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Posts Tagged ‘Alecsandro’

Por: Erik Rodrigues

Internacional e São Paulo fizeram o primeiro duelo das semifinais da Taca Libertadores da América no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Antes da parada para a Copa do Mundo, o time gaúcho trocou de técnico, reforçou o elenco e venceu os quatro jogos do Campeonato Brasileiro. Já o Tricolor do Morumbi manteve o criticado Ricardo Gomes, trouxe o atacante Ricardo Oliveira e ganhou apenas um ponto dos 12 disputados no torneio nacional.

A torcida Colorada lotou o estádio e fez uma festa bonita para receber a equipe. E o resultado disso foi o domínio das ações em todo o primeiro tempo. Sim, eu disse TODO o primeiro tempo. Jogando em casa e contra um adversário covarde, o Inter partiu para cima. Taison e o argentino D’Alessandro comandavam as investidas no ataque, apoiados por Nei e Kléber nas laterais. Mas apesar da maior posse de bola, o time gaucho não chegava com perigo ao gol de Rogério Ceni. A primeira conclusão à meta tricolor foi aos 18 minutos, com D’Alessandro. Em uma bela troca de passes invertida da direita para a esquerda, Kléber recebeu e cruzou na área. O atacante Taison tocou de cabeça, mas o goleiro são-paulino voou e defendeu com segurança. Já o São Paulo nem dava sinais de que queria jogar futebol e praticava o antijogo em sua mais perfeita concepção. Fernandão e Dagoberto ficavam isolados na frente e todos os outros jogadores simplesmente davam bico para qualquer lado. Um horror!

Na segunda etapa o cenário se manteve, mas desta vez o Inter conseguiu concluir a gol com mais perigo. Logo no início, Andrezinho arriscou de fora da área, mas Rogério defendeu. Logo depois, Kléber avançou na área, mas o goleiro são-paulino saiu bem e evitou a conclusão. O gol Colorado era questão de tempo. Aos 20 minutos, o técnico Celso Roth trocou Andrezinho pelo jovem Giuliano. E o talismã, que já tinha salvado o clube no duelo contra o Estudiantes nas quartas de final, trouxe mais uma vez a sorte para o time. Três minutos depois de entrar, D’Alessandro passou para Alecsandro na entrada da área. O atacante sofreu falta, mas o árbitro Hector Baldassi corretamente deu vantagem. Na sequência, Giuliano girou e bateu no canto direito de Rogério Ceni, que nem se mexeu.

O gol premiou a equipe que relmante jogou futebol e buscou o ataque com mais eficiência. E o Colorado não parou por ai. Taison, Kléber e Alecsandro tiveram boas oportunidades, mas não conseguiram ampliar o placar. Vendo seu time acuado, o treinador Ricardo Gomes tirou o inócuo Dagoberto e promoveu a reestreia de Ricardo Oliveira. Também colocou Cléber Santana no lugar de Richarlyson, a fim de reconquistar o meio campo. As mudanças, alinhados a um recuo do adversário, surtiram um pouco de efeito. O São Paulo conseguiu, enfim, após quase 70 minutos de partida, arriscar um chute a gol. Hernanes e Ricardo Oliveira tentaram, mas sem levar perigo à meta de Renan.

Vitória mais do que merecida do Internacional que, mesmo sem criar tantas chances claras, conseguiu dominar a partida. Ao São Paulo, cabe escolher se vai voltar a jogar futebol ou mais uma vez vai fazer este papelão e apresentar uma proposta de jogo covarde diante de seu torcedor. A partida de volta será na próxima quinta-feira (05/08), no Morumbi, em São Paulo.

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Os jogos das semifinais da Copa Libertadores da América de 2010 estão definidos. Internacional e São Paulo fazem o duelo brasileiro de um lado, enquanto Chivas Guadalajara e Universidad do Chile se enfrentam do outro lado da chave.

A perspectiva de uma final brasileira apontada por muitos no começo da competição não ocorrerá. Mas o duelo entre Colorados e Tricolores é garantia de muita emoção e até mesmo um clima de revanche da final da Libertadores de 2006, quando os gaúchos levaram a melhor.

