ouro com 41% dos votos — 29 pontos a mais que o segundo colocado.

Philipp Lahm: O jogo impecável do lateral-direito e a sua influência como capitão substituto foram fundamentais para a inesperada campanha da Alemanha rumo ao terceiro lugar. O atleta de 26 anos pode até não intimidar os adversários com o seu 1,70m de altura, mas exibe grande habilidade para roubar a bola com categoria, sem precisar recorrer à força. Além disso, Lahm dá passes sempre com inteligência e, por tudo isso, recebeu 43,81% dos votos, tornando-o o único integrante do último Time dos Sonhos da Copa do Mundo da FIFA a ser reeleito neste ano.

Carles Puyol: O zagueiro de 32 anos talvez não estivesse na sua melhor fase durante a primeira etapa do Mundial, mas logo conseguiu recuperar a grande forma que exibiu nas campanhas vitoriosas do Barcelona e da Espanha nos últimos anos. Puyol marcou o gol da vitória na semifinal contra a Alemanha, superando a zaga e acertando uma cabeçada indefensável para o goleiro Manuel Neuer. Ao mesmo tempo, o seu incansável trabalho na defesa foi fundamental para que ninguém vazasse o gol espanhol em cinco dos sete jogos na campanha do título.

Maicon: Em dificuldades na sua estreia no Mundial, o Brasil precisava de algo especial para dobrar a Coreia do Norte. Foi exatamente o que o camisa dois da Seleção fez: marcou um gol com um chute de um ângulo impossível e ajudou os brasileiros a começarem a sua campanha com o pé direito. As rápidas subidas do lateral pela direita deram muita dor de cabeça aos adversários. Mas o bom trabalho de Maicon na marcação também lhe garantiu 31,45% dos votos.

Sérgio Ramos: Defensor inflexível, mas também muito criativo no ataque, o número 15 da Espanha conseguiu segurar craques como Cristiano Ronaldo e Lukas Podolski e criou um importante corredor pela direita na saída de bola da seleção de Vicente del Bosque. Por isso, recebeu 30,21% dos votos dos usuários.

Wesley Sneijder: Os 60,60% dos votos e a segunda posição no quadro geral desta eleição são um indicativo do que o meia-atacante holandês apresentou na África do Sul. O jogador de 26 anos buscou a bola constantemente e, quando a recebia, tentava sempre abrir espaços. Além disso, foi o artilheiro da sua seleção com cinco gols, incluindo ambos da vitória por 2 a 1 sobre o Brasil nas quartas. O atleta da Inter de Milão também deu um passe excepcional para deixar Arjen Robben na cara do gol na decisão. O seu companheiro de seleção pode até ter perdido a chance, mas Sneijder não deixou passar a oportunidade de brilhar na Copa do Mundo da FIFA.

Bastian Schweinsteiger: O atleta de 25 anos alcançou a sua maturidade futebolística na África do Sul. Ele correu 79,8 km em campo — distância só superada pelo espanhol Xavi —, fez cortes decisivos e confirmou a sua grande qualidade no passe. Além disso, oferecia orientação e ânimo à equipe desde a sua posição no setor defensivo, fazendo as vezes de capitão informal do conjunto alemão. Teve atuações excelentes nas vitórias sobre a Austrália, a Inglaterra e a Argentina e, assim, ficou com 39,96% dos votos.

Andrés Iniesta: O homem certo aparece na hora certa. Quando a decisão da Copa do Mundo da FIFA chegava ao final da prorrogação sem que o placar tivesse sido aberto, o craque espanhol dominou a bola com perfeição dentro da área e tocou para o fundo da rede, na saída do goleiro holandês Maarten Stekelenburg. Iniesta também se sobressaiu no caminho da Espanha rumo à final, mostrando a sua grande habilidade e dando passes inteligentes.

Xavi: Cérebro da Espanha, ele correu mais e deu mais passes (alguns deles, extraordinários) que qualquer outro jogador na África do Sul. Por isso, a peça-chave da seleção espanhola recebeu 36,96% dos votos.

David Villa: O atacante do Barcelona esteve sob pressão durante todo o torneio, mas mesmo assim brilhou. Foi um dos artilheiros da competição, com cinco gols — entre eles os decisivos contra Portugal, nas oitavas, e Paraguai, nas quartas. O fato de ter conseguido a mais alta porcentagem de votos (61,33%) já diz tudo sobre a sua atuação na África do Sul.

