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Posts Tagged ‘Copa América’

A CBF irá anunciar o novo técnico da Seleção Brasileira ainda nesta semana, possivelmente entre sexta-feira e domingo, já que na segunda-feira, o escolhido será apresentado pela entidade e já terá que divulgar a lista dos jogadores convocados para o amistoso entre Brasil e Estados Unidos, jogo este que acontecerá no dia 10 de agosto, na cidade de New Jersey.

A contratação do novo técnico para o selecionado brasileiro vem gerando muita especulação da imprensa e curiosidade das pessoas. O nome mais cotado após o fracasso da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da África do Sul era o de Luiz Felipe Scolari. Porém, o treinador pentacampeão já havia firmado acordo verbal com o Palmeiras antes do Mundial e, dessa forma, cumpriu sua palavra e já está comandando a equipe do Palestra Itália.

Com o insucesso na recontratação de Felipão, os nomes surgiram aos montes. Mano Menezes, do Corinthians; Muricy Ramalho, do Fluminense; Ricardo Gomes, do São Paulo; Vanderlei Luxemburgo, do Atlético-MG; Leonardo, que atualmente está sem clube, entre outros. Mas até o momento, nenhum deles foi citado pelo presidente da CBF em seus depoimentos à imprensa. A única coisa que Ricardo Teixeira deixou claro foi que haverá uma renovação no grupo de jogadores e que, diferentemente da época de Dunga, os jovens talentos ganharão oportunidades de vestir a amarelinha.

Com a proximidade do anúncio, nesta semana o nome de Mano Menezes ganhou força e, ao que tudo inidica, o técnico deixará o Parque São Jorge e seguirá para um novo desafio na carreira. Aliás, que desafio. Se, de fato, ele for o escolhido para dirigir a Seleção Brasileira, o treinador, que já é bastante calejado no quesito pressão (visto que trabalhou em dois grandes clubes: Grêmio e Corinthians), terá que aumentar ainda mais o seu estoque de ‘paciência’ para suportar as cobranças.

Segundo o presidente da CBF, o treinador que assumir o cargo agora terá um projeto de seis anos para cumprir à frente da equipe, já que inúmeros torneios acontecerão neste prazo. A começar pelo amistoso contra os Estados Unidos e, possivelmente, outros dois jogos ainda em 2010. No ano que vem, a Seleção Brasileira disputará a Copa América, na Argentina. Em 2012, o Brasil terá os Jogos Olímpicos para buscar o inédito título. No ano seguinte, começam os torneios em território nacional com a Copa das Confederações. Em 2014 a Copa do Mundo e, em 2015, a Copa América. Por fim, em 2016, as Olimpíadas no Rio de Janeiro.

O processo é longo e, independente de quem seja o treinador, o trabalho não será fácil. A cobrança por resultados no Brasil é algo comum e agora não será diferente. Aliás, deverá haver mais cobrança ainda, já que muitos dos torneios dos próximos anos acontecerão por aqui.

O MFC acredita que Mano Menezes seja um bom nome para o comando, visto pelo ótimo trabalho desenvolvido no Grêmio e também no Corinthians. Além de tudo, Mano parece ter a cabeça aberta para trabalhar em cima da tal reformulação. É esperar para ver e fazer novas análises.

Mas você, leitor deste blog, o que pensa? Quem você gostaria de ver no comando da Seleção Brasileira? Qual seu nome preferido e por qual motivo? Deixe sua opinião!  

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Argentina 0 X 4 Alemanha

O duelo de duas potências do futebol mundial válido pelas quartas de final da Copa do Mundo tinha tudo para ser o grande jogo da competição. De um lado, uma Argentina empolgada e parecendo viver uma lua de mel com seu treinador Diego Maradona. Do outro, uma Alemanha renovada com um futebol rápido e envolvente. Porém, o que se viu no gramado do estádio Green Point, na Cidade do Cabo, foi uma avalanche alemã que atropelou os argentinos sem dó nem piedade e venceu facilmente por 4 a 0.

Antes mesmo do início da partida, Maradona deve ter se preocupado e rezado muito por seus defensores. Os resultados positivos contra seleções medianas até então, escondiam um problema crônico da atual Seleção Argentina: a defesa. O sistema defensivo formado por um goleiro fraco e zagueiros lentos, seria o prato cheio para a habilidade e velocidade dos jovens da Alemanha. E isso se comprovou logo aos dois minutos. Schweinsteiger cobrou falta pela esquerda, a zaga argentina ficou só olhando e Thomas Müller, de cabeça, antecipou o goleiro Sergio Romero para abrir o marcador. O começo fulminante dos europeus assustou os sul-americanos.