A parada para a Copa do Mundo pode ser negativa para ambos. O São Paulo, por exemplo, que vinha cambaleando desde janeiro e quase foi eliminado pelo fraco Universitário, do Peru, melhorou muito seu rendimento e cresceu na hora que mais precisava. Venceu os dois confrontos contra o Cruzeiro e trouxe de volta o ânimo necessário para uma competição tão difícil como essa. O Internacional, por sua vez, apresentou um futebol mais qualificado que os paulistas no começo da temporada e mesmo sem o brilho imaginado, não passou sufoco na primeira fase e nas oitavas-de-final. O duelo contra o Estudiantes, com gol no final, pressão da torcida adversária, muita catimba e até briga no final, deu uma injeção de ânimo aos Colorados. Se os jogos das semifinais fossem disputados nas próximas semanas, possivelmente veríamos equipes dispostas e em boa fase. Como teremos que esperar mais de dois meses para os confrontos, as coisas podem mudar bastante.

Num duelo entre duas tradicionais equipes como São Paulo e Internacional, é praticamente impossível apontar um favorito. E ficar em cima do muro numa circunstância dessas é algo normal, já que as equipes se igualam. O goleiro e a zaga são-paulina são mais confiáveis, enquanto os volantes e meias do Inter são mais consistentes. No quesito ataque, ambos se igualam. Dagoberto e Fernandão precisam de mais entrosamento. Alecsandro e Walter, mesmo marcando muitos gols, são jogadores contestados no Sul. No banco de reservas, Jorge Fossati parece ter mais qualidade de mudar um jogo do que o adversário Ricardo Gomes.

A vantagem de jogar a segunda partida em casa é a aposta do São Paulo. Em 2006, o Tricolor jogou a primeira no Morumbi, viu Josué ser expulso e sucumbiu, perdendo por 2 a 1. No Beira-Rio, jogou muito bem, mas encontrou um rival empurrado pela torcida e com jogadores de muita qualidade. O empate deu o título para os gaúchos.

Do outro lado da chave, chilenos e mexicanos buscam uma vaga na decisão. O Universidad do Chile não é um time maravilhoso, mas consegue boas apresentações e até ontem estava invicta na Libertadores. Já o Chivas sabe muito bem usar o fator casa. Nas oitavas e quartas-de-final jogou a primeira partida no estádio Jalisco, em Guadalajara, e bateu seus adversários por 3 a 0, placar esse que definiu os confrontos. Se conseguir fazer o mesmo contra os chilenos, tem grandes chances de chegar à decisão, mesmo não podendo disputar o Mundial caso seja campeão.

Os dois primeiros confrontos acontecerão no dia 28 de julho. Internacional e São Paulo jogam no Beira-Rio, em Porto Alegre, enquanto Chivas e Universidad duelam em Guadalajara, no México. As partidas de volta acontecerão no dia 4 de agosto, em São Paulo e Santiago, no Chile.

NÚMEROS DA COPA LIBERTADORES 2010

Time que mais venceu: São Paulo (6 vitórias)
Time que mais empatou: Universidad do Chile (4 empates)
Times que mais perderam: Internacional e Chivas (2 derrotas)
Melhor ataque: Universidad do Chile (17 gols)
Melhor defesa: São Paulo (2 gols)

NOTA: Esse texto foi publicado no blog Jornalismo Esportivo: http://esportejornalismo.blogspot.com/2010/05/semifinais-da-copa-libertadores-da_199.html

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Corinthians é tricampeão da Copa do Brasil

No primeiro dia do segundo semestre de 2009, o Corinthians já alcançou seu principal objetivo na temporada. Depois do título invicto no Campeonato Paulista, o Timão é o campeão da Copa do Brasil 2009 e está garantido na Taça Libertadores da América de 2010, ano do centenário alvinegro.