Diego Forlán: Ficar entre os quatro melhores colocados era uma tarefa hercúlea para o Uruguai. Mas, aos 31 anos, Forlán assumiu esse necessário papel de herói da sua seleção. Marcou cinco gols e a sua dedicação ao grupo (de quem foi fonte constante de motivação) lhe valeu a Bola de Ouro e uma vaga garantida neste Time dos Sonhos.

Vicente del Bosque (técnico): Algumas das suas decisões foram questionadas. Mas todas acabaram sendo justificadas pela conquista do troféu mais cobiçado do futebol mundial.

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Nova Zelândia 1 X 1 Eslováquia

Mais um jogo fraco no Mundial da África do Sul. Neozelandeses e eslovacos já foram para a Copa do Mundo como meros coadjuvantes e, pelo que foi visto hoje, não se esforçarão em nada para tentar mudar este panorama. A Nova Zelândia, que joga o torneio pela segunda vez na história (a outra aconteceu em 1982), jogou água no chope dos eslovacos no final da partida e pela baixa qualidade técnica de ambos, o empate por 1 a 1 ficou de bom tamanho.

O jogo foi tão sonolento que o primeiro lance de perigo aconteceu somente aos 27 minutos. Os eslovacos Weiss e Sestak tabelaram na entrada da área, mas a conclusão do atacante Sestak saiu pela linha de fundo. Cinco minutos mais tarde foi a vez do goleiro da Nova Zelândia, Mark Paston, fazer uma presepada com a bola nos pés e entregar de bandeja para o adversário, que também se enrolou com a pelota e desperdiçou outra chance. A Eslováquia ao menos tentava abrir o placar e criou outra chance aos 35 com o meia Leo Bertos em avançada pela direita. A Nova Zelândia só assustou aos 37 minutos, quando o atacante Smeltz tabelou com Killen e, de dentro da área, bateu de primeira rente a trave.

A segunda etapa começou um pouco mais movimentada, já que logo aos 4 minutos, depois de boa jogada pela direita, Sestak cruzou e o atacante Vittek mandou de cabeça para o fundo do gol, abrindo o placar para a Eslováquia. Os eslovacos perderam a chance de ampliar o marcador aos 23, quando desceram num rápido contra-ataque e o atacante Vittek ficou cara a cara com o goleiro, mas foi interceptado. A Nova Zelândia, por sua vez, só levava perigo nas bolas aéreas, fazendo valer a média de altura de 1,86 de seus jogadores. Aos 42 minutos, Smeltz subiu mais que a zaga adversária e cabeceou para fora, numa boa chance. Cinco minutos mais tarde, já nos acréscimos do jogo, veio o castigo para a Eslováquia. Smeltz cruzou a bola para a área e o zagueiro Reid marcou o gol de empate, dando números finais à partida.

O empate entre Nova Zelândia e Eslováquia embolou ainda mais o grupo F da Copa do Mundo. As duas equipes se juntaram a Itália e Paraguai e agora os quatro times somam um ponto. A segunda rodada do grupo acontece no próximo domingo (20/06), quando os eslovacos enfrentam o Paraguai em Bloemfontein, às 8h30 (horário de Brasília) e Itália e Nova Zelândia jogam em Nelspruit, às 11h.

Costa do Marfim 0 X 0 Portugal

O jogo mais esperado desta terça-feira também não foi dos melhores. Entretanto, pela qualidade dos jogadores, era óbvio que marfinenses e portugueses não fariam um jogo ruim como Nova Zelândia e Eslováquia fizeram. O duelo entre as estrelas Cristiano Ronaldo e Didier Drogba não aconteceu, ao menos na primeira etapa, já que o marfinense foi poupado por ainda não estar 100% fisicamente. A Seleção Portuguesa não conseguiu se sobressair através da genialidade de Cristiano Ronaldo e foi freada pela força física e a disciplina tática imposta pela equipe de Sven-Göran Eriksson, treinador da Costa do Marfim. O empate por 0 a 0 foi justo pelo o que as equipes fizeram no gramado do estádio Nelson Mandela Bay.