Prensados no campo de defesa, os argentinos não conseguiam criar jogadas ofensivas e esbarravam na forte marcação da Alemanha. Acusando o golpe, a Argentina quase levou o segundo gol aos 23 minutos. Müller fez boa jogada pela direita e rolou a bola para Klose, que finalizou para fora e desperdiçou grande oportunidade. Como não poderia deixar de ser, todas as tentativas dos argentinos passavam pelos pés de Messi, que recebia marcação de dois ou três adversários e, assim, não conseguia criar suas tradicionais jogadas.

Aos 33, num dos raros momentos interessantes, Higuaín recebeu a bola dentro da área, girou e bateu no canto, mas Neuer defendeu. No minuto seguinte, Messi cobrou falta e a bola bateu na barreira. No rebote, Heinze dominou e lançou para Tevez, que passou para Higuaín marcar o gol. Porém, o árbitro Ravshan Irmatov, do Uzbequistão, invalidou o tento acertadamente, já que Tevez e Higuaín estavam impedidos no lance.

O primeiro tempo terminou com a vantagem alemã. Assim, restavam 45 minutos para a Argentina melhorar seu futebol e tentar a virada. Entretanto, os planos dos sul-americanos foram ruíndo pouco a pouco. Com a postura diferente, os argentinos tiveram ao menos cinco chances de empatar o jogo até os 20 minutos, mas a falta de pontaria não assustou o goleiro alemão. Se aproveitando dos erros do rival, a Alemanha tratou de resolver o jogo. E o segundo gol saiu com imensa facilidade. Aos 22, Müller conseguiu tocar a bola mesmo caído para Podolski, que avançou sem marcação, esperou Klose se posicionar e só rolou para o artilheiro fazer o segundo dos germânicos.

Percebendo a fragilidade do adversário, os alemães sentiram que poderiam fazer mais gols. E fizeram mesmo. Aos 28 minutos, Schweinsteiger fez uma brilhante jogada pela esquerda, driblou três argentinos e, na saída do goleiro, só rolou para Friedrich mandar para o fundo do gol. O placar apontava 3 a 0 e cabia mais. Atônita, a Argentina sentiu o baque e passou a assistir o show da equipe de Joachim Löw. Aos 35, Podolski quase marcou o seu, em chute forte de fora da área bem defendido por Romero.

Mas aos 43 minutos, os argentinos não conseguiram escapar do quarto gol alemão. Em rápido contra-ataque, Podolski avançou com a bola, passou para Özil cruzar e encontrar Klose sozinho na área. O jogador, com a calma peculiar de um matador, tocou de primeira e fez o quarto. O gol fechou o caixão argentino neste Mundial, colocou o alemão na vice-artilharia do torneio, com quatro gols e, de quebra, atingiu à marca de 14 tentos na história das Copas do Mundo, se igualou ao seu compatriota Gerd Müller e ficou a apenas um gol de Ronaldo, o maior artilheiro de todas as competições.

A contundente vitória alemã provou que a renovação feita por Joachim Löw, de fato, foi positiva. Depois de um início avassalador na estreia da Copa, a Alemanha teve sua qualidade colocada à prova após perder para a Sérvia. Mas, de lá para cá, o que se viu foram grandes atuações dos germânicos. Thomas Müller e Özil são as grandes revelações do torneio, enquanto Podolski e Schweinsteiger são os maestros do time, além do já conhecido faro de gol do artilheiro Miroslav Klose. Assim, a equipe europeia aparece como a grande favorita para levar a taça neste ano e conquistar seu tetracampeonato.

Aos argentinos, só restam as lágrimas. O semblante de Maradona ao término da partida evidenciava o estrago que os alemães fizeram. O ex-jogador confiava demais na conquista de uma Copa do Mundo como treinador. Apostava em sua principal estrela, Lionel Messi, que nada fez no Mundial. A Argentina segue em sua sina de não conseguir um bom resultado sequer há 20 anos, desde a Copa da Itália, em 1990, quando foram derrotados pelos mesmos adversários de hoje na decisão.

Paraguai 0 X 1 Espanha

O jogo decisivo entre paraguaios e espanhóis no Ellis Park, em Joanesburgo, tinha um roteiro anunciado antecipadamente. Se tudo corresse dentro dos conformes, a Espanha venceria facilmente o Paraguai, que teve seu méritos ao chegar até as quartas de final, mas que, ao mesmo tempo, atingiu esta fase como a pior equipe entre as finalistas. Como o futebol é um esporte totalmente imprevísivel, os europeus estiveram perto de perder a vaga na semifinais e, depois de uma reviravolta, conseguiram vencer com muito suor o adversário por 1 a 0 e obtiveram a classificação.

O primeiro tempo da partida foi amarrado demais. Os paraguaios apresentaram novamente seu conhecido ferrolho e impuseram muitas dificuldades aos espanhóis. Dessa forma, nenhuma chance real de gol foi criada e os goleiros foram meros espectadores do jogo. Parecia que toda a emoção estava reservada para a segunda etapa.