Mais uma vez o Corinthians demonstrou o tamanho de sua grandeza e de sua história. Sem se intimidar com a pressão do caldeirão colorado com mais de 50 mil torcedores, o alvinegro fez o que o Internacional mais temia. Antes dos 30 minutos do primeiro tempo já vencia o jogo por 2X0, em pleno Beira-Rio. Mesmo placar feito na partida de ida, no Pacaembu. O Colorado ainda conseguiu empatar o jogo, mas não foi suficiente. O Corinthians merecidamente conquistou mais uma vez o título da Copa do Brasil, assim como em 1995 e 2002.

A boa vantagem conquistada no primeiro jogo deu segurança para Mano Menezes e seus comandados nos últimos dias. O Inter não se abalou com a derrota em São Paulo e depositou todas as suas fichas na força da torcida colorada e, principalmente, nos retornos de seus principais jogadores (Nilmar e D’Alessandro). Mas como já havia dito e é evidente, o Corinthians conseguiu fazer uma coisa difícil no futebol atual. Montou um grupo e não apenas um time. A força do conjunto alvinegro superou as estrelas e o ótimo time gaúcho.

O Inter começou o jogo pressionando o Corinthians. A posse de bola era totalmente colorada, mas a equipe gaúcha não conseguiu abrir o placar nos minutos iniciais como desejava. E o grande diferencial do Timão nessa edição da Copa do Brasil foi fazer gols fora de casa e isso aconteceu novamente. Aos 20 minutos, o selecionável André Santos cruzou na área e Jorge Henrique subiu mais que o zagueiro Danny Morais para abrir o placar e calar o Gigante da Beira-Rio. Era tudo que Mano Menezes queria. Era tudo que Tite não queria.

E oito minutos depois o Corinthians fez o gol do título. André Santos avançou pela esquerda, saiu na cara de Lauro e encheu o pé para ampliar o placar. A segunda maior torcida do Brasil se emocionou em todos os cantos do país. O Inter desmoronou. A torcida sentiu o baque. A missão de fazer cinco gols e não tomar nenhum era praticamente impossível. E realmente foi. Mas o Colorado não deixou de lutar. Conseguiu se encontrar ainda no primeiro tempo e esbarrou novamente no paredão chamado Felipe. Aos 33 minutos, Nilmar teve a principal chance do Inter no primeiro tempo, mas Felipe operou outro milagre.

Para o segundo tempo o Inter voltou modificado. Alecsandro entrou no lugar de Glaydson e expressou o sentimento da torcida colorada. Disse que ao menos tentaria empatar o jogo, já que o título era improvável. E Alecsandro cumpriu com a sua palavra. Aos 25 e aos 29 minutos o atacante marcou dois gols, empatou o jogo e deu novo ânimo em busca de uma histórica vitória. Isso não aconteceu, mas o Inter perdeu de cabeça erguida e lutou até o final. Mas do outro lado o adversário fez a sua parte muito bem feita e impediu a reação colorada. Os tumultos, expulsões e os  muitos cartões amarelos que aconteceram na partida não valem ser ressaltados. Isso é uma coisa normal em uma final de campeonato entre duas equipes altamente capacitadas. A única coisa que vale lembrar é que não houve violência e o Inter não perdeu a cabeça. Para o bem do futebol e do espetáculo.

Felipe, Alessandro, Chicão, William, André Santos, Cristian, Elias, Douglas, Jorge Henrique, Ronaldo e Dentinho formaram um grande time e fizeram do Corinthians um grande campeão. Tudo sob a batuta do técnico Mano Menezes. Felipe, que foi contestado no pior momento da história corintiana, foi o jogador mais importante dessa conquista. Suas defesas e seus milagres salvaram o Timão em várias partidas e deram a segurança necessária para a equipe conseguir as vitórias. André Santos e Ronaldo também se destacaram um pouco mais que os outros.

A vaga na Libertadores no ano do centenário era o grande desejo de todos os corintianos. E agora o planejamento será totalmente focado na competição sul-americana. Andrés Sanches terá muito trabalho para segurar seus jogadores, em especial o goleiro Felipe, o lateral esquerdo André Santos, os volantes Elias e Cristian e o atacante Dentinho. Os clubes europeus já estão de olho nos campeões da Copa do Brasil.

