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Posts Tagged ‘Campeonato Carioca’

O Flamengo se transformou numa bagunça geral. Depois de conquistar o título brasileiro de 2009, as coisas vão piorando dia-a-dia. Para falar a verdade, desde o ano passado a situação já era preocupante. Depois de repatriar o ídolo Adriano, a diretoria rubro-negra sabia o risco que estava correndo. Para contar com um jogador de nível europeu e de Seleção Brasileira, a alta cúpula flamenguista abriu mão do profissionalismo. Foi acordado que Adriano poderia faltar a treinos, chegar atrasado para resolver ‘questões particulares’ e até mesmo ter o privilégio de ser titular mesmo quando não rendesse o esperado, física e taticamente.

O ano de 2010 começou, Vágner Love chegou fazendo juras de amor ao clube, o técnico Andrade renovou seu contrato e a base campeã brasileira foi mantida. Tudo para buscar o tetracampeonato carioca, o bicampeonato brasileiro e, principalmente, a Copa Libertadores da América.

Aos poucos, o projeto maravilhoso começou a fracassar. Adriano, incontrolável nas noitadas e bebidas, continuou dando os mesmos trabalhos dos tempos de Internazionale e São Paulo. E o pior, os companheiros de equipe passaram a acompanhá-lo nas empreitadas noturnas. No caso mais famoso da falta de profissionalismo, a favela da Chatuba, na zona norte do Rio de Janeiro, foi o cenário. Vários jogadores do Flamengo, liderados pelo Imperador, subiram o morro para curtirem um baile funk. O final da história todos sabem. Jogadores tentando se defender publicamente, dirigentes submissos e o atacante flamenguista sumido por vários dias.

Dias depois, mais casos foram surgindo. O goleiro Bruno, em mais uma de suas frases infelizes, disse em entrevista que bater em mulher é algo normal, corriqueiro. Vágner Love foi visto sendo escoltado por traficantes procurados pela polícia em um morro carioca e depois precisou até se explicar na delegacia. Adriano, de novo, se meteu em encrenca ao descobrirem que o atacante comprou duas motos e repassou-as para um traficante amigo e para a mãe dele, que nem carteira de motorista tinha. Confusões e mais confusões. Todas amparadas pelos dirigentes rubro-negros.

E os reflexos dessa zona generalizada começaram a aparecer em campo. Primeiro o Flamengo conseguiu perder o fraco Campeonato Carioca para o limitado time do Botafogo. Na Libertadores, a situação também é delicada. Ontem venceu o Caracas por 3 a 2 no Maracanã e não depende apenas de suas forças para avançar às oitavas de final do torneio continental. Hoje à noite torcerá por uma combinação de resultados para obter a vaga, diga-se de passagem, como pior segundo colocado. Se conseguir a classificação, não terá vida fácil. Pegará o melhor time da primeira fase, possivelmente o Corinthians, decidindo o segundo jogo na casa do adversário.

Enquanto isso, o irreverente dirigente Marcos Braz, todos os dias dá declarações de que o culpado por tudo isso é o técnico Andrade. Ídolo do clube nos 80, Andrade é desrespeitado e menosprezado pelos cartolas. E o pior, vê tudo isso e continua calado.

Os culpados dessa zona rubro-negra são os dirigentes, inclua-se até mesmo a presidente Patrícia Amorim, por questões claras. A alta cúpula da Gávea sabia desde o início dos riscos de se ter um time com jogadores descompromissados e que se metem em confusões a todo instante. Eles bancaram e liberaram tudo isso. Só que agora estão sentindo na pele o peso disso tudo. A torcida está revoltada. E no futebol, quando isso acontece, é preciso achar culpados. A bola da vez é Andrade. É mais fácil colocar a culpa num técnico com menos experiência e que tem pinta de um cara bacana. Tão bacana ao ponto até de deixar o melhor jogador do Flamengo no banco de reservas por ter se desentendido com Marcos Braz. Petkovic é, de longe, mesmo com 37 anos, o melhor jogador da equipe neste momento. Ontem, por exemplo, as coisas só não foram piores, pois ele entrou na segunda etapa.