Logo no começo da partida, Cristiano Ronaldo levantou os torcedores. O português recebeu uma bola no meio, deu um drible curto no adversário e, de direita, mandou uma bomba que explodiu na trave do goleiro Barry. O cartão de visitas do astro poderia ter assustado a Costa do Marfim, mas o que se viu depois disso foi o contrário. Tiené, Touré, Eboué e Demel não deram espaços para Cristiano Ronaldo. Marcaram em cima e levaram a melhor na maioria dos lances. Aos 13 minutos, os marfinenses levaram perigo pela primeira vez, numa falta cobrada pelo zagueiro Tiené. Tiote também deu um chute perigoso na meta defendida pelo goleiro Eduardo e esses foram os principais lances da primeira etapa.

O segundo tempo foi mais corrido e as duas equipes resolveram se arriscar mais. Gervinho, que teve boa atuação, chegou à linha de fundo pela esquerda do campo e quase abriu o placar no primeiro minuto. Portugal respondeu onze minutos mais tarde, em cabeçada de Liedson e boa defesa de Barry. O estádio entrou em êxtase aos 19 minutos, quando Drogba saiu do banco de reservas e entrou no lugar de Kalou. O atacante do Chelsea é muito mais que apenas um ídolo dos marfinenses. Drogba é visto como o principal jogador de todo o continente africano na atualidade e, por esse motivo, foi festejado como uma grande estrela costuma ser. Pouco participativo em campo, o atacante da Costa do Marfim viu a seleção lusitana perder outra chance de abrir o placar aos 34 minutos, em cobrança de falta de Cristiano Ronaldo, que passou por cima do gol. Mas Drogba também teve sua chance, aos 45 minutos, quando recebeu passe dentro da área e, desequilibrado, chutou para fora na saída do goleiro.

O jogo acabou 0 a 0 e o principal destaque efetivamente foi o sistema tático da Costa do Marfim. Sven-Goran Eriksson assumiu a equipe recentemente e soube usar muito bem a qualidade do time africano. As linhas de defesa e do meio anularam Cristiano Ronaldo, Liedson, Deco e toda a companhia dirigida pelo técnico Carlos Queiroz. As duas seleções demonstraram força, mas precisam melhorar bastante para aspirar uma boa colocação no final do torneio.

Brasil 2 X 1 Coreia do Norte

A tão esperada estreia brasileira no Mundial aconteceu hoje e, nenhum espetáculo foi visto, mas novamente o estilo Dunga foi apresentado, o chamado futebol de resultado. Todos esperavam ver uma seleção fraca, tanto que a Coreia do Norte é a pior colocada no ranking da FIFA entre os 32 países que disputam o Mundial. Mas os norte-coreanos provaram que não serão o saco de pancadas da Copa do Mundo. Fizeram o Brasil suar – e muito – para conseguir a vitória por 2 a 1, resultado esse que deu a liderança do grupo G para a Seleção Brasileira.

Os jogadores brasileiros estavam visivelmente nervosos no início do duelo, algo absolutamente normal para uma estreia de Copa do Mundo. Porém, o Brasil respeitou muito a esforçada seleção norte-coreana, tanto que o primeiro chute a gol só saiu aos 12 minutos, em uma conclusão fraca de Elano. Sete minutos depois, Luís Fabiano roubou a bola no meio de campo, avançou e deu na medida para Robinho, que iludiu o marcador e chutou para o gol, também sem perigo. A Seleção Brasileira ainda estava em marcha lenta, pouco inspirada e barrando sempre na retranca do adversário.

O primeiro tempo acabou e os jogadores decepcionaram a torcida brasileira, que esperava um show da seleção com muitos gols. Os norte-coreanos fizeram muito mais do que deles se esperava. Conseguiram conter o ímpeto da equipe mais vencedora do futebol mundial e ainda se arriscaram no ataque, mesmo que sem perigo.

Robinho foi o melhor do Brasil no primeiro tempo. Se não foi um primor, ao menos buscou o jogo e deixou seus companheiros em boas condições. Na segunda etapa, a mesma situação aconteceu e já que ninguém resolvia, o craque do Santos tentou resolver sozinho, aos sete minutos, mas o chute foi sem direção e passou longe da meta do goleiro asiático. Dois minutos depois, enfim, o Brasil abriu o placar. O volante-brucutu Felipe Mello fez uma boa inversão da esquerda para a direita e encontrou Elano, que dominou, esperou Maicon passar e lançou para o lateral, que entrou na área em velocidade e mandou uma bomba para o gol, enganando o goleiro Ri Myong-Guk, que se preparava para intervir um possível cruzamento e viu a bola entrar entre seu corpo e a trave.