O Corinthians merece ser parabenizado. Pela conquista, pelos jogadores, pelo grupo e pelo retorno fulminante à elite do futebol nacional. O Timão realmente é fenomenal em 2009. E como a torcida entoa nas arquibancadas, definitivamente ‘o Coringão voltou’.

E você torcedor, concorda que o Corinthians é o melhor time do Brasil no momento? Quem foi o melhor jogador na campanha? Mano Menezes realmente teve um papel importante na conquista? Opine! 

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Corinthians

Foi um jogo digno de uma final. Os 37.438 torcedores que estiveram esta noite no Pacaembu viram o melhor jogo do ano no futebol brasileiro. O Corinthians venceu o Internacional por 2X0 na primeira partida decisiva da Copa do Brasil 2009 e está com uma mão na taça.

Os alvinegros entraram em campo sem André Santos, que está servindo a seleção brasileira e Mano Menezes optou por colocar o jovem Marcelo Oliveira na lateral esquerda. Já o clube gaúcho jogou mais fragilizado, sem suas duas principais estrelas – D’Alessandro e Nilmar – e os titulares Bolívar e Kléber. Para quem pensou que o jogo seria mais fraco pelos desfalques das duas equipes, muito se enganou. O Timão venceu merecidamente, mas o Inter provou que realmente é uma grande equipe. Mesmo com os ‘reservas’ Andrezinho e Alecsandro, o Colorado jogou muito bem e poderia até ter vencido o Corinthians, não fosse mais uma bela atuação do goleiro Felipe.

O Corinthians aproveitou a pressão a favor vinda das arquibancadas e logo no primeiro minuto mostrou seu cartão de visitas. Douglas cobrou falta para a área, Lauro saiu errado e Chicão quase abriu o placar, mas Marcelo Cordeiro evitou o gol. Mas após o erro, Lauro se recuperou e fez grande defesa aos 22 minutos, em chute de Ronaldo. Até esse momento Guiñazu, pelo lado Colorado e Elias e Jorge Henrique, pelo Timão, eram os destaques da partida. É impressionante a vitalidade, a força, a vontade e a garra de Guiñazu. O argentino é um leão no meio campo do Inter, mas nem ele conseguiu evitar o gol corintiano. Aos 26 minutos o reserva Marcelo Oliveira fez grande jogada pela esquerda, driblou Danilo Silva, levantou a cabeça e deixou Jorge Henrique na cara do gol. O atacante só completou para as redes e fez o Pacaembu explodir de emoção. 

O primeiro tempo acabou e evidenciou algumas coisas. Além de estar com um grupo muito forte, com jogadores sincronizados na defesa, no meio e no ataque, o Corinthians realmente é um adversário indigesto dentro do Pacaembu. A Fiel Torcida empurra o time e os jogadores sentem o clima. O Inter foi uma equipe guerreira e pouco antes de tomar o gol, por pouco não abriu o placar. Após sofrer o gol, continuou atuando da mesma forma, partindo para cima, buscando o gol como todo grande time deveria fazer. Não foi medroso e não se intimidou.

A segunda etapa prometia mais emoções e não deixou a desejar. Os dois times voltaram com as mesmas equipes. O Corinthians voltou com o intuito de aumentar o placar e o Inter buscando ao menos o empate. Mas logo aos oito minutos as coisas ficaram melhores ainda para os alvinegros. Ele, sempre ele. Gordo e visivelmente fora de forma, Ronaldo é um gênio da bola. Pouco tinha aparecido na partida até então, mas bastou Elias fazer um ótimo lançamento em profundidade pelo lado esquerdo da defesa gaúcha para o Fenômeno disparar em velocidade, dar um drible seco no zagueiro Índio e chutar no canto esquerdo de Lauro. 2X0 no placar. Gol de Ronaldo. Festa no Pacaembu.