Depois da bronca da torcida ontem, Marcos Braz já voltou a dar declarações. Enfatizou que até sexta-feira, no máximo, mudará o comando técnico da equipe. Andrade sabe que será demitido, mesmo se o Flamengo consiga a vaga nas oitavas de final da Libertadores. Para o seu lugar, os mais cotados são Celso Roth e até mesmo Joel Santana, atual técnico do Botafogo. Patrícia Amorim deveria demitir o Marcos Braz, manter o Andrade e deixar na equipe apenas jogadores compromissados e que tenham o mínimo de profissionalismo. Do jeito que está, resultados positivos serão cada vez mais escassos. E a culpa é do pobre Andrade.

Que zona! Que bagunça! Esse é o atual futebol do Flamengo. A filosofia do ‘Império do Amor’ tomou conta do grupo. E agora será difícil mudar o conceito. Uma pena!

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Paulo César Lima, 60 anos.

No mundo do futebol, Paulo César Caju.

Nascido em 1949 no Rio de Janeiro, o ex-jogador foi revelado pelo Botafogo em 1967 e jogou pelo Glorioso até 1971, vencendo dois Campeonatos Cariocas (1967 e 1968), além da Taça Brasil de 1968. Ainda muito jovem, mas já demonstrando grande qualidade com a bola nos pés, o ex-ponta esquerda foi convocado para a Seleção Brasileira que disputou e venceu a Copa do Mundo de 1970. Nesse mundial, Caju foi reserva de Rivellino. Quatro anos mais tarde, na Copa do Mundo de 1974, Paulo César Caju foi titular da equipe brasileira que terminou o mundial na quarta posição.

Depois que saiu de General Severiano, Paulo César Caju se transferiu para o Flamengo. Na Gávea, o ex-jogador atuou entre 1972 e 1974, jogando 105 partidas e marcando 19 gols. Caju também jogou pelo Olympique de Marseille, da França, Fluminense, Vasco, Corinthians e Grêmio. Pela equipe gaúcha, o ex-ponta esquerda foi titular no título Mundial de 1983 vencendo o Hamburgo, da Alemanha.

Ídolo do futebol nos anos 70 e 80, Caju viveu sua pior fase da vida após abandonar os gramados, quando passou a conviver com as drogas e a bebida, vícios que quase o tiraram a vida. Depois de 15 anos usando drogas, o ex-jogador se recuperou da dependência química há dez anos e atualmente faz palestras para crianças e jovens por todo o Brasil, contando sua história com o objetivo de livrar os jovens dos vícios. Em entrevista exclusiva para o MFC, o ex-jogador relatou como começou o vício, como se livrou e de que forma instrui os jovens.

MFC: Caju, qual foi seu envolvimento com as drogas? Já as usava durante sua carreira como jogador?
PC Caju: Eu nunca fui usuário, fui atleta. Comecei a jogar bola profissionalmente com 16 anos e parei com 36, quer dizer, 20 anos de carreira. Nunca fumei, nunca bebi, nunca cheirei. E quando eu parei de jogar, não tinha que dar satisfações para mais ninguém e estava um pouco chateado com o final da minha carreira, aí por livre e espontânea vontade minha, com alguns amigos, eu experimentei a cocaína, depois experimentei a birita e fui viciado nisso durante 15 anos. Então, o que eu tenho a dizer é o seguinte: quem nunca experimentou, atleta ou não, que não experimente, pois é algo muito ruim, destruidor.

MFC: Você acha que o esporte é algo que livra as crianças do mundo das drogas?
PC Caju: Ah, não tenha dúvidas. Eu vim de uma favela, a favela dos Tabajaras, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Estou com 60 anos e morei no morro até os 10 anos. Naquela época não tinha tráfico, não tinha bandidos, não tinha armamento pesado, não tinha drogas dentro do morro. As favelas também não eram escondidas, então não tinha a grandeza que tem hoje. Eu tive essa sorte e por isso não tinha como se encaminhar para o rumo errado. Eu já era bom de bola desde garoto, sabia que era bom, mas não tinha maus elementos dentro do morro para seguir. Diferente de hoje, que as crianças não têm opção. Em qualquer parte do Brasil onde tenha periferia, além do grave problema com o crime, tem as favelas, tem as drogas e a criança que está dentro de um lugar desses não tem como fugir. Elas não têm uma possibilidade de um estudo melhor, acesso a cultura e ao esporte, pois dentro da comunidade elas são induzidas a trabalhar no tráfico. Começa como olheiro, depois passa a ser gerente, chefe e o fim é a morte. Então quer dizer, hoje é até difícil falar para a criança não experimentar, os caras (traficantes) forçam, como é que faz? A droga está infiltrada em todas as camadas sociais, no pobre, no rico, no milionário, no preto, no branco, em todos os lugares.