Com a vantagem no placar, a Seleção Brasileira se empolgou e foi em busca de mais gols. Michel Bastos chutou forte aos 15 minutos e quase ampliou. Três minutos depois, Robinho lançou a bola, Luís Fabiano matou no peito, fintou o zagueiro e mandou de pé esquerdo para fora. Provando querer jogo, Robinho recebeu a bola no meio de campo, partiu para cima e deu um precioso passe entre os adversários, encontrando seu ex-companheiro de Santos, Elano, livre para marcar o segundo gol brasileiro, aos 26 minutos.

O segundo tento amenizou o ímpeto brasileiro e a Coreia do Norte foi para o tudo ou nada. Somente aos 37 minutos o goleiro Júlio César pegou na bola, num cruzamento erguido na área e defendido sem problemas pelo arqueiro brasileiro. Com o resultado praticamente garantido, Dunga colocou Nilmar, Daniel Alves e Ramires no jogo. E aos 39, Nilmar quase marcou o seu, em conclusão fraca para o gol. Mas o que menos se esperava aconteceu aos 43 minutos, quando a defesa do Brasil ficou apenas olhando o norte-coreano Ji Yun-Nam entrar na área e fuzilar para fazer o gol dos asiáticos.

O jogo terminou 2 a 1, o Brasil não passou sufoco em nenhum momento, mas ficou devendo muito futebol. Kaká, a principal esperança brasileira no Mundial, não foi bem e visivelmente ainda está aquém de sua melhor condição física. Não sei se haverá tempo para o meia se recuperar e isso é preocupante para as pretensões brasileiras no torneio. Mesmo jogando de forma pragmática, a Seleção Brasileira foi amplamente superior, tanto que teve 63% de posse de bola e finalizou dez vezes contra apenas três do adversário. Dunga precisa melhorar muito essa equipe, já que os dois próximos jogos serão contra equipes mais qualificadas que a Coreia do Norte.

Com os resultados desta terça-feira, o grupo G tem o Brasil na liderança com três pontos, Portugal e Costa do Marfim empatados com um ponto e os norte-coreanos figuram na lanterna. A Seleção Brasileira disputa a segunda partida no próximo domingo (20/06) contra a Costa do Marfim em Joanesburgo, às 15h30. No dia seguinte, a Coreia do Norte encara Portugal na Cidade do Cabo, às 8h30.

Reveja os melhores momentos e os gols da partida:

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O Brasil enfrentará na manhã desta quarta-feira a Seleção do Zimbábue. Será o primeiro dos dois amistosos preparativos para a Copa do Mundo em solo africano. No mínimo uma opção arriscada e controversa da CBF.

É óbvio que uma seleção que figura na 110ª posição no ranking da FIFA não é parâmetro para os brasileiros. Se a ideia era condicionar o time e testar as peças e formações, não será num jogo como esse que evidências aparecerão. Jogar contra adversários mais qualificados também seria perigoso, porém o melhor mesmo era continuar treinando na África do Sul ao invés de fazer um amistoso contra o Zimbábue.

O Zimbábue é um dos países mais pobres do planeta. Governado há trinta anos pelo ditador Robert Mugabe, empresas ligadas ao político pagarão à CBF cerca de US$1,8 milhões pela exibição do Brasil. Fato lamentável se levarmos em consideração que a miséria é tanta por lá que grande parte da população vive com 1 dólar por dia. Esse dinheiro poderia ser investido nas pessoas e não destinado para quem está com o bolso cheio e não precisa.

De qualquer forma, a Seleção Brasileira corre outro risco perigoso. Alguém conhece os jogadores zimbabuanos? É óbvio que não. Por esse simples motivo, todos que entrarem em campo gostarão de mostrar serviço e jogar firme. Já pensou se numa dividida mais forte o zagueiro deles machuca Luís Fabiano? E se acontecer o mesmo com Robinho ou Kaká? É um risco desnecessário. Mais um amistoso ‘caça-níquel’ da CBF. Infelizmente o lucro sempre está acima de todas as outras razões.

Depois de jogar contra o Zimbábue, o Brasil ainda enfrentará a inexpressiva Seleção da Tanzânia, no próximo dia 7 de junho.

E você torcedor, o que pensa sobre isso? Concorda com esses arriscados amistosos pré-Copa? Opine!