O gol certamente desestabilizaria o Inter, mas mais uma vez dando mostras de ser uma ótima equipe, não foi isso que aconteceu. O Colorado cresceu no jogo e foi com tudo pra cima. Daí até o final da partida só deu Inter. Aos 11, Taison levou perigo, mas se desequilibrou na hora H e facilitou as coisas para Felipe. Cinco minutos depois foi a vez de Andrezinho cobrar uma falta e Felipe fazer bela defesa. O Corinthians amenizou seu ímpeto e, dessa forma, chamava o Inter para cima. A principal chance de gol colorada saiu novamente dos pés de Taison. O jovem atacante puxou um contra-ataque com muita velocidade, tabelou com Andrezinho e ficou cara a cara com Felipe. Em ótima fase, o goleiro corintiano fez mais uma importante defesa, mesmo caído. Aos 31 foi a vez de Guiñazu entrar na área e bater cruzado para Felipe espalmar para escanteio. 

Ainda deu tempo de os dois técnicos cometerem seus únicos erros na partida. Tite sacou Alecsandro, que estava sumido em campo e colocou o estranho Leandrão. Não deu outra. No primeiro lance o atacante deu uma entrada criminosa por trás em Cristian e poderia ser expulso, mas o juiz Heber Roberto Lopes o puniu apenas com o cartão amarelo. Na segunda vez que a bola chegou perto de Leandrão, ele deu outra entrada ridícula, digna de quem não conhece nada de futebol e, enfim, foi expulso. Dois lances e dois carrinhos desleais em pouco mais de 10 minutos de ‘apresentação’ de Leandrão. O segundo equívoco foi corintiano. Mano Menezes colocou Souza no lugar de Jorge Henrique. No primeiro segundo em campo, mesmo sem encostar na bola, o atacante conseguiu tomar um cartão amarelo que o deixará fora da decisão no Beira-Rio. A ausência dele é mais reforço do que desfalque para o Timão.

O segundo round dessa grande final acontecerá daqui 15 dias. No dia 1º de julho, o Inter receberá o Corinthians no Beira-Rio e precisará devolver o mesmo placar para levar a decisão para os pênaltis ou ganhar por uma diferença de três gols para conquistar seu segundo título na Copa do Brasil. A situação do Corinthians é confortável, mas não será nada fácil. Todo cuidado é pouco. Além dos reforços de D’Alessandro e Nilmar, a torcida colorada não deixa a desejar e promove uma pressão e uma festa semelhante às ocorridas no Pacaembu. O Timão está com uma mão na taça e, se não vacilar, erguerá seu terceiro troféu da competição nacional. Uma coisa é certa para o próximo jogo. Com certeza veremos outra grande partida, dessas que deixam qualquer amante do futebol emocionado.  

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– Santos e Corinthians entraram em campo neste domingo com pretensões distintas. O alvinegro praiano buscava consolidar o bom começo no Campeonato Brasileiro, enquanto o alvinegro da capital está totalmente focado na Copa do Brasil. Por esse motivo, o técnico Mano Menezes mandou a campo uma equipe apenas com reservas para poupar todos os titulares para o confronto contra o Vasco, na próxima quarta-feira, pelas semifinais da Copa do Brasil 2009. O Santos que nada tinha a ver com isso, começou o jogo com força máxima e aos 30 minutos do primeiro tempo já vencia por 2X0, com dois gols do talentoso Paulo Henrique ‘Ganso’. Parecia que seria uma goleada santista, mas o Timão conseguiu pôr ordem no jogo e equilibrou o confronto. Na segunda etapa o Corinthians diminuiu o placar com gol do zagueiro Renato, após mais uma falha do goleiro Fábio Costa. No final da partida, Madson fez bonita jogada pela direita, Germano invadiu a área e chutou cruzado para Madson completar para as redes e fechar o placar. Com o resultado, o Peixe chegou aos oito pontos na competição e subiu três posições (agora está em 3° lugar). Já o Corinthians estacionou com quatro pontos e perdeu cinco posições na rodada, despencando para o 14° lugar.