MFC: Um caso recente de jogador envolvido com as drogas foi o Jóbson, do Botafogo. Por ser um rapaz novo, que passou por todos esses problemas e pode até ser banido do futebol, você acha que o banimento dele do futebol é a melhor medida para se tomar?
PC Caju: Não. Você tem que ver o seguinte: o Jóbson vem de onde? Do Pará. Dentro da Amazônia. Então você vai por aí. A cultura e a educação dele são diferentes. Ele saiu de lá do interior do Brasil e foi parar aonde? Em Brasília. Quer dizer, com 16 anos já estava jogando futebol profissional no Brasiliense e desde essa época já tinha problemas com o álcool e depois com as drogas, que só apareceram após aquelas duas vitórias que salvaram o Botafogo do rebaixamento no Campeonato Brasileiro de 2009. Depois veio à tona o exame antidoping e ele mesmo declarou que era viciado em crack. Quer dizer, você tira pela educação, pela cultura, é um garoto que saiu de dentro da Amazônia e de repente está em Brasília, em outra realidade. Depois vai para o Rio de Janeiro e estoura no Botafogo. Um dos problemas que podem ter afetado o Jóbson foi estar sozinho em duas cidades grandes como Brasília e o Rio. Não sei se ele teve a família morando com ele nesses lugares. E é normal um cara tomar uma birita não tendo acompanhamento e estrutura. Com a fama, começou o deslumbramento, bons bichos (premiação paga aos jogadores após resultados positivos), companhias. Isso é normal, você viaja. O Rio é uma cidade sedutora, tranquilamente se você não tiver estrutura, se não tiver equilíbrio e boas companhias ao lado, dança.

MFC: Como funcionam suas palestras sobre as drogas?
PC Caju: Eu faço há quase 10 anos palestras sobre esse assunto. Eu sempre sou convidado, já fiz em vários estados do Brasil, algumas vezes até com psiquiatras ao meu lado também. É um negócio que eu alerto as crianças e os jovens. Como eu fui um ídolo do futebol, os mais velhos, os pais desses jovens que acompanharam a minha carreira, logicamente têm como chegar aos filhos e dizerem: Ele chegou ao auge e depois faltou equilíbrio e estrutura e ele foi pelo caminho errado. Minha história serve como exemplo.

NOTA: Como ídolo do Botafogo e torcedor apaixonado do clube, Paulo César Caju deve estar muito feliz com o título do Glorioso no Campeonato Carioca, algo que há duas semanas, no dia da entrevista, ele achava pouco provável de acontecer.

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Cuca

Cuca deve estar completamente arrependido de ter aceitado o convite da diretoria do Flamengo para treinar a equipe. É a sua segunda passagem pelo rubro-negro carioca. Na primeira vez, em 2005, não teve sucesso. Como agora continua não tendo o sucesso imaginado. Não por falta de capacidade ou por não ser um bom treinador. Cuca tenta de todas as formas contornar as coisas, mas seu fim está próximo.