Aos 11 minutos, Edgar Barreto cobrou escanteio da esquerda e, enquanto a bola viajava pela área, o zagueiro Piqué agarrou Cardozo. O árbitro não hesitou ao marcar o pênalti e o próprio Cardozo bateu e viu Iker Casillas defender. O atacante desperdiçou uma chance e tanto de ver sua equipe continuar fazendo história nos gramados da África do Sul.

Após a defesa da penalidade, Casillas lançou a bola para o campo de ataque e, de forma incrível, David Villa avançou e foi derrubado por Alcaraz dentro da área. O árbitro guatemalteco Carlos Batres exagerou e marcou outro pênalti. Xabi Alonso cobrou e fez o gol, mas o juiz mandou voltar por ter visto uma invasão na área. Assim, o espanhol cobrou de novo e Justo Villar defendeu. Em um minuto, o jogo chato se transformou e ganhou emoção para todos os gostos. Com os erros de Cardozo e Xabi Alonso, o placar persistiu e quem se saiu bem foram os goleiros.

Com tantas emoções, o jogo melhorou consideravelmente. O Paraguai resolveu sair de trás e a partida ficou aberta. Com a habitual troca de passes, os espanhóis foram com tudo em busca do gol. Aos 17, depois de rápido contra-ataque, Iniesta chutou colocado e Villar fez boa defesa. O gol saiu, enfim, somente aos 37 minutos. Depois de boa triangulação no meio campo, Fábregas tocou para Xavi, que passou para Iniesta. O jogador do Barcelona avançou, driblou dois paraguaios e rolou para Pedro chutar a bola na trave. No rebote, David Villa bateu de primeira e, caprichosamente, a bola tocou nas duas traves antes de entrar. Foi o quinto tento anotado por Villa na Copa do Mundo em cinco partidas disputadas. Assim, o atacante espanhol é o artilheiro isolado do torneio.

Depois de sofrer o gol, o time sul-americano não teve forças para reagir e, dessa forma, se despediu da Copa do Mundo de forma honrosa. Além de ter chegado às quartas de final pela primeira vez na história, os paraguaios venderam caro a derrota para a favorita Espanha, que segue firme no Mundial em busca do inédito feito. Com a vitória, a ‘Fúria‘ quebrou uma marca que já durava 60 anos. A primeira e única vez que os espanhóis chegaram a uma semifinal de Copa do Mundo, aconteceu no longínquo ano de 1950, quando a competição foi disputada no Brasil.

Assim, o que tinha tudo para ser uma Copa América com grife, cada vez mais se transforma numa Eurocopa. O clássico europeu entre Alemanha e Espanha vale uma vaga na decisão do Mundial e acontecerá na próxima quarta-feira (7/7), no estádio Moses Mabhida, em Durban, às 15h30. Os alemães tentam chegar à oitava final de Copa do Mundo, enquanto os espanhóis buscam a primeira.

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A relação do treinador Dunga com a imprensa é cada vez pior. O técnico se sente perseguido desde a Copa de 1990, quando o Brasil foi muito mal e acabou sendo eliminado nas oitavas-de-final para a Argentina. Naquela época, jornalistas criticaram muito o método de trabalho do treinador e nomearam a geração de ‘Era Dunga’. Já se passaram 20 anos, mas o atual treinador da Seleção Brasileira ainda guarda muitas mágoas.

É óbvio que Dunga tem seus direitos e pode ficar para sempre chateado com a forma que foi tratado. Mas ele precisa pôr a mão na consciência e saber que os tempos são outros, hoje ele ocupa outro cargo e precisa ser respeitoso com os jornalistas que cobrem o dia-a-dia da seleção. Ninguém está criticando a posição dele de não querer que a concentração pré-copa seja a mesma bagunça de 2006. Ele pode continuar realizando treinos fechados, sem a presença de torcedores e da mídia. A zona ocorrida em Weggis, na Suíça, antes do mundial da Alemanha foi preponderante para o insucesso brasileiro e é óbvio, não deve ser repetido o mesmo erro. Nesse aspecto, é fácil concordar com Dunga.

Porém, o que ele faz constantemente nas entrevistas coletivas é inaceitável. É o único momento que os jornalistas têm para saber as novidades, tirar dúvidas e passar as informações sobre a equipe para o povo brasileiro. Em toda santa coletiva Dunga age da mesma maneira. Dá respostas atravessadas, abusa da irônia e desrespeita os profissionais que lá estão. Qualquer pergunta que se faça é ofensiva na concepção do técnico. O diálogo é impossível e cada vez mais ele consegue irritar as pessoas.