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Por: Erik Rodrigues*

Logo após a escolha do Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014, o país começou a pensar nos estádios que sediarão os jogos da competição. Naturalmente, o Maracanã foi indicado como palco da grande final, assim como ocorreu em 1950. E a partida de abertura, na teoria, ficou com a cidade de São Paulo.

Desde então, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, tem se mostrado contra o jogo inicial no estádio do São Paulo Futebol Clube, o Morumbi. Apesar de ser comedido publicamente, informações de bastidores contam que o dirigente trabalha pela construção de uma nova arena na capital paulista. Há duas explicações para isso: a primeira é unicamente política, pois o São Paulo tem um histórico de oposição a Teixeira; já a segunda é econômica, pois para construir um estádio é necessário mais dinheiro para os amigos empreiteiros do cartola do que uma reforma em algo já erguido.

Apesar de tudo isso, Juvenal Juvêncio, presidente do clube do Morumbi, vem trabalhando arduamente para que a abertura da Copa 2014 seja no Cícero Pompeu de Toledo. E concordo com seus motivos, pois uma reforma para deixar o estádio nos padrões da FIFA seria muito benéfica para o clube.

No entanto, o preço para conseguir isso é muito alto. Passa pela bajulação total e irrestrita ao Sr. Teixeira, que hoje tem status de “Rei do Brasil”, sendo cortejado por políticos e empresários de todo o país, até a submissão total às exigências da FIFA.

Se for para ter a abertura da Copa de 2014 nestas condições Juvenal, gostaria de te pedir para desistir da Copa. Como são-paulino, entendo que os benefícios para o patrimônio do clube seriam muito bons. Mas não gostaria de ver o presidente do meu time se envolvendo com este tipo de gente.

Deixe-os construírem outro estádio em São Paulo, para depois ficar mais um elefante branco como o Engenhão. Deixe que as obras atrasem e a abertura fique ameaçada. Deixe que sejam liberados recursos públicos aos milhões, como aconteceu no Pan. Mas não se iguale a este tipo de gente, que fica com ameaças veladas e que está acostumada a ser irresponsável com o futebol brasileiro.

* Erik Rodrigues é jornalista e são-paulino.

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Essa é a frase que estampará o ônibus da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2010. Em anúncio veiculado pela FIFA nesta segunda-feira, foram apresentadas as frases de todos os 32 veículos que transportarão as equipes no mundial da África do Sul.

As frases foram enviadas por internautas durante três semanas e a votação dos slogans escolhidos foi realizada no site da entidade que rege o futebol no mundo.

Abaixo, veja a lista com as 32 frases:

África do Sul: Uma nação unida e orgulhosa sob um arco-íris
Alemanha: No caminho de ganhar a Copa!
Argélia: Estrela e crescente com um objetivo: Vitória!
Argentina: Última parada, a glória
Austrália: Ouse sonhar, avance Austrália
Brasil: Lotado! O Brasil inteiro está aqui dentro!
Camarões: Os leões indomáveis estão de volta
Chile: Vermelho é o sangue do meu coração, Chile campeão
Coréia do Norte: 1966 de novo! Vitória para a Coreia!
Coréia do Sul: Os gritos dos vermelhos, República da Coreia Unida!
Costa do Marfim: Elefantes, vamos lutar pela vitória!
Dinamarca: Tudo de que você precisa é um time dinamarquês e um sonho
Eslováquia: Balance o campo verde: Vá Eslováquia!
Eslovênia: Com 11 corações valentes até o fim
Espanha: Esperança é o meu caminho. Vitória, meu destino
Estados Unidos: Vida, liberdade e a busca pela vitória!
França: Todos juntos por um novo sonho em azul
Gana: A esperança da África
Grécia: A Grécia está em todos os lugares
Holanda: Não tema os 5 grandes, tema os 11 laranjas
Honduras: Um país, uma paixão e 5 estrelas no coração
Inglaterra: Jogando com orgulho e glória
Itália: O nosso azul no céu da África
Japão: O espírito samurai nunca morre! Vitória para o Japão!
México: É tempo de um novo campeão!
Nigéria: Super Águias e super fãs unidos, nós acreditamos
Nova Zelândia: Chutando no estilo Kiwi
Paraguai: O leão guarani ruge na África do Sul
Portugal: Um sonho, uma ambição… Portugal campeão!
Sérvia: Jogando com o coração, andando com um sorriso!
Suíça: Vamos, Suíça! (nas quatro línguas oficiais do país)
Uruguai: O sol brilha sobre nós! Vamos, Uruguai

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