– Enfim, o São Paulo estreou na temporada 2009. Após quatro meses apresentando um futebol apático e sem estilo nenhum, com muitas improvisações, contusões e reclamações de alguns jogadores, o técnico Muricy Ramalho percebeu que era a hora de mudar as coisas. E ele mudou, agradou a torcida e o Tricolor venceu e principalmente, convenceu. Com a vitória por 3X0 (Washington, Borges e Dagoberto), o São Paulo voltou a mostrar sua força quando atua no Morumbi, anulou os principais jogadores cruzeirenses e apresentou grande poder defensivo. O jovem Marlos estreou e teve uma ótima atuação. Deu ótimos passes, finalizou, carregou a bola no meio campo, cobrou escanteios, faltas e mostrou que pode ser muito útil na posição mais carente no elenco. O Tricolor venceu sua primeira partida no Campeonato Brasileiro 2009, chegou aos cinco pontos, subiu sete posições na tabela e ocupa o 8° lugar. O Cruzeiro, com seis pontos, está na 7ª posição.

– Os atacantes foram os grandes destaques do jogo entre Barueri X Palmeiras, na Arena Barueri. Pelo lado palmeirense, Obina e Keirrison marcaram e saíram de um longo jejum sem balançar as redes. Pelo lado do Barueri nada de novo. O sempre artilheiro e decisivo Pedrão fez os dois gols para a equipe da casa. Com o empate, o Barueri continua sem vencer na competição nacional. Agora soma três empates e uma derrota, ocupando a 16ª colocação na tabela. O Verdão está com cinco pontos na 11ª posição.

– E o Imperador voltou. Depois de mais uma fase conturbada na carreira, Adriano voltou ao seu time de coração e logo na estreia marcou o gol que deu a vitória ao Flamengo sobre o Atlético-PR: 2X1. O exército rubro-negro lotou o Maracanã para ver o retorno do ídolo e os mais de 70 mil torcedores saíram empolgados com o que viram. Com a vitória, o Mengão chegou aos sete pontos e se manteve na 6ª posição. O Furacão tem apenas um ponto no campeonato e está na 19ª posição.

– O Internacional continua sobrando no Campeonato Brasileiro. Com 100% de aproveitamento, o Colorado ganhou a 4ª partida e novamente atuou com o time reserva. Os gols foram marcados por Talles Cunha e Alecsandro. Mesmo sem os badalados titulares, o Inter vai somando pontos importantes no começo da competição e já tem 11 pontos a mais que os paranaenses Atlético-PR e Coritiba, os dois últimos colocados.

Outros resultados e classificação após a 4ª rodada:

Coritiba (20°) 1X1 (9°) Goiás
Atlético-MG (5°) 0X0 (10°) Santo André
Botafogo (17°) 2X2 (18°) Sport
Flamengo (6°) 2X1 (19°) Atlético-PR
São Paulo (8°) 3X0 (7°) Cruzeiro
Santos (3°) 3X1 (14°) Corinthians
Náutico (4°) 1X1 (12°) Fluminense
Vitória (2°) 1X0 (13°) Grêmio
Barueri (16°) 2X2 (11°) Palmeiras
Internacional (1°) 2X1 (15°) Avaí

E você torcedor, o que achou da 4ª rodada do Brasileirão-09? Quais foram os pontos positivos? E os negativos? Opine!

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Andrezinho

Apontado como o grande time do Brasil nesta temporada, o Internacional vai confirmando o favoritismo e hoje deu mais um grande passo para conquistar o segundo título no ano de seu centenário. Em um jogo emocionante, o Colorado venceu o Flamengo por 2X1 no Beira-Rio com um gol de Andrezinho aos 43 minutos do segundo tempo.