Paranaense de Curitiba, Cuca apareceu no cenário dos treinadores com um belo trabalho no Goiás, no Campeonato Brasileiro de 2003. Isso rendeu um convite do São Paulo, onde mesmo não ganhando títulos, o treinador fez um bom trabalho e montou a equipe que mais tarde venceu a Libertadores e o Mundial de Clubes, em 2005. Depois passou por Flamengo, Grêmio, Coritiba e São Caetano. Em todas as ocasiões não obteve êxito. Então, começou sua trajetória de amor e ódio no Botafogo. Foram dois vice-campeonatos consecutivos do Campeonato Carioca para o rival Flamengo e uma eliminação trágica da Copa Sul-Americana contra o River Plate. Cuca saiu de cabeça erguida e afirmou que deixava uma parte de sua história no clube de General Severiano. Passou por Fluminense e Santos e também não deu certo. Voltou para o Flamengo no começo desse ano com um projeto audacioso. A primeira etapa foi concluída com sucesso, quando venceu o Campeonato Carioca. A segunda esbarrou no Internacional, quando foi eliminado da Copa do Brasil. E a conquista do Campeonato Brasileiro – o clube não é campeão desde 1992 – seria a terceira e principal meta do treinador frente ao elenco rubro-negro.

Não está nada perdido, afinal estamos no começo da competição. Mas pelo visto, Cuca perdeu, de fato, o comando da equipe, principalmente após a chegada de Adriano. O Flamengo é um dos maiores e mais tradicionais clubes do futebol brasileiro e isso é fato. Mas a maneira como seus dirigentes comandam o clube é desastrosa. Podem colocar qualquer técnico para dirigir a equipe, mas quem sempre manda e desmanda é a diretoria. Treinador não tem autonomia e nem voz na Gávea. Isso acontece há tempos, não é novidade. Isso também acontece com Cuca e ao que parece de uma forma até mais evidente, já que o treinador tem fama de ‘bonzinho’ e de sempre dar ouvidos para todos os lados, sejam os dirigentes ou os jogadores. Mas Adriano parece ter deixado Cuca com a cabeça quente. O Imperador continua o mesmo. Falta nos treinamentos, está fora de forma e nada faz para mudar esse panorama. Está em casa, do jeito que sempre sonhou. Sem responsabilidades e sendo o foco de tudo. Ainda assim, é titular da equipe por ordens da diretoria que visa lucro em cima de lucro com sua imagem e, por isso, passam a mão em sua cabeça em todas as ocasiões e deixam o treinador em uma enorme enrascada.

Não bastasse isso, alguns jogadores demonstram claramente o desinteresse e a falta de vontade de jogar no Flamengo. Juan pensa que manda e faz as coisas como quer. Bruno bate de frente com todos e depois pede desculpas para acalmar os ânimos. Leonardo Moura caiu muito de rendimento e acha que joga mais do que realmente demonstra em campo. Josiel não sabe se sairá no meio do ano e está com a cabeça longe. Ibson quer ficar, mas ainda não está definida sua permanência. Realmente problemas não faltam para o Flamengo e, principalmente, para  o Cuca. E para piorar, a equipe levou nove gols em dois jogos na competição e parece ir ladeira abaixo.

Como mudar esse panorama? Acho que o maior prejudicado em toda essa confusão é o Cuca. Ninguém o respeita, ninguém faz o que ele pede, ninguém está nem aí para o que ele pensa. Está perdendo seu precioso tempo em meio a essa bagunça chamada Flamengo. Está com os dias contados, mas fosse eu o Cuca, colocaria minha CUCA para pensar e sairia o mais rápido possível do clube. Ele não merece e aparentemente também não aguenta mais ser tão cobrado e não poder desenvolver seu trabalho do jeito que planejou.

E você torcedor, o que pensa? Cuca deveria sair do Flamengo? Ele é culpado pela má fase da equipe e dos problemas no grupo? Opine!

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Clube de Regatas do Flamengo: Campeão Carioca 2009

O torcedor rubro-negro é acostumado a decisões e títulos. É ainda mais acostumado aos títulos estaduais. Hoje, pela 31ª vez na história, o Flamengo conquistou o Campeonato Carioca e agora, é o maior campeão do Rio de Janeiro, superando o Fluminense, que tem 30 conquistas.

Assim como nos dois últimos anos, o Flamengo encontrou o rival Botafogo na decisão do estadual. E assim como em 2007 e 2008, o time da Gávea levou a melhor e se tornou tricampeão carioca. Com o Maracanã lotado (84.027 torcedores), os rubro-negros saíram na frente do Glorioso. Kléberson fez dois gols, um aos 19 e outro aos 38 minutos do primeiro tempo.