Ninguém mais o critica por não ter levado esse ou aquele jogador. Isso já passou. Agora é a hora que todos querem saber se o Kaká está recuperado, se o grupo está unido, quem está se destacando nos treinos, qual a provável escalação para a estreia. É isso que a imprensa quer saber para retransmitir para o povo. Mas Dunga não entende. Veja o que o treinador disse na entrevista desta quinta-feira, na África do Sul:  “Aqui há 300 jornalistas que torcem contra, estão esperando a gente perder para criticar e falar que estavam com a razão ou que tivemos sorte na Copa América e na Copa das Confederações”.

Quem está torcendo contra? Todos somos brasileiros e independente de quem for o técnico ou os jogadores, sempre torçeremos por nossa pátria. Dunga crê que 190 milhões de brasileiros estão contra ele. A favor, somente os jogadores e olhe lá. Não dá para aceitar um pensamento chulo como esse. Uma pena!

O que você pensa sobre o assunto? Opine!

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Seleção Brasileira é tricampeã da Copa das Confederações

Realmente o trabalho de Dunga a frente da seleção brasileira é inquestionável. Grande parte da imprensa e milhões de torcedores não acreditaram na capacidade do treinador. Me incluo nesse grupo, mas contra fatos não há argumentos. Em quase três anos no comando da seleção, Dunga tem um incrível aproveitamento. Em 45 jogos foram 31 vitórias, 10 empates e apenas quatro derrotas.

Os objetivos estão sendo alcançados pouco a pouco. Até o momento o Brasil jogou duas competições com Dunga no banco de reservas e venceu as duas. A Copa América contra a Argentina, em 2007 e a Copa das Confederações ante aos EUA, no último domingo. Além disso, Dunga levou a seleção brasileira à liderança das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010.

Outro fator que merece destaque na ‘Era Dunga’ são suas convocações. Antes muito contestado, quando convocou atletas que jamais mereciam ter vestido a camisa mais tradicional do futebol mundial como Jônatas, Fernando, Jô, Bobô e Afonso Alves, o treinador ultimamente vem mantendo uma base e definindo o critério das listas com base nas atuações dos jogadores. Uma aposta foi Felipe Melo. Pouco conhecido pelo torcedor brasileiro, Dunga o convocou e o atleta vem demonstrando em campo que tem futebol para jogar com a camisa amarelinha.

Sem dúvidas a Copa das Confederações não é parâmetro para a Copa do Mundo. Mas alguns fatores podem ajudar Dunga para a competição que acontecerá daqui um ano na África do Sul. A base formada por Júlio César, Lúcio, Kaká e Luís Fabiano deverá ser a espinha dorsal da equipe no mundial. Júlio César é o melhor goleiro do mundo e não há contestações. Creio que pelas apresentações de Maicon e Daniel Alves, os dois atletas já garantiram suas vagas para a Copa do Mundo. E com razão. No momento são os dois melhores jogadores na posição e podem ser muito úteis para o time. Juan é o companheiro mais indicado para Lúcio na zaga, mas as constantes lesões vêm atrapalhando o atleta. De qualquer forma, gostaria de vê-lo em campo na África do Sul. A lateral esquerda ainda não é um problema resolvido. A insistência de Dunga com Kléber não tem explicações. André Santos entrou em seu lugar e se tornou titular nos últimos jogos, mas não creio que seja a melhor opção. Fábio Aurélio deveria ganhar uma chance e Marcelo já demonstrou que tem condições de atuar pelo lado esquerdo.

No meio, Felipe Melo está praticamente garantido na Copa do Mundo. Mas não confio e não gosto de ver Gilberto Silva ainda com a camisa amarela. Ele já foi importante, mas não soma nada na atual equipe. Muito lento na saída de bola, por vezes atrapalha o time. Kaká é insubstituível, mas a grande surpresa foi Ramires, que colocou Elano no banco e com toda certeza terá um futuro brilhante jogando pelo Brasil.

Luís Fabiano é o salvador da pátria e nos momentos que Dunga esteve mais ameaçado, o atacante salvou a pele do treinador com seus gols decisivos. Robinho é seu companheiro na frente. Por vezes fico muito irritado com a postura de Robinho. Que ele parece ser pouco profissional, isso não é novidade. Mas quando o jogo está difícil ele some em campo. Quando a seleção está vencendo, ele faz seus malabarismos que nada contribuem. Gostaria de ter visto mais o Nilmar em campo. Mas ainda há tempo de Dunga testá-lo.

Pato, Josué, Luisão, Miranda e Júlio Baptista não podem se acomodarem e acharem que já estão garantidos na Copa do Mundo. Muita água vai rolar nesse um ano que antecede o possível hexacampeonato da seleção brasileira. A esperança é que a preparação para essa Copa do Mundo seja a mais profissional possível, diferente de 2006.

E você torcedor, o que acha? Quem se destacou na Copa das Confederações? Quem não deveria ser convocado? Quem você gostaria de ver na seleção brasileiro? Opine!

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