O Flamengo foi valente e não deu moleza para o Inter. O jogo começou com um time estudando o outro e os gaúchos apostando nos contra-ataques com os rápidos Nilmar e Taison. Já o Mengão mostrava uma forte marcação e ainda se arriscava ao ataque quando conseguia. Em dois lances, o Flamengo quase abriu o placar. Aos 36 minutos do primeiro tempo, Ibson chutou colocado, a bola desviou na zaga colorada e traiu o goleiro Lauro, passando muito perto do gol. Dois minutos depois Kléberson também chegou perto de abrir o placar.

Mas jogar contra um time rápido e habilidoso como o Inter, não é permitido errar. E o lateral-esquerdo Juan errou. Parecendo ser um castigo por sua falta de profissionalismo na última segunda-feira, quando abandonou o treino e meteu a boca no técnico Cuca, Juan tentou passar a bola para seu companheiro no meio do campo e Nilmar roubou a bola. O atacante avançou até a entrada da área e cruzou rasteiro para Taison abrir o placar. 

O gol afetou os cariocas, que voltaram mais nervosos no segundo tempo e não conseguiam acertar passes e finalizações. Mas em qualquer tipo de adversidade o Flamengo sempre é Flamengo. O empate que parecia pouco provável aconteceu aos 29 minutos da etapa complementar. Ibson começou a jogada e passou para Kléberson. O volante cruzou para o meio da área e Emerson antecipou o goleiro Lauro para igualar o placar. Esse resultado dava a classificação para os rubro-negros.

A fanática torcida do Inter que lotou as dependências do Beira-Rio não diminuiu o ritmo e continuou acreditando na equipe. Valeu a pena. Aos 43 minutos Ibson derrubou Alecsandro na entrada da área. O juiz Paulo César de Oliveira anotou a infração. O nervosismo e a ansiedade tomou conta das duas equipes, mas Andrezinho, revelado no Flamengo, cobrou com perfeição no canto esquerdo de Bruno e fez o gol da classificação.  Os dois gigantes do futebol brasileiro fizeram um emocionante jogo e o gol de Andrezinho coroou a ótima partida. O Inter enfrentará o Coritiba nas semifinais, se mantém como grande favorito ao título e pode conquistar o seu segundo título da Copa do Brasil.

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Danny Morais

O técnico Tite está decidido. A grande aposta da equipe Colorada no ano do centenário é a Copa do Brasil e o Inter ainda tem totais chances de conquistar o título. Para isso, assim como na primeira rodada do Brasileirão-09, o treinador não ousou e mandou um time repleto de reservas para o jogo de hoje contra o Palmeiras, no Beira-Rio. E a força do elenco Colorado fez a diferença e deu conta do recado novamente, vencendo o jogo por 2X0 e colocando o Inter na ponta da tabela junto com o Vitória.

O Palmeiras por sua vez, entrou em campo com força máxima e acreditando que seria possível conquistar pontos no Sul. Mas com um futebol desorganizado, logo aos 12 minutos da primeira etapa, Taison fez uma grande jogada pela esquerda e cruzou rasteiro para o meio da área. O zagueiro Danny Morais bateu forte no canto esquerdo de Marcos e abriu o placar.

Diego Souza, Cleiton Xavier e Keirrison não se encontravam em campo e levavam pouco perigo à meta de Lauro. Já no segundo tempo, a equipe alviverde melhorou um pouco e Diego Souza quase empatou a partida. Então, Tite percebeu que o Palmeiras se animava na partida e promoveu três substituições. Colocou os titulares Guiñazu, D’Alessandro e Nilmar, nos lugares de Rosinei, Andrezinho e Alecsandro. E isso foi o fim para a equipe de Vanderlei Luxemburgo.

O habilidoso meia D’Alessandro entrou inspirado e com seus toques de classe equilibrou a partida novamente. Em um desses lances, Nilmar recebeu a bola na área, girou e chutou. Marcos fez uma grande defesa e no rebote, D’Alessandro marcou o segundo gol Colorado, dando números finais ao jogo. Na próxima rodada, o líder Inter vai até Goiânia e enfrenta o Goiás, enquanto o Palmeiras tentará se reabilitar no clássico contra o São Paulo, no Palestra Itália. 

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