Parecia que o Botafogo estava entregue. Mas o lateral esquerdo Juan tocou a mão na bola dentro da área e o árbitro Péricles Cortez marcou o pênalti. O ‘pantera’ Victor Simões, revelado na Gávea, cobrou bem o pênalti, mas o goleiro Bruno fez grande defesa, enlouquecendo a maioria dos torcedores no Maracanã. Seria o fim da decisão e a confirmação do título rubro-negro? Não, ainda não.

O Botafogo ressurgiu das cinzas e em dois minutos mudou a partida. O zagueiro Juninho cobrou falta aos 16 minutos da etapa complementar e diminuiu o marcador. Na sequência, o botafoguense Túlio Souza empatou o jogo. Parecia que os ‘deuses do futebol’ não deixariam o Botafogo ser vice pela terceira vez seguida e passariam esse desprazer ao técnico Cuca, agora no Flamengo, mas vice com o Glorioso nos últimos dois estaduais.

Como a primeira partida terminou empatada por 2X2, o resultado de hoje levou a decisão à disputa de pênaltis. O clima de agonia tomou conta das duas torcidas. Os flamenguistas imaginavam como seria perder a chance de pela quinta vez na história conquistar o tricampeonato carioca com um jogo praticamente ganho. Os botafoguenses, ainda extasiados pela rápida recuperação, não queriam nem pensar em serem derrotados nos pênaltis de novo, assim como em 2007. Mas foi isso que aconteceu.

Como em 2007, o goleiro Bruno foi decisivo, defendeu as cobranças de Juninho e Leandro Guerreiro e garantiu o título para o Flamengo. A disputa terminou 4X2. Kléberson, Juan, Airton e Leonardo Moura fizeram para o time da Gávea. Léo Silva e Gabriel descontaram para a equipe de General Severiano.

O Flamengo manteve sua hegemonia no cenário estadual e com o título de hoje, confirmou a sexta conquista na década (00, 01, 04, 07, 08 e 09). Parabéns ao Mengão e à maior torcida do Brasil, que está festejando muito a conquista por todo o país.

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O atacante Adriano, que forçou sua saída da Internazionale de Milão alegando estar deprimido e não ter mais felicidade no futebol está muito próximo de ser o principal reforço do Flamengo para o Campeonato Brasileiro e a continuação da Copa do Brasil. Na última sexta-feira, a Inter rescindiu o contrato com o atleta, que atuou por oito anos no clube italiano e marcou 74 gols, e essa decisão se tornou um sinal verde para a diretoria do Flamengo repatriar sua cria.

 

Adriano não nega seu amor pelo rubro-negro e seu empresário, Gilmar Rinaldi, ainda não confirma o acordo, mas dá mostras de que até a semana que vem tudo estará acertado entre as duas partes. O Flamengo já sonha com a alta visibilidade e a exposição que o Imperador trará ao clube. Seria mais uma contratação de impacto e essa rivalizaria com o outro time de maior torcida do país, o Corinthians, que acertou em cheio em apostar na recuperação de Ronaldo. O time da Gávea pretende seguir os mesmos passos da diretoria corintiana.

 

Quanto ao salário que o Imperador receberá no Flamengo, suspeita-se que seja de R$300 mil mensais, que seriam pagos com o dinheiro que atualmente o time da Gávea desembolsa com o zagueiro Fábio Luciano, que irá se aposentar após a decisão do Campeonato Carioca.

 

Tudo perfeito e praticamente definido. Porém, essa história de o atacante ter abandonado a Inter de Milão e depois informar que daria um tempo na carreira de jogador, ainda parece estranha. A coletiva de imprensa convocada por Adriano não fez nem um mês e agora, ele pode retornar aos gramados antes do que todos imaginavam. Fica claro que Adriano forçou a barra e usou sua ‘depressão’ e ‘tristeza’ como meras desculpas para se desligar do futebol italiano, voltar ao Rio de Janeiro e jogar pelo seu time de coração.

 

Se for para o bem dele, que isso aconteça o mais rápido possível. O futebol brasileiro precisa de jogadores talentosos como Adriano